20 abril, 2011

Se seus heróis são maus exemplos ou morreram de overdose, você precisa rever seus conceitos!



Na novela da Globo “ Ti-Ti-Ti” de Maria Adelaide Amaral, assisti a uma cena, muito interessante protagonizada pela querida e talentosa Drica Moraes e Clara Tiezzi, uma excelente atriz mirim de onze anos. Teresa Batalha (Drica) faz apologia aos seus heróis que morreram por overdose citando a música (do Cazuza e Frejat). Mabi a personagem representada por clara fez um importantíssimo comentário: “ Se seus heróis morreram de overdose, era melhor que ela revisse seus conceitos quanto aos heróis escolhidos”.


A mensagem que a autora Maria Adelaide Amaral nos transmitiu foi imprescindível.
Este assunto merece a reflexão e a discussão em família. Nas escolas, pode ser utilíssimo material a ser trabalhado com muito proveito, entre educadores e alunos.



Quem são os heróis de nossas crianças, adolescentes e jovens?

É muito importante que estimulemos boas referências, principalmente entre crianças e adolescentes, para que enriqueçam o universo infantil com exemplos edificantes. Com os valores humanos que contribuem para uma saudável formação moral e ética.


Quem nossas crianças consideram seus exemplos de conduta, de inteligência e de sucesso? Serão apenas os mais bonitos? Os mais ricos? Os que estão na mídia? Ou são os mais esforçados? São aqueles que venceram, após superarem suas adversidades, sempre com determinação e ética para alcançarem seus objetivos? Que mostraram seu talento com dignidade e se tornaram famosos pela genialidade e principalmente por terem nobreza de caráter?

O Brasil tem seus heróis. Heróis que por mérito, devem ser conhecidos por nossas crianças. Encontram-se nas ações solidárias, nas expressões artísticas, na ciência, na educação, nos esportes, na literatura, etc.
É preciso valorizarmos estes homens e mulheres geniais aqueles que contribuíram e os que estão contribuindo para a construção de nossa nação, para a nossa história e para que o Brasil fosse respeitado no exterior por seus valores científicos, culturais e artísticos.

A criança que desenvolve sentimentos nacionalista e é estimulada às referências positivas, se interessa mais pela busca do conhecimento, torna-se um adulto mais íntegro, que ama e tem orgulho do seu país.

Alguns dos nossos heróis nacionais
:




Joaquim José da Silva Xavier(Tiradentes) e Rui Barbosa



Oswaldo Cruz e Betinho-Herbert de Souza




Pelé-Édson Arantes do Nascimento e Santos Dumont



Ayrton Senna e Zumbi dos Palmares



Marechal Rondom e José Bonifácio de Andrada e Silva

19 abril, 2011

Dia 19 de abril
O Dia do Índio





A data foi criada no Brasil pelo presidente Getúlio Vargas, em 1943. A escolha foi uma homenagem ao I Congresso Indigenista Interamericano, um evento realizado no México, em 1940, que reuniu representantes de países da América para tomar decisões políticas importantes.

Os índios também foram convidados, mas ficaram desconfiados. A história de convivência entre homens brancos e índios não é pacífica, mas repleta de guerras. Depois de alguns dias, porém, os indígenas resolveram dar um voto de confiança e foram à reunião no dia 19 de abril.



Quando nosso amado Brasil foi descoberto em 1500, era habitado por 5 milhões de índios. Milhares de anos antes dos portugueses chegarem a estas terras, os antepassados dos povos indígenas já viviam aqui.



Os Tupis foram os primeiros povos encontrados pelos portugueses. Os Tupis habitavam a costa brasileira, desde o sul do atual estado de São Paulo até o Ceará.

Viviam em grupos de famílias ou tribos e moravam em palhoças chamadas ocas. O agrupamento de ocas formava a aldeia ou taba.



A caça, a pesca e a navegação eram muito praticadas pelos povos Tupis. Essas atividades garantiam grande parte dos alimentos que eles consumiam. Em suas canoas, os tupis se deslocavam pelos rios e pela costa do Brasil, pescando e explorando novas áreas.

Os índios em várias regiões no brasil, alimentavam-se de caça, da pesca e de vegetais. Cultivavam algumas plantas como, batata-doce, feijão, milho, abóbora e pimentas. O Principal alimento cultivado dos Tupis era a mandioca.

Os índios andavam quase nus e enfeitavam-se com penas e colares.



Em cada tribo havia um chefe chamado pajé, era o sacerdote da tribo e também o curandeiro. Os índios acreditavam na existência de um deus a quem chamavam Tupã.

Eles criavam armas como o arco, o tacape também chamado de pau-pesado, a flecha e a zarabatana.




