23 julho, 2013

 

"Ide e fazei discípulos entre todas as nações" 
(Mt 28,19)

Conheça as Jornadas Mundiais da Juventude

Em 1984 foi celebrado na Praça São Pedro, no Vaticano, o Encontro Internacional da Juventude com o Papa João Paulo II, por ocasião do Ano Santo da Redenção. Na ocasião, o Papa entregou aos jovens a Cruz que se tornaria um dos principais símbolos da JMJ, conhecida como a Cruz da Jornada.


O ano de 1985 foi declarado Ano Internacional da Juventude pelas Nações Unidas. Em março houve outro encontro internacional de jovens no Vaticano e no mesmo ano o Papa anunciou a instituição da Jornada Mundial da Juventude.


Todos os anos ela acontece em âmbito diocesano, celebrada no Domingo de Ramos e, com intervalos que podem variar entre dois e três anos, são feitos os grandes encontros internacionais.


1986

A primeira Jornada Mundial da Juventude, realizada em Roma em 1986, teve como lema "Estejam sempre preparados para responder a qualquer que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês"(1Pd 3, 15). A celebração aconteceu em âmbito diocesano.
Autoria do texto e imagens: JMJ Rio 2013 -
 

16 julho, 2013

Hoje é aniversário de Mariana (MG) - a cidade foi a primeira capital do estado mineiro e a primeira cidade a ser projetada. Por isso, muitos consideram o dia de hoje como o Dia de Minas Gerais.
Foto: Sílvia Oliveira | Matraqueando.com.br



Ouro, fé, arte e pioneirismo marcam os três séculos da histórica Mariana   Conheça um pouco da História de Mariana: A primeira cidade de Minas
Primeira vila, primeira capital, sede do primeiro bispado e primeira cidade a ser projetada em Minas Gerais. A história de Mariana, que tem como cenário um período de descobertas, religiosidade, projeção artística e busca pelo ouro, é marcada também pelo pioneirismo de uma região que há três séculos guarda riquezas que nos remetem ao tempo do Brasil Colônia.

Em 16 de julho de 1696, bandeirantes paulistas liderados por Salvador Fernandes Furtado de Mendonça encontraram ouro em um rio batizado de Ribeirão Nossa Senhora do Carmo. Às suas margens nasceu o arraial de Nossa Senhora do Carmo, que logo assumiria uma função estratégica no jogo de poder determinado pelo ouro. O local se transformou em um dos principais fornecedores deste minério para Portugal e, pouco tempo depois, tornou-se a primeira vila criada na então Capitania de São Paulo e Minas de Ouro. Lá foi estabelecida também a primeira capital.


Em 1711, por ordem do rei lusitano D. João V, a região foi elevada à cidade e nomeada Mariana – uma homenagem à rainha Maria Ana D’Austria, sua esposa. Transformando-se no centro religioso do Estado, nesta mesma época a cidade passou a ser sede do primeiro bispado mineiro. Para isso, foi enviado, do Maranhão, o bispo D. Frei Manoel da Cruz. Sua trajetória realizada por terra durou um ano e dois meses e foi considerada um feito bastante representativo no Brasil Colônia. Um projeto urbanístico se fez necessário, sendo elaborado pelo engenheiro militar José Fernandes Pinto de Alpoim. Ruas em linha reta e praças retangulares são características da primeira cidade planejada de Minas e uma das primeiras do Brasil. 

Além de guardar relíquias e casarios coloniais que contam parte da história do país, em Mariana nasceram personagens representativos da cultura brasileira. Entre eles estão o poeta e inconfidente Cláudio Manuel da Costa, o pintor sacro Manuel da Costa Ataíde e Frei Santa Rita Durão, autor do poema “Caramuru”.

Pioneira em comunicação, nas suas terras foi instalada a primeira agência dos Correios no Estado, em 1730. Na época conhecida como “Correio Ambulante”, ela estabelecia a comunicação entre Rio de Janeiro, São Paulo e a capital mineira

Em 1945, Mariana recebe do presidente Getúlio Vargas o título de Monumento Nacional por seu “significativo patrimônio histórico, religioso e cultural” e ativa participação na vida cívica e política do país, contribuindo na Independência, no Império e na República, para a formação da nacionalidade brasileira.
Todo ano, em 16 de julho, Dia de Minas, o Governo do Estado de Minas Gerais instala-se na cidade, realizando cerimônia alusiva na Praça Minas Gerais que, pela harmonia e beleza plástica de seus monumentos, é um expressivo conjunto urbano da Minas colonial.
A extração do minério de ferro é a principal atividade industrial do município, forte geradora de empregos e receita pública. Seus distritos desenvolvem atividades agropecuárias e apresentam artesanato variado, expressando a diversidade cultural de Minas Gerais. 