Os índios também fazem parte dos chamados povos da floresta. Como os seringueiros, eles sobrevivem dos recursos da terra. Para os indígenas, a terra não é uma mercadoria que pode ser comprada, vendida ou arrendada. Acreditam que a terra é um bem que liga o povo aos seus antepassados, sua cultura e suas tradições.

A Constituição de 1988 reconheceu os índios como os donos naturais das terras por eles ocupadas. Pela Lei, terras indígenas são aquelas habitadas pelos índios em caráter permanente e utilizadas para praticar a agricultura, a caça, a pesca, a coleta de frutos e outras atividades.




As terras indígenas pertencem ao Estado. Elas não podem ser comercializadas e só podem ser exploradas pelos próprios índios. Cabe unicamente ao Estado demarcar os limites das terras indígenas e zelar pela sua preservação.

Infelizmente, apesar da Constituição de 1988, as terras indígenas são constantemente invadidas por madeireiros, fazendeiros e mineradores. Como os seringueiros, os índios lutam para expulsar os invasores e preservar as terras indígenas e toda a sua riqueza natural.


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Os índios, hoje

Alguns indígenas brasileiros ainda vivem isolados e sem contato com o homem branco, mas boa parte deles está integrada à vida moderna .

Manoella Oliveira





19 de abril é o Dia do Índio e, para comemorar a data, é comum que crianças pintem o rosto e façam enfeites que imitam cocares para colocar na cabeça. Esses são dois costumes conhecidos dos índios, mas eles têm muitos outros hábitos que estão se modificando ao longo do tempo. Vários, como tomar banho todos os dias, nós herdamos desses povos, assim como algumas palavras, como abacaxi e outras que dão nome a cidades por todo o Brasil, como Itacarambi e Itabirito.



Hoje, são 230 povos e, pelo menos a metade, vive quase que exclusivamente das fontes tradicionais (caça e pesca), como os Piripikura que vivem no Mato Grosso, enquanto outros já sabem usar computador, falam português e até atuam como políticos. Como você pode perceber, não dá para generalizar o modo de viver dos índios porque cada grupo vive de um jeito. Muitas pessoas se lamentam por pensarem que os indígenas estão perdendo sua cultura por ficarem cada vez mais parecidos com os homens brancos. Mas os indígenas se defendem e dizem que o modo de vida de toda sociedade se transforma com o passar do tempo e, com eles, não poderia ser diferente.

“As pessoas, normalmente, têm uma imagem do índio de 1500, da época da colonização, que vive na mata e é alheio às tecnologias. Na verdade, tudo caminhou, inclusive nas comunidades indígenas. A cultura é mutável mesmo, não é fixa”, explica Verônica Mendes Pereira, mestre em educação escolar indígena e professora do curso de licenciatura indígena da UFMG – Universidade Federal de Minas Gerais – ela dá aula para os professores índios para que eles possam ensinar melhor aos seus alunos indiozinhos nas escolas.





DIFERENTE, MAS IGUAL

Hoje, existem muitos índios que vivem em casas que têm luz elétrica e som. Já somam 5 mil os índios matriculados em universidades, estudando Medicina e Direito, por exemplo, e 20 mil os professores indígenas que ensinam nas línguas que falam. “O que caracteriza ser índio ou não é o jeito de viver, que está muito ligado a símbolos: por exemplo, o jeito de eles explicarem como acontecem os fenômenos da natureza, como os trovões, a chuva...é tudo mitológico”, diz a professora.



Ela conta, ainda, que mitos não são mentirinhas, mas são as maneiras com que cada tribo explica o mundo, é a ciência delas. “Os Xacriabá não falam língua indígena, mas preservam o mito de Iaiá Cabocla, que é uma onça que protege o território, as crianças e a aldeia. Um índio não deixa de ser índio porque tem carro”, defende.



“Os índios mantêm um espírito de continuidade, voltam às suas terras para fazer seus rituais. Alguns ainda vivem caçando e pescando como fizeram na vinda dos portugueses, outros vivem de em contato com os brancos, mas preservam sua cultura. O contato com outras culturas leva à adaptação. Os brasileiros também vivem com uma série de criações dos europeus e norteamericanos” , diz o professor do Departamento de Antropologia da UFF - Universidade Federal Fluminense - Mércio Gomes, que também foi presidente da FUNAI – Fundação Nacional do Índio – de 2003 a 2007.




ESCOLA DE ÍNDIO



Aproximadamente, 0,5% da população brasileira é indígena, está distribuída em todos os estados do país com maior concentração no Norte. Existem 180 línguas diferentes e essa é apenas uma das características que diferencia um grupo dos outros.



De acordo com Verônica, a partir da legislação de 1988, conhecida como Constituição Cidadã, os índios conquistaram seus direitos, o que colaborou para o aumento das populações. O professor Mércio discorda. Ele afirma que, mesmo antes dessa Constituição, o número de indígenas crescia e eles já tinham alguns direitos.