 Tudo isso faz da “primeira de Minas” um dos municípios mais importantes do Circuito do Ouro e parte integrante da Trilha dos Inconfidentes e do Circuito Estrada Real. Uma cidade tombada em 1945 como Monumento Nacional e repleta de riquezas do período em que começou a ser traçada a história de Minas Gerais.
 
Autoria do texto: Prefeitura de Mariana http://www.mariana.mg.gov.br/
 


17 DE JULHO - DIA DE PROTEÇÃO ÀS FLORESTAS

Amanhã 17 de julho é Dia de Proteção às Florestas.
Preservar florestas é sinônimo de proteger a vida.

Florestas têm sido ameaçadas em todo o mundo, pela degradação incontrolada.
Isto acontece por terem seu uso desviado para necessidades crescentes do próprio homem e pela falta de um gerenciamento ambiental adequado.

As florestas são o ecossistema mais rico em espécies animais e vegetais. A sua destruição causa erosão dos solos, degradação das áreas de bacias hidrográficas, perdas na vida animal (quando o seu o habitat é destruído, os animais morrem) e perda de biodiversidade.

Agora podemos perceber como o dia 17 de julho - Dia de Proteção às Florestas - é fundamental para que possamos lembrar da importância de conservarmos nossas florestas: aumentar a proteção, manter os múltiplos papéis e funções de todos os tipos de florestas, reabilitar o que está degradado. Isto é, preservar a vida no planeta.

Em termos de diversidade biológica, o Brasil tem uma situação ímpar no mundo. Calcula-se que cerca de um terço da biodiversidade mundial esteja em nosso país, em ecossistemas únicos como a Floresta Amazônica, a Mata Atlântica, os cerrados, áreas úmidas e ambientes marinhos, entre outros.
Só a Amazônia, o maior dos biomas (o bioma é o conjunto dos seres vivos de determinada área) da América do Sul, é metade das florestas tropicais do mundo, com valores altíssimos em termos de biodiversidade, além do enorme potencial genético.

E a Mata Atlântica, desmatada desde os primórdios da colonização do país em ciclos econômicos agrícolas (as plantações de cana de açúcar e de café) ocupada pelo estabelecimento histórico de vilas e cidades acompanhando o litoral, teve o mais alto grau de desmatamento e consequentemente o mais alto grau de perda dos habitats originais. Hoje, o que restou (menos de 8% de sua área primitiva), está fragmentado, sendo melhor a situação na parte costeira da Mata Atlântica (onde o relevo acidentado ajudou na conservação), principalmente em São Paulo, e pior no interior (onde o relevo de planaltos favoreceu a ocupação).
 

Quando uma floresta deixa de existir, perdemos fauna e flora e isso pode provocar, ainda, o desequilíbrio da cadeia alimentar. Com as espécies carnívoras diminuindo, cresce o número de herbívoros, que podem vir a extinguir mais tipos de vegetais.

A perda da cobertura vegetal causa a degradação do solo e, consequentemente, a desertificação.
A destruição das florestas afeta, também, o clima, já que elas têm importante papel na manutenção da temperatura, nos ventos e no ciclo das chuvas.
Preservar florestas é sinônimo de proteger a vida.
 
 
 
Voltamos!!!!
Biblioteca Grandes Escritores e Cultura Nacional
Oi, amigos! Estamos de volta com muitas postagens interessantes e alegres!
 Um grande abraço!!!
Sirlene Brasileirinha, Bruxinha benévola Madame Bene Amitié e indiazinha brasileira Apuana.

23 junho, 2013

 
Momento alegre de incentivo à leitura aqui na Biblioteca Infanto-juvenil Grandes Escritores e Cultura Nacional
 

05 junho, 2013

5 de Junho-Dia Mundial do Meio Ambiente
 
Portal EBC

Este ano, a luta da ONU é contra o desperdício de comida (Trokilinochchi/Creative Commons)
 
O Dia Mundial do Meio Ambiente foi criado pela Organização das Nações Unidas em 1972 para marcar a abertura, no dia 5 de junho, da Conferência de Estocolmo, que foi a primeira reunião com representantes do mundo inteiro para discutir a relação entre o homem e a natureza.
 