“A grande alegria para a nação brasileira é que passados 500 anos da chegada dos portugueses, os povos indígenas estão crescendo. Na década de 1970, eles pareciam entrar em extinção, porque eles morriam de varíola, tuberculose e sarampo. Com o tempo, os remédios foram chegando, algumas doenças acabaram, eles adquiriram imunidade e, hoje, eles crescem a 4% ao ano enquanto o Brasil cresce a menos de 2%”, conta o professor. A população era de 100 mil, em 1955, e, agora, eles são 500 mil. Em cinqüenta anos, eles quase quintuplicaram!



Uma vitória indiscutível da Constituição de 1988 é a escola indígena, um lugar de ensino onde os alunos e os professores são índios. Nelas, eles podem ensinar apenas na língua própria, em português, ou nos dois idiomas. Os professores que dão aula nesses colégios são preparados por outras pessoas que trabalham em universidades, como a Verônica.

A ideia é que a escola tenha “um pé dentro da aldeia e o outro fora dela”, o que significa que os estudantes aprendem conteúdos ligados à cultura deles, como na disciplina “o uso da terra” que ensina a composição do solo, o tipo de plantas que nasceram ali, quais os chás que podem ser feitos e para que eles servem. Ao mesmo tempo, estudam como o governo e a sociedade podem ajudá-los, que direitos eles têm, entre outras utilidades. Aliás, um problema comum aos índios é a demarcação de terras – espaço destinados para eles morarem.

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Para aprofundar sua leitura, leia também:
Vida na aldeia
Povos diferentes
Campus Party: os índios também estão on-line
Constituição Federal
A floresta, a clima e o lugar do índio
Pela liberdade dos índios


http://planetasustentavel.abril.com.br/planetinha/fique-ligado/conteudo_planetinha_449278.shtml



Fonte da imagem: Foto Oswaldo Forte/ Latinstock noticiasdooeste.com



As diferentes tribos contribuíram em diversas áreas para nossa cultura. Aprendemos com os índios desde técnicas de preparo do solo para agricultura, como cerâmica, tecelagem e trançados, até a fabricação de canoas com casca de árvores.
Na alimentação temos a inflências do costume indígena, com o consumo de arroz, milho, mandioca, a tapioca, o açaí, o urucum para dar cor aos alimentos (conhecido como Coloral), etc.
Na música copiamos os instrumentos chocalhos e flautas. E na medicina alternativa, aprendemos com os índios a curarmos doenças utilizando diversas ervas.




Fonte da foto: expomar-rio.com.br

Na nossa linguagem utilizamos muitas palavras indígenas, tais como: abacaxi, arara, capim, catapora, cipó, cuia, cumbuca, cupim, Goiás,Grajaú, Guarujá, Guarulhos, Ipanema, Jacarepaguá, Jundiaí, jabuti, jacaré, jibóia, jururu, mandioca, mingau, minhoca, Paraíba, Paraná, paçoca, pereba, peteca, pindaíba, pipoca, preá, sarará, Sergipe, tamanduá, tapera, taquara, toca, traíra, Uberaba, xará, etc.







vídeo de iiTllTii

19 de Abril




Dia do Exército Brasileiro




Fonte da foto: forte.jor.br



A força da nossa força

Somos o que é a miscigenada população brasileira: brancos, negros, índios, homens e mulheres de todas as classes e credos. Nem um predicado a mais, nem menos. Simplesmente, a expressão armada do povo e da liberdade: uma Força Solidária, vibrante e vitoriosa. Em nossos quartéis, valorizamos os méritos, as ideias, a ação e a solidariedade. É esta força coletiva _ um por todos e todos, todos por um que tem feito do Exército Brasileiro uma Força sempre à altura da grandeza do Brasil.





CCOMSEX-Centro de Comunicação Social do Exército



Foto :Aurélio Alonso/Rede APJ/ADI- www. araraquara.com
Soldado Brasileiro da Tropa de Paz da ONU-Carinho com as crianças Haitianas


Há coisas na vida que foram feitas mais para ser sentidas do que explicadas. Por exemplo: ser soldado. Pode-se perguntar: Que tipo de estímulo leva a entregar-se aos sacrifícios sem a contrapartida de maior recompensa senão sentir-se realizado com a missão bem cumprida? “Ou então: Que o leva a saltar de para-quedas, escalar montanhas, meter-se na selva e na caatinga, cruzar os pantanais, vadear os rios e atravessar os pampas, indo a toda parte que a Pátria lhe ordenar, sem reclamar de nada? Impossível responder. Afinal, ser soldado é um estado de espírito.
...Vale a pena ser soldado! Vale a pena ser do Exército Brasileiro! E ninguém tente entender! Melhor apenas sentir...

...Eu, você, quem somos sozinhos?

Juntos somos A Força da Nossa Força.



Lindos poemas da revista A Força da Nossa Força-Exército Brasileiro-Publicação CCOMSEX-Centro de Comunicação Social do Exército
http://www.exercito.gov.br/web/guest/o-exercito







Guarnição de Brasília comemora o Dia do Exército





Palanque Principal




Brasília – No dia 19 de abril, comemorou-se o Dia do Exército na Guarnição de Brasília, 363º aniversário da 1ª Batalha dos Guararapes, com uma formatura presidida pela Presidenta da República, DILMA ROUSSEF, acompanhada do Vice-Presidente da República, MICHEL TEMER, do Presidente da Câmara dos Deputados, MARCO MAIA, do Presidente do Supremo Tribunal Federal, CEZAR PELUSO, do Ministro da Defesa, NELSON JOBIM, demais Ministros de Estado, do Comandante do Exército, General- de- Exército ENZO MARTINS PERI, do Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, dos Comandante da Marinha e da Aeronáutica, de Ministros do Superior Tribunal Militar, de Oficiais-Generais do Alto-Comando do Exército, do Almirantado e do Alto-Comando da Aeronáutica, de Oficiais-Generais da Guarnição de Brasília, de autoridades civis e militares e de convidados.

Durante a cerimônia, foram condecoradas com a Ordem do Mérito Militar personalidades e autoridades civis e militares, nacionais e estrangeiras, que prestaram relevantes serviços ao Exército, bem como as Organizações Militares e Instituições Civis, nacionais e estrangeiras, credoras de homenagem especial do Exército Brasileiro.




Mensagem da Presidenta da República por ocasião do Dia do Exército
Brasília – No dia 19 de abril, foi lida a mensagem da Presidenta da República, DILMA ROUSSEFF, durante a cerimônia de comemoração do Dia do Exército.
Leia na íntegra a mensagem.





"Integrantes do Exército Brasileiro!

Na data de hoje, há trezentos e sessenta e três anos, travou-se em Pernambuco a Batalha de Guararapes. Naquele 19 de abril, em uma época em que o Brasil ainda não existia como nação independente, já existiam brasileiros.

Homens e Mulheres, brancos, negros e índios dispostos a arriscar suas próprias vidas contra o invasor estrangeiro, em defesa dos interesses da Pátria.

É muito apropriado, por esta razão que o dia 19 de abril tenha sido escolhido como o Dia do Exército.




O que aconteceu em Guararapes contribuiu para cimentar as bases da nossa nacionalidade.

A missão que teve início naquele dia de 1648 continuou a ser desenvolvida ao longo do tempo e se confunde, hoje, com a própria essência do Exército Brasileiro.
As tropas da Força Terrestre, em permanente prontidão, são a garantia indispensável da segurança do país.

Um país de vocação pacífica e democrática, que valoriza o diálogo, a justiça, o respeito aos direitos humanos e que vem se consolidando como uma sociedade próspera e fraterna, que busca a igualdade de oportunidades para todos. Na verdade, uma das maiores democracias do mundo.

O exército desempenha, nesse contexto, tarefas da maior importância. Os soldados brasileiros desenvolvem – em todo o território nacional e nas regiões mais remotas e isoladas do Brasil – ações de cunho social de valor inestimável: levando serviços de saúde a populações carentes, prestando socorro em situações de calamidade, apoiando os trabalhos da Justiça Eleitoral, participando de projetos de instalação de infra-estrutura física ou, em caráter emergencial, garantindo a lei e a ordem.





Nosso Exército é respeitado dentro e fora do país. Reconhecido pelas conquistas de nossos pracinhas em solo europeu, durante a Segunda Guerra Mundial, e pela participação em missões de paz da Organização das Nações Unidas em todo o mundo.

No comando da Missão para a Estabilização do Haiti, por exemplo, o Exército Brasileiro vem dando mais um exemplo de responsabilidade, humanidade e honradez. Essa éuma extraordinária atividade de apoio e pacificação de uma nacionalidade que sofreu toda sorte de privações.




A sociedade brasileira tem plena confiança na eficiência dos integrantes da Força Terrestre. Os valores que lhes são inerentes – patriotismo, profissionalismo e dedicação – fazem dessa instituição uma fonte permanente de orgulho para o País.

Em nome de todos os brasileiros e brasileiras, a Presidenta da República tem a satisfação de prestar, na data de hoje, justa e sincera homenagem aos homens e mulheres que integram o Exército Brasileiro.

Trabalhadores altivos e abnegados, nossos soldados cumprem a nobre missão de contribuir para o desenvolvimento do país e de zelar pela defesa da soberania nacional.

Parabéns, Exército Brasileiro!"