A partir desta data, a preservação ambiental passou a ser discutida pelos países e começou a se tornar uma preocupação para as pessoas. Neste dia também foi criado o Programa Ambiental das Nações Unidas, com o propósito de promover essa conscientização.
Para este ano, de 2013, o tema levantado pela ONU é o desperdício de comida. Você sabia que todos os anos 1,3 bilhão de toneladas de alimentos vão para o lixo? Isso daria para alimentar toda a população do mundo que ainda passa fome, segundo as estimativas, 870 milhões de pessoas.
E você? O que faz para evitar o desperdício?
 

05 de Junho Dia Mundial do Meio Ambiente

UNESCO divulga mensagem sobre pensar, comer e salvar para celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente

http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/

Mensagem de Irina Bokova, diretora-geral da UNESCO, por ocasião do Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho de 2013.
 
Pensar, comer, salvar

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) estima que 1,3 bilhão de toneladas de alimentos são desperdiçadas anualmente, enquanto 870 milhões de pessoas permanecem subnutridas.
Esse desperdício é inaceitável, em uma época em que milhões passam fome. Com um impacto crescente no nosso meio ambiente, nós temos de desenvolver métodos mais sustentáveis de produção de alimentos. Nós devemos pensar sobre o que comemos, a fim de salvar nosso planeta.
 
Essa é a mensagem “Pensar, comer, salvar” do Dia Mundial do Meio Ambiente. Essa atitude deve ter início em cada um de nós, no modo como pensamos e agimos, e esse é o motivo pelo qual a educação é tão importante.
 
Como a agência líder da Década das Nações Unidas da Educação para o Desenvolvimento Sustentável (2005-2014), a UNESCO trabalha para empoderar alunos com novas atitudes e valores, para mudar seus comportamentos e estilos de vida. A sustentabilidade é uma responsabilidade que todos nós compartilhamos, e isso inclui alimentar-se de forma sensata e economizar comida. As escolas são a linha de frente na luta contra o desperdício, a fome e a desnutrição. A iniciativa YouthXchange da UNESCO, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), é um exemplo concreto do nosso comprometimento com os jovens para promover a sustentabilidade.
 
A agricultura está profundamente enraizada nos meio ambientes locais – esse é o motivo pelo qual nós devemos desenvolver práticas sustentáveis que sejam significativas para as comunidades locais. A UNESCO criou, em todo o planeta, 600 reservas da biosfera, como locais de aprendizado para o desenvolvimento sustentável. Muitas dessas reservas cultivam alimentos e têxteis produzidos de forma orgânica, o que ajuda a conservar a diversidade biológica e a promover o emprego no meio rural. Das Reservas da Biosfera de Luberon-Lure e de Aya, respectivamente na França e no Japão, à de Dana, na Jordânia, comunidades locais estão desenvolvendo bioprodutos que atendem às necessidades locais e globais, e de forma a contribuir para um meio ambiente saudável e reduzir o desperdício.
 
Não há nada mais cultural e social do que os alimentos. Por meio do seu trabalho para salvaguardar o patrimônio cultural imaterial da humanidade, a UNESCO promove práticas para melhorar a qualidade da alimentação, utilizando as tradições locais. Da dieta mediterrânea à cozinha tradicional mexicana, “comer localmente” significa mais qualidade, menos desperdício e menor produção/consumo de alimentos (foodprint). Isso significa participar de práticas culturais tradicionais e vibrantes. Esse também é o motivo pelo qual é tão importante compartilhar sistemas de conhecimento locais, e aprender sobre sustentabilidade por meio de técnicas tradicionais de caça, pesca e agricultura.
 
 
Nós precisamos acabar com o desperdício de alimentos em todos os pontos deste processo: da produção, transporte e armazenamento até as vendas e o consumo. Cada um nós deve repensar os próprios hábitos alimentares, a fim de causar impacto em toda a cadeia de alimentos. Essa é a forma como vamos lançar as bases para uma maior sustentabilidade, e essa é a mensagem da UNESCO para este Dia Mundial do Meio Ambiente.
 