Escolta de Honra

Recepção do Comandante do Exército

Guarda de Honra






Desfile da Tropa





Fonte do texto e fotos: Centro de Comunicação Social do Exército
http://www.exercito.gov.br/web/midia-impressa

18 abril, 2011

18 de abril Dia Nacional do Livro Infantil


“Um país se faz com homens e livros”

Monteiro Lobato

Em 18 de abril, comemoramos o Dia Nacional do Livro Infantil, em homenagem a Monteiro Lobato. Um dos maiores escritores brasileiros, autor de livros infantis.

Lobato nasceu em Buquira, município de Taubaté, em São Paulo. Neste dia, o Brasil presta homenagem a um grande brasileiro que sempre se preocupou com o desenvolvimento do País. Lutou pela exploração do petróleo no Brasil.


José Renato Monteiro Lobato é seu nome de batismo. Foi advogado, jornalista, editor e escritor. Escreveu os primeiros livros da literatura infantil nacional. Em 1920 publica seu primeiro livro infantil A menina de Narizinho Arrebitado.


Entre suas criações infantis, encontra-se o Sítio do Picapau Amarelo, onde nos apaixonamos com os personagens Dona Benta, Pedrinho, Narizinho, Tia Nastácia, A bonequinta Emília, Visconde de Sabugosa, Tio barnabé e o Marquês de Rabicó.


É muito importante conhecermos e valorizarmos toda a obra literária do querido José Bento Monteiro Lobato, pelo seu grande exemplo de leitor que desde os 7 anos de idade, já se interessava em ler os livros de seu avó, O visconde de Tremembé.


Além de Monteiro Lobato, a nossa literatura é ricamente representada por outros grandes escritores, que também produziram maravilhosas obras infantis, tais como:


. Érico Veríssimo, que escreveu, para as crianças, Os três porquinhos pobres, As aventuras de Tibicuera, além de outras obras famosas.


. Ziraldo, que escreveu o Menino Maluquinho, entre tantos outros livros para crianças.


.Ruth Rocha, seus livros fazem imenso sucesso entre a garotada. A árvore do Beto, Bom dia, todas as cores, A cinderela das bonecas, Marcelo, marmelo, martelo; e muitos outros interessantes e divertidos livros infantis.



Leiam também Ana Maria Machado, Eva Furnari, Lygia Bojunga, Rachel de Queiroz e todos os nossos grandes autores nacionais.


Novela Sete Pecados produzida e exibida pela Rede Globo em 2007- Incentivo à leitura

O Brasil é Lindo! Repleto de riquezas nas mais variadas expressões culturais e artísticas.


Ouçam Roberto Carlos uma de nossas grandes riquezas nacionais, cantando a música Eu sei que vou te amar e declamando o Soneto de Fidelidade de Vinícius de Morais



vídeo de Djugarry


Soneto de Fidelidade


De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.



Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento



E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama


Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.



Soneto de Vinícius de Moraes




Eu Sei Que Vou te Amar


Composição : Tom Jobim / Vinícius de Moraes




Eu sei que vou te amar

Por toda a minha vida eu vou te amar

Em cada despedida eu vou te amar

Desesperadamente, eu sei que vou te amar

E cada verso meu será

Prá te dizer que eu sei que vou te amar

Por toda minha vida

Eu sei que vou chorar

A cada ausência tua eu vou chorar

Mas cada volta tua há de apagar

O que esta ausência tua me causou

Eu sei que vou sofrer a eterna desventura de viver,

A espera de viver ao lado teu

Por toda a minha vida

13 abril, 2011







O nascimento é a celebração maior da vida, quando uma nova pessoa surge e traz felicidade para todos. Mas existe outro momento que enche de alegria os corações de muitos: é o nascer de novo. A oportunidade de recomeçar a vida, quando as esperanças já são poucas, é o maior presente que alguém pode receber. E existem pessoas que precisam muito deste presente. Por isso, o Ministério da Saúde está investindo na conscientização a respeito da Doação de Órgãos. Sua participação é fundamental.




Seus órgãos, tecidos, medula óssea e sangue podem salvar vidas. Avise a sua família que você quer ser doador. No Brasil, a doação só acontece com o consentimento dos familiares. Se você tem um doador na família, respeite a vontade dele.




A doação de órgãos no Brasil é regulamentada pela LEI Nº 9.434 de 04 de fevereiro de 1997 e pela LEI Nº 10.211 de 23 de março de 2001 que reconhecem duas situações:




1. Doação de Órgãos de doador vivo, familiar até 4º grau de parentesco, mais freqüentemente de rim, pois é um órgão duplo e não traz prejuízo para o doador; e


2. Doação de Órgãos ou tecidos de doador falecido, que é determinada pela vontade dos familiares até 2º grau de parentesco, mediante um termo de autorização da doação.




A importância da divulgação e conhecimento da intenção das pessoas por parte de seus familiares em relação à doação de órgãos é fundamental no momento da autorização de uma doação.


Doação de Órgãos no Brasil- Dúvidas mais freqüentes:



Como posso me tornar um doador de órgãos?



O passo principal para você se tornar um doador é conversar com a sua família e deixar bem claro o seu desejo. Não é necessário deixar nada por escrito. Porém, os familiares devem se comprometer a autorizar a doação por escrito após a morte. A doação de órgãos é um ato pelo qual você manifesta a vontade de que, a partir do momento da constatação da morte encefálica, uma ou mais partes do seu corpo (órgãos ou tecidos), em condiçães de serem aproveitadas para transplante, possam ajudar outras pessoas.





O que é morte encefálica?



É a morte do cérebro, incluindo tronco cerebral que desempenha funçães vitais como o controle da respiração. Quando isso ocorre, a parada cardíaca é inevitável. Embora ainda haja batimentos cardíacos, a pessoa com morte cerebral não pode respirar sem os aparelhos e o coração não baterá por mais de algumas poucas horas. Por isso, a morte encefálica já caracteriza a morte do indivíduo. Todo o processo pode ser acompanhado por um médico de confiança da família do doador. é fundamental que os órgãos sejam aproveitados para a doação enquanto ainda há circulação sangüínea irrigando-os, ou seja, antes que o coração deixe de bater e os aparelhos não possam mais manter a respiração do paciente. Mas se o coração parar, só poderão ser doadas as córneas.





Quais os requisitos para um cadáver ser considerado doador?



* Ter identificação e registro hospitalar;



* Ter a causa do coma estabelecida e conhecida;



* Não apresentar hipotermia (temperatura do corpo inferior a 35ºC), hipotensão arterial ou estar sob efeitos de drogas depressoras do Sistema Nervoso Central;



* Passar por dois exames neurológicos que avaliem o estado do tronco cerebral. Esses exames devem ser realizados por dois médicos não participantes das equipes de captação e de transplante;



* Submeter-se a exame complementar que demonstre morte encefálica, caracterizada pela ausência de fluxo sangüíneo em quantidade necessária no cérebro, além de inatividade elétrica e metabólica cerebral; e



* Estar comprovada a morte encefálica. Situação bem diferente do coma, quando as células do cérebro estão vivas, respirando e se alimentando, mesmo que com dificuldade ou um pouco debilitadas. Observação: Após diagnosticada a morte encefálica, o médico do paciente, da Unidade de Terapia Intensiva ou da equipe de captação de órgãos deve informar de forma clara e objetiva que a pessoa está morta e que, nesta situação, os órgãos podem ser doados para transplante.





Quero ser um doador de órgãos. O que posso doar?



* Córneas (retiradas do doador até seis horas depois da parada cardíaca e mantidas fora do corpo por até sete dias);



* Coração (retirado do doador antes da parada cardíaca e mantido fora do corpo por no máximo seis horas);



* Pulmão (retirados do doador antes da parada cardíaca e mantidos fora do corpo por no máximo seis horas);



* Rins (retirados do doador até 30 minutos após a parada cardíaca e mantidos fora do corpo até 48 horas);



* Fígado (retirado do doador antes da parada cardíaca e mantido fora do corpo por no máximo 24 horas);



* Pâncreas (retirado do doador antes da parada cardíaca e mantido fora do corpo por no máximo 24 horas);



* Ossos (retirados do doador até seis horas depois da parada cardíaca e mantidos fora do corpo por até cinco anos);



* Medula óssea (se compatível, feita por meio de aspiração óssea ou coleta de sangue);



* Pele; e



* Valvas Cardíacas.





Quem recebe os órgãos e/ou tecidos doados?



Quando é reconhecido um doador efetivo, a central de transplantes é comunicada, pois apenas ela tem acesso aos cadastros técnicos com informações de quem está na fila esperando um órgão. Além da ordem da lista, a escolha do receptor será definida pelos exames de compatibilidade entre o doador e o receptor. Por isso, nem sempre o primeiro da fila é o próximo a receber o órgão.





Como garantir que meus órgãos não serão vendidos depois da minha morte?



As centrais de transplantes das secretarias estaduais de saúde controlam todo o processo, desde a retirada dos órgãos até a indicação do receptor. Assim, as centrais de transplantes controlam o destino de todos os órgãos doados e retirados.





Disseram-me que o corpo do doador depois da retirada dos órgãos fica todo deformado. Isso é verdade?



É mentira. A diferença não dá para perceber. Aparentemente o corpo fica igualzinho. Aliás, a Lei é clara quanto a isso: os hospitais autorizados a retirar os órgãos têm que recuperar a mesma aparência que o doador tinha antes da retirada. Para quem doa não faz diferença, mas para quem recebe sim!