Irina Bokova

28 maio, 2013

Dia Internacional de Luta Pela Saúde da Mulher e o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna – 28 de maio
 
Idealizada em 2009 pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), a Mobilização Nacional pela Saúde da Mulher e Redução da Morte Materna marca o Dia Internacional de Luta Pela Saúde da Mulher e o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna – 28 de maio – com a realização de seminários, oficinas, debates e marchas. Objetivo é chamar a atenção da sociedade brasileira para o problema das mortes maternas e ampliar o debate público sobre os direitos das mulheres.

http://www.onu.org.br
28 de maio – Dia de Combate à Mortalidade Materna
 
 
Vocês sabiam que 28 de maio é o Dia de Combate à Mortalidade Materna?  A data é dedicada a promover debates públicos sobre o problema das mortes maternas e os direitos das mulheres.
As mortes maternas podem ser resultado de complicações que surgem durante a gravidez, o parto ou o puerpério (período de até 42 dias após o parto), decorrentes de intervenções, omissões, tratamento incorreto. Por exemplo: pressão alta (comum durante a gestação), hemorragias, infecção  e anormalidades da contração uterina.
Por isso, o pré-natal é tão importante, tanto para a saúde do bebê como para a da mãe. Se todas as mães fizessem o pré-natal, com consultas regulares ao médico e realização de exames indicados na gravidez, muitas mortes seriam evitadas.

Dados sobre mortalidade materna- De acordo com o relatório "Tendências sobre a Mortalidade Materna: 1990 a 2010" da ONU, nesse período, as mortes maternas em todo o mundo diminuíram de 543 mil para 287 mil por ano. Nesses 20 anos o Brasil reduziu pela metade as mortes maternas (51%), um índice superior às médias mundial (47%) e latino-americana (41%), mas ainda insuficiente para alcançar a meta número 5 dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, que estabelece uma redução de 75% em relação aos dados de 1990.
A taxa de mortalidade infantil no Brasil teve redução recorde na última década, entre 2000 e 2010, e chegou a 15,6 mortes de bebês de até um ano de idade por mil nascidos vivos, segundo dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
 
No ranking mundial, o Brasil ocupa a 65ª posição com 140 mortes maternas por 100.000 nascidos vivos(n.v.). Países com níveis de pobreza maiores que o nosso, como Uruguai e Cuba tem coeficientes menores que 30/100.000 n.v. (OMS,1987).
 
 
Programas - O principal programa do governo federal de assistência às grávidas e  ao bebê é o Rede Cegonha (LINK), criado em 2011. O programa tem a adesão de 4.729 municípios brasileiros. Foram criados 348 leitos neonatais e requalificados mais 86 em 2011. A previsão é habilitar outros 350 novos leitos neonatal ainda este ano. Atualmente, o Brasil conta com 3.973 de UTI Neonatal e 2.249 leitos de UTI Pediátrico. Estima-se que 91,5% do total de gestantes usuárias do SUS serão atendidas pelo programa.
A  Política Nacional de Aleitamento Materno também tem conseguido ampliar as taxas de aleitamento materno de forma significativa e contribuído efetivamente para que o País atinja as metas internacionais. Nas capitais brasileiras e no Distrito Federal, o tempo médio de aleitamento materno aumentou em um mês e meio entre 1999 a 2008.
http://www.turminha.mpf.gov.br/direitos-das-criancas/saude/turminha-conversa-sobre-drogas-na-infancia-e-adolescencia
Eu digo Rio e Sorrio
Foto: Eu digo Rio e Sorrio

"De um janeiro a outro janeiro,
o Rio leva o ano inteiro
vivendo a marcha famosa:
Cidade Maravilhosa."

(Livro: Eu Digo Rio e Sorrio-Reynaldo Valinho Alvarez-Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro)
"De um janeiro a outro janeiro,
o Rio leva o ano inteiro
vivendo a marcha famosa:
Cidade Maravilhosa."

(Livro: Eu Digo Rio e Sorrio-Reynaldo Valinho Alvarez-Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro)
Bom dia, amigos de todo nosso amado Brasil!
 
Foto: Bom dia! O arquipélago de Fernando de Noronha tem praias paradisíacas, consideradas como as melhores do Brasil. E uma das pérolas de Noronha é e magnífica Praia do Sancho, com águas cristalinas bancos de coral e areias brancas cercadas por penhascos e vegetação.
 