Posso doar meus órgãos em vida?



Sim. Também existe a doação de órgãos ainda vivo. O médico poderá avaliar a história clínica da pessoa e as doenças anteriores. A compatibilidade sangüínea é primordial em todos os casos. Há também testes especiais para selecionar o doador que apresenta maior chance de sucesso. Os doadores vivos são aqueles que doam um órgão duplo como o rim, uma parte do fígado, pâncreas ou pulmão, ou um tecido como a medula óssea, para que se possa ser transplantado em alguém de sua família ou amigo. Este tipo de doação só acontece se não representar nenhum problema de saúde para a pessoa que doa.





Para doar órgãos em vida é necessário:



* ser um cidadão juridicamente capaz;



* estar em condições de doar o órgão ou tecido sem comprometer a saúde e aptidões vitais;



* apresentar condições adequadas de saúde, avaliadas por um médico que afaste a possibilidade de existir doenças que comprometam a saúde durante e após a doação;



* Querer doar um órgão ou tecido que seja duplo, como o rim, e não impeça o organismo do doador continuar funcionando;



* Ter um receptor com indicação terapêutica indispensável de transplante; e



* Ser parente de até quarto grau ou cônjuge. No caso de não parentes, a doação só poderá ser feita com autorização judicial.





Orgãos e tecidos que podem ser doados em vida:



* Rim;



* Pâncreas;



* Medula óssea (se compatível, feita por meio de aspiração óssea ou coleta de sangue);



* Fígado (apenas parte dele, em torno de 70%); e



* Pulmão (apenas parte dele, em situações excepcionais).





Quem não pode doar?



* Pacientes portadores de insuficiência orgânica que comprometa o funcionamento dos órgãos e tecidos doados, como insuficiência renal, hepática, cardíaca, pulmonar, pancreática e medular;



* Portadores de doenças contagiosas transmissíveis por transplante, como soropositivos para HIV, doença de Chagas, hepatite B e C, além de todas as demais contra-indicações utilizadas para a doação de sangue e hemoderivados;



* Pacientes com infecção generalizada ou insuficiência de múltiplos órgãos e sistemas; e



* Pessoas com tumores malignos - com exceção daqueles restritos ao sistema nervoso central, carcinoma basocelular e câncer de útero - e doenças degenerativas crônicas.





O que diz a Lei brasileira de transplante atualmente?



Lei que dispõe sobre a remoção de órgãos, tecidos e partes do corpo humano para fins de transplante é a Lei 9.434, de 04 de fevereiro de 1997, posteriormente alterada pela Lei nº 10.211, de 23 de março de 2001, que substituiu a doação presumida pelo consentimento informado do desejo de doar. Segundo a nova Lei, as manifestações de vontade à doação de tecidos, órgãos e partes do corpo humano, após a morte, que constavam na Carteira de Identidade Civil e na Carteira Nacional de Habilitação, perderam sua validade a partir do dia 22 de dezembro de 2000. Isto significa que, hoje, a retirada de órgãos/tecidos de pessoas falecidas para a realização de transplante depende da autorização da família. Sendo assim, é muito importante que uma pessoa, que deseja após a sua morte, ser uma doadora de órgãos e tecidos comunique à sua família sobre o seu desejo, para que a mesma autorize a doação no momento oportuno.





Como pode ser identificado um doador de órgãos?





A Centrais Estaduais também têm um papel importante no processo de identificação/doação de órgãos. As atribuições das CNCDO são, em linhas gerais: a inscrição e classificação de potenciais receptores; o recebimento de notificações de morte encefálica, o encaminhamento e providências quanto ao transporte dos órgãos e tecidos, notificação à Central Nacional dos órgãos não aproveitados no estado para o redirecionamento dos mesmos para outros estados, dentre outras. Cabe ao coordenador estadual determinar o encaminhamento e providenciar o transporte do receptor ideal, respeitando os critérios de classificação, exclusão e urgência de cada tipo de órgão que determinam a posição na lista de espera. O que é realizado com o auxílio de um sistema informatizado para o ranking dos receptores mais compatíveis.



A identificação de potenciais doadores é feita, principalmente, nos hospitais onde os mesmos estão internados, através das Comissões Intra-hospitalares de Transplante, nas UTIs e Emergências em pacientes com o diagnóstico de Morte Encefálica. As funções da coordenação intra-hospitalar baseiam-se em organizar, no âmbito do hospital, o processo de captação de órgãos, articular-se com as equipes médicas do hospital, especialmente as das Unidades de Tratamento Intensivo e dos Serviços de Urgência e Emergência, no sentido de identificar os potenciais doadores e estimular seu adequado suporte para fins de doação, e articular-se com a respectiva Central de Notificação, Captação e Distribuição de órgãos, sob cuja coordenação esteja possibilitando o adequado fluxo de informações.