O arquipélago de Fernando de Noronha tem praias paradisíacas, consideradas como as melhores do Brasil. E uma das pérolas de Noronha é e magnífica Praia do Sancho, com águas cristalinas bancos de coral e areias brancas cercadas por penhascos e vegetação.
Bom dia, amigos da nossa amada cidade do Rio de Janeiro!!!
 
 Bom dia, amigos de todo estado do Rio!!!
 
Foto: I-P-A-N-E-M-A
 
Bom dia, amigos de todas as partes do mundo!
 
Foto: voi prendere les piu belle photo di Parigi ? 

Fidati di me :) : http://bit.ly/QFdCd6
(Imagem:http://www.facebook.com/pages/Paris)

27 maio, 2013

27 de Maio-Dia Nacional da Mata Atlântica

http://www.sosma.org.br/

A Mata Atlântica

A Mata Atlântica abrangia uma área equivalente a 1.315.460 km2 e estendia-se originalmente ao longo de 17 Estados (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Alagoas, Sergipe, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí).

Hoje, restam 7,91 % de remanescentes florestais acima de 100 hectares do que existia originalmente. Somados todos os fragmentos de floresta nativa acima de 3 hectares, temos atualmente 11%. É um Hotspot mundial, ou seja, uma das áreas mais ricas em biodiversidade e mais ameaçadas do planeta e também decretada Reserva da Biosfera pela Unesco e Patrimônio Nacional, na Constituição Federal de 1988. A composição original da Mata Atlântica é um mosaico de vegetações definidas como florestas ombrófilas densa, aberta e mista; florestas estacionais decidual e semidecidual; campos de altitude, mangues e restingas.

Vivem na Mata Atlântica cerca de 112 milhões de habitantes ou mais de 61% da população do País. O Projeto de Lei da Mata Atlântica, que regulamenta o uso e a exploração de seus remanescentes florestais e recursos naturais, tramitou por 14 anos no Congresso Nacional e foi finalmente sancionado pelo presidente Lula em dezembro de 2006.
O Brasil já tem mais de 700 RPPNs reconhecidas, sendo que mais de 600 delas estão na Mata Atlântica. Das 633 espécies de animais ameaçadas de extinção no Brasil, 383 ocorrem na Mata Atlântica.

http://www.sosma.org.br/nossa-causa/a-mata-atlantica/
Madame Bene Amitié
Vamos assistir juntinhos esta incrível aventura com o Saci - mito do nosso Folclore Nacional
 
Sítio do Picapau Amarelo- Rede Globo de TV


Vídeo: You Tube-Pablo Mingoti

Bruxinha Madame Bene Amitié - O Saci

Vamos começar nossas aventuras pelo maravilhoso Folclore Brasileiro com o nosso querido Saci.
 
"Nosso folclore é rico em monstrengos, também chamados de mitos. Essas histórias de seres sobrenaturais são muito antigas e variam de uma região para outra. Neste texto, foram escritas de modo a preservar o jeito como se fala."  ( Escritor Ricardo Azevedo)
(Imagem: O Saci e Pedrinho-Sítio do Picapau Amarelo)
O Saci
Gente da cidade grande, acostumada com luz elétrica, entregador de pizza, televisão, poluição, telefone celular, trânsito e computador, não entende nada de saci, só vai ver o saci no dia de São Nunca. Acontece que o saci é filho do mistério, filho do vento que assobia, filho das sombras que formam figuras no escuro da floresta, filho do medo de assombração. O saci é uma dessas coisas que ninguém explica.

... Dizem que o saci tem mania de esconder as coisas e depois fica escondido, dando risada, enquanto a gente faz papel de bobo.O saci é um ser misterioso habitante do mato. Sua aparência é a de um negrinho pequeno e risonho, de uma perna só, com capuz vermelho enterrado na cabeça, sem pelos no corpo, nem órgãos para fazer xixi e cocô. Costuma ter três dedos nas mãos, que são furadas, e, quando quer, solta um assobio misterioso e fica invisível. Além disso, vive com o joelho machucado e sabe comandar os mosquitos, pernilongos e pulgas que vivem atazanando
a vida da gente. Tem outra coisa: o malandrinho aprecia fumar cachimbo e consegue soltar fumaça pelos olhos! Quando está de bom humor, pode ajudar as pessoas a encontrar objetos perdidos. Em compensação, adora pregar as piores peças nos outros: faz os viajantes errarem seu caminho, esconde dinheiro e coisas de estimação, faz vasos, pratos e copos caírem sem
motivo e quebrarem, gosta de judiar dos bichos e é especialista em fazer comida gostosa dar  dor de barriga...
O saci pode ser perigoso. Às vezes chama as criancinhas, canta, dança, inventa lindas histórias e acaba fazendo as infelizes se perderem na floresta. Pode também fazer um caçador entrar no mato e nunca mais voltar.
Em certos lugares, dizem que o danado, quando perseguido, dá risada, vira passarinho e desaparece deixando todo mundo de queixo caído.
  