Fonte destas informações: http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=23628&janela=1



Contatos: http://www.saude.gov.br



http://portal.saude.gov.br/



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Disque saúde: 0800 61 1997



Ministério da Saúde Esplanada dos Ministérios - Bloco G - Brasilia / DF CEP: 70058-900




Globo Natureza é um boletim informativo sobre ecologia produzido e exibido pela Rede Globo nos intervalos de seus programas. É patrocinado pela Ford e pela Natura e tem duração de aproximadamente um minuto. O boletim sucede outro boletim sobre ecologia da Rede Globo: o ABC da Amazônia. O Globo Natureza trata da questão ecológica de todo o Brasil, ao passo de que o ABC da Amazônia tratava apenas da Amazônia Legal.



Conheça o Brasil para amá-lo e preservá-lo: Arara-azul-grande está ameaçada de extinção

Sexta-feira, 04/03/2011


A arara-azul-grande é uma espécie que enfrenta ameaça de extinção por causa do comércio clandestino. No Pantanal ela chegou a ser considerada extinta mas conseguiram aumentar sua população.


Momentos especiais da Palhacinha Marronzinha na Biblioteca Infantil Grandes Autores






10 Dicas de moda da Palhacinha Marronzinha


Dica nº 1: Para curtir um cineminha e o passeio no shopping: Use um bonezinho combinando com o resto do visual, fica lindinho não acha?



Dica nº 2- Uma camisetinha de alças, com brilhos e bordados vai compor o look. Você mesma pode enfeitar suas camisetinhas com lantejoulas, bordadinhos, pedrinhas, etc. (Dica 3) Observe que eu estou usando uma blusa de malha por baixo, ela realçou mais ainda a camiseta bordada. Fez um lindo efeito!


Dica nº 4 – Veja que lindo este chortinho xadrez, um show!


Dica nº 5 – A meia da mesma cor da blusa de malha deu um charminho todo especial, não é?


Dica nº 6- Se você estiver com frio, que tal este casaquinho todo trabalhado no brilho prateado? Bem discretinho, como eu. Lindão! Lindão!


Dica nº 7- Veja que sapatilha mais fofa! Toda rosinha...Amei!


Dica nº 8 -As bijus, não podem faltar! Eu tenho um conjuntinho de anéizinhos de borboletinhas com pedrinhas brilhosas, um cordãozinho de estrelinhas (rosa) e (uma super-dica! , a Nº 9) Tenho uma faixa de cabelo de malha (rosa) toda enfeitada com florzinhas e borboletinhas, que também uso no punho ou no pescoço. Fica muito fashion! Dica nº 10- O cordão pode ser usado como uma linda pulseira se ele for bem grande. Você dá algumas voltas no punho e ainda pode prender no dedo. Fica muito charmoso!

Meninas, e aí? As minhas dicas de moda não são super legais? Agora é só aproveitarem este look fashion! Aposto que a Gisele Bündchen, vai copiar! Beijinhos, muita paz e amor!

12 abril, 2011

Datas comemorativas e feriados

Abril 2011



Dia 22 de abril dia do planeta Terra



01 – Dia da Mentira



01 – Dia da Abolição da Escravidão dos Índios – 1680



02 – Dia Internacional do Livro Infantil



07 – Dia do Jornalismo



07 – Dia Mundial da Saúde



08 – Dia Mundial do Combate ao Câncer



13 – Dia do Office-Boy



13 – Dia dos Jovens



13 – Dia do Hino Nacional -1º Execução do Hino Nacional Brasileiro -1831



15 – Dia Mundial do Desenhista



15 - Dia da Conservação do Solo



16 – Dia da Voz



18 – Dia Nacional do Livro Infantil



19 – Dia do Índio



19 – Dia do Exército Brasileiro



20 – Dia do Disco



21 – Data magna do Estado de Minas Gerais (feriado estadual em MG)



21 – Fundação de Brasília (feriado no Distrito Federal)



21 – Tiradentes – feriado



21 – Dia do Policial Civil e Militar



22 – Sexta-feira da Paixão – feriado



22 – Comemoração do Descobrimento do Brasil



22 – Dia da Força Aérea Brasileira



22 – Dia da Comunidade Luso-brasileira



22 – Dia do Planeta Terra



23 – Dia de São Jorge (feriado no Rio de Janeiro)



23 – Dia Mundial do Escoteiro



23 – Dia Mundial do Livro e do Direito do Autor



24 – Páscoa



26 – Dia da 1ª Missa no Brasil



28 – Dia da Educação



28 – Dia da Sogra



30 – Dia Nacional da Mulher