Para dominar o saci só tem um jeito: primeiro, pegar uma peneira. Segundo, esperar um rodamoinho dos fortes. Terceiro, atirar a peneira bem em cima do pé-de-vento. Quarto, agarrar o saci que aparecer preso na peneira. Quinto, arrancar seu capuz e, sexto, prender o espertinho dentro de uma garrafa. Sem aquele gorro vermelho o saci fica apavorado, ameaça, geme, choraminga, fala palavrão, implora e acaba fazendo tudo o que a gente quer.
Pode até ser bom morar na cidade, mas como seria gostoso, um dia, assim, de repente, encontrar um saci de verdade fazendo bagunça, fumando cachimbo, soltando fumaça pelos olhos, virando passarinho e sumindo no espaço!

Ricardo Azevedo. Bazar do folclore-Ministério da Educação-FNDE-Literatura em Minha Casa
 
 
 
 
 
 
Bruxinha Madame Bene Amitié
 

Amigos, vocês sabiam que as corujas podem dobrar o pescoço a 270 graus sem lesionar os vasos sanguíneos e tendões?
 
 
 
Oiiii!!! Tudo bem?
Foto: Foto do dia: as corujas podem dobrar o pescoço a 270 graus sem lesionar os vasos sanguíneos e tendões

Foto: Matthew Paulson/National Geographic
(Foto: Matthew Paulson/National Geographic)
Bruxinha Madame Bene Amitié-Folclore brasileiro

Vamos conhecer nosso maravilhoso Folclore Nacional!

(Mula sem cabeça)

Você sabe como surgiu a palavra folclore?
 Em 22 de agosto de 1846, o pesquisador e arqueólogo inglês William John Thomas deu origem à palavra folclore. Ele atribuiu a dois vocábulos antigos: Folk (significa povo) e Lore (significa conhecimento ou ciência). 
Folclore ou saber popular, significa um conjunto de todas as tradições, lendas e crenças de um país. Tradições culturais que vão passando de pais para filhos.
 A formação do folclore brasileiro teve suas origens na mistura de três elementos básicos: o índio, o branco e o negro. O Brasil possui um dos folclores mais ricos de todo o mundo. São danças, festas, comidas, obras de arte, superstições, comemorações e representações que pelos quatro cantos do país, exaltam a nossa cultura.

Conhecer o folclore brasileiro é muito interessante e divertido! Teremos muitas aventuras!
 
Mensagem do Secretário-Geral da ONU para o Dia da África – 25 de maio
 
 
 
Ban Ki-moon, Secretário-Geral da ONU

Todo ano, o Dia da África proporciona uma oportunidade para reconhecer os êxitos alcançados pelos povos e governos da África e para reafirmar o apoio das Nações Unidas aos seus esforços para construir um futuro melhor.
As Nações Unidas felicitam os esforços recentes da África para consolidar sua arquitetura de paz e segurança, e para rejeitar mudanças de poder inconstitucionais. Vamos continuar a trabalhar em conjunto com os países do continente africano na construção de uma paz douradora, na resolução de conflitos armados, promoção da democracia e dos direitos humanos fundamentais, especialmente os direitos das mulheres e da juventude.

A África é um continente dinâmico que está passando por uma transformação fundamental. Mesmo durante a crise econômica mundial, a economia africana continuou expandindo-se e as previsões de crescimento continuam positivas. No entanto, os benefícios não estão chegando a todos os africanos. Pobreza, fome e disparidades no acesso a saúde, educação e participação na sociedade estão impedindo centenas de milhões de africanos de alcançar seu potencial máximo. Precisamos fazer esforços suplementares para atingir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) em 2015.

O crescente número de histórias de sucesso em toda a África indica que um progresso econômico e social mais abrangente está ao alcance da maioria dos africanos. Eu testemunhei pessoalmente os benefícios que se obtêm quando se investe na saúde das mulheres e crianças e na agricultura sustentável. Passei muitas horas na companhia de líderes africanos que estão empenhados na paz, direitos humanos, direitos humanos, democracia e boa governança.
O desafio é ampliar esses progressos para assegurar que eles cheguem a todos os africanos, especialmente às pessoas mais pobres e vulneráveis de todo o continente. Em particular devemos enfrentar o espectro da fome – desde os mais visíveis episódios de emergência alimentar até ao obscuro fenômeno da desnutrição crônica que está afetando uma nova geração de crianças africanas.
Muitas destas questões vão estar sobre a mesa durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) que vai ter lugar no próximo mês no Brasil. A Rio+20 é uma oportunidade única para uma geração de poder moldar o futuro que queremos, um futuro onde a mudança climática e a desertificação já não sejam ameaças, onde a mortalidade materna e infantil devastadora, e doenças como a AIDS e a tuberculose estejam consignadas ao passado, onde todas as pessoas têm acesso a água potável e a saneamento.

Desde a energia renovável aos oceanos, do empoderamento das mulheres ao estabelecimento de parcerias produtivas entre governos, sociedade civil e empresas, a Rio+20 é a nossa oportunidade de cumprir o prometido, especialmente na África. Na comemoração deste dia da África, enquanto o mundo procura formar uma nova parceria global para o desenvolvimento sustentável, eu prometo trabalhar com os líderes e as pessoas da África para implementar um agenda que procura dar respostas às necessidades da África. Uma agenda que vai colocar o continente no caminho para o futuro que todos queremos: dinâmico, justo e com um desenvolvimento sustentável que beneficie todos os africanos.

22 maio, 2013


Biodiversidade Brasileira
 
                                                            
    Ministério do Meio Ambiente
                                     
O Brasil é um país de proporções continentais: seus 8,5 milhões km² ocupam quase a metade da América do Sul e abarcam várias zonas climáticas – como o trópico úmido no Norte, o semi-árido no Nordeste e áreas temperadas no Sul. Evidentemente, estas diferenças climáticas levam a grandes variações ecológicas, formando zonas biogeográficas distintas ou biomas: a Floresta Amazônica, maior floresta tropical úmida do mundo; o Pantanal, maior planície inundável; o Cerrado de savanas e bosques; a Caatinga de florestas semi-áridas; os campos dos Pampas; e a floresta tropical pluvial da Mata Atlântica. Além disso, o Brasil possui uma costa marinha de 3,5 milhões km², que inclui ecossistemas como recifes de corais, dunas, manguezais, lagoas, estuários e pântanos.

A variedade de biomas reflete a enorme riqueza da flora e da fauna brasileiras: o Brasil abriga a maior biodiversidade do planeta. Esta abundante variedade de vida – que se traduz em mais de 20% do número total de espécies da Terra – eleva o Brasil ao posto de principal nação entre os 17 países megadiversos (ou de maior biodiversidade).

Além disso, muitas das espécies brasileiras são endêmicas, e diversas espécies de plantas de importância econômica mundial – como o abacaxi, o amendoim, a castanha do Brasil (ou do Pará), a mandioca, o caju e a carnaúba – são originárias do Brasil.

Mas não é só: o país abriga também uma rica sociobiodiversidade, representada por mais de 200 povos indígenas e por diversas comunidades – como quilombolas, caiçaras e seringueiros, para citar alguns – que reúnem um inestimável acervo de conhecimentos tradicionais sobre a conservação da biodiversidade.

Porém, apesar de toda esta riqueza em forma de conhecimentos e de espécies nativas, a maior parte das atividades econômicas nacionais se baseia em espécies exóticas: na agricultura, com cana-de-açúcar da Nova Guiné, café da Etiópia, arroz das Filipinas, soja e laranja da China, cacau do México e trigo asiático; na silvicultura, com eucaliptos da Austrália e pinheiros da América Central; na pecuária, com bovinos da Índia, equinos da Ásia e capins africanos; na piscicultura, com carpas da China e tilápias da África Oriental; e na apicultura, com variedades de abelha provenientes da Europa e da África.

Este paradoxo traz à tona uma ideia premente: é fundamental que o Brasil intensifique as pesquisas em busca de um melhor aproveitamento da biodiversidade brasileira – ao mesmo tempo mantendo garantido o acesso aos recursos genéticos exóticos, também essenciais ao melhoramento da agricultura, da pecuária, da silvicultura e da piscicultura nacionais.

Como se sabe, a biodiversidade ocupa lugar importantíssimo na economia nacional: o setor de agroindústria, sozinho, responde por cerca de 40% do PIB brasileiro (calculado em US$ 866 bilhões em 1997); o setor florestal, por sua vez, responde por 4%; e o setor pesqueiro, por 1%. Na agricultura, o Brasil possui exemplos de repercussão internacional sobre o desenvolvimento de biotecnologias que geram riquezas por meio do adequado emprego de componentes da biodiversidade.

Produtos da biodiversidade respondem por 31% das exportações brasileiras, com destaque para o café, a soja e a laranja. As atividades de extrativismo florestal e pesqueiro empregam mais de três milhões de pessoas. A biomassa vegetal, incluindo o etanol da cana-de-açúcar, e a lenha e o carvão derivados de florestas nativas e plantadas respondem por 30% da matriz energética nacional – e em determinadas regiões, como o Nordeste, atendem a mais da metade da demanda energética industrial e residencial. Além disso, grande parte da população brasileira faz uso de plantas medicinais para tratar seus problemas de saúde.

Por tudo isso, o valor da biodiversidade é incalculável.

Sua redução compromete a sustentabilidade do meio ambiente, a disponibilidade de recursos naturais e, assim, a própria vida na Terra. Sua conservação e uso sustentável, ao contrário, resultam em incalculáveis benefícios à Humanidade.

Neste contexto, como abrigo da mais exuberante biodiversidade do planeta, o Brasil reúne privilégios e enorme responsabilidade.




22 de maio Dia Internacional da Biodiversidade
Ministério do Meio Ambiente
http://www.mma.gov.br/
 
Mas o que é a Biodiversidade?

A biodiversidade é a exuberância da vida na Terra – num ciclo aparentemente interminável de vida, morte e transformação.

A biodiversidade é você; a biodiversidade é o mundo; você é o mundo. Seu corpo contém mais de 100 trilhões de células e está conectado ao planeta por um sistema complexo, infinito e quase insondável: você compartilha átomos com tudo o que existe no mundo ao seu redor.

Estima-se que até 100 milhões de diferentes espécies vivas dividam este mundo com você (ainda que menos de 2 milhões sejam conhecidas): a biodiversidade abrange toda a variedade de espécies de flora, fauna e micro-organismos; as funções ecológicas desempenhadas por estes organismos nos ecossistemas; e as comunidades, habitats e ecossistemas formados por eles. É responsável pela estabilidade dos ecossistemas, pelos processos naturais e produtos fornecidos por eles e pelas espécies que modificam a biosfera. Assim, espécies, processos, sistemas e ecossistemas criam coletivamente as bases da vida na Terra: alimentos, água e oxigênio, além de medicamentos, combustíveis e um clima estável, entre tantos outros benefícios.

O termo biodiversidade diz respeito também ao número de diferentes categorias biológicas (riqueza) da Terra e à abundância relativa destas categorias (equitabilidade), incluindo variabilidade ao nível local (alfa diversidade), complementaridade biológica entre habitats (beta diversidade) e variabilidade entre paisagens (gama diversidade).

Por tudo isso, o valor da biodiversidade é incalculável. Apenas quanto ao seu valor econômico, por exemplo, os serviços ambientais que ela proporciona – enquanto base da indústria de biotecnologia e de atividades agrícolas, pecuárias, pesqueiras e florestais – são estimados em 33 trilhões de dólares anuais, representando quase o dobro do PIB mundial.

Mas esta exuberante diversidade biológica global vem sendo dramaticamente afetada pelas atividades humanas ao longo do tempo – e hoje a perda de biodiversidade é um dos problemas mais contundentes a acometerem a Terra. A crescente taxa de extinção de espécies – que estima-se estar entre mil e 10 mil vezes maior que a natural – demonstra que o mundo natural não pode mais suportar tamanha pressão.

O Dia Internacional da Biodiversidade – convida o mundo a celebrar a vida na Terra, a refletir sobre o valor da biodiversidade e a agir para protegê-la. E a hora de
agir é agora.