18 março, 2011


07 de Março Dia dos Fuzileiros Navais

"Quando se houverem acabado os soldados do mundo
Quando reinar a Paz absoluta entre os Povos
Que fiquem pelo menos os Fuzileiros Navais
Como exemplo de tudo de belo
E fascinante que eles são"

Raquel de Queiroz






por eltonrueb


CORPO DE FUZILEIROS NAVAIS NO BRASIL
200 ANOS DE HISTÓRIA


Fonte do texto: http://www.mar.mil.br


Cerimônia Militar em homenagem ao Corpo de Fuzileiros Navais pelo seu 200° aniversário.
No dia 07 de março, às 10h, na Histórica Fortaleza de São José, Ilha das Cobras, foi realizada a Cerimônia em comemoração ao 200° aniversário do Corpo de Fuzileiros Navais.

Companhia de Fuzileiros Navais fonte desta imagem http://forumdefesa.com



O evento contou com a presença do Ministro da Defesa, Nelson Azevedo Jobim e do Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto, assim como oficiais generais, autoridades civis e militares convidadas.
O Corpo de Fuzileiros Navais originou-se da Brigada Real da Marinha, Unidade de Soldados Marinheiros criada em Portugal por alvará da Rainha D. Maria I, em 1797.
Essa Brigada, que cedo angariara a confiança do Príncipe Regente, garantiu a segurança da Família Real e da Corte Portuguesa em sua transmigração para o Brasil, chegando ao Rio de Janeiro em sete de março de 1808, aqui permanecendo desde então, tornando-se o embrião do Corpo de Fuzileiros Navais.
Hoje, o Corpo de Fuzileiros Navais é constituído por cerca de quinze mil militares, todos profissionais. No contexto da estratégia naval, é empregado, por excelência, na projeção de força bélica sobre determinado território. Para tanto, a tropa deixa os navios empregando veículos especiais para operações de desembarque, carros anfíbios ou helicópteros, com apoio de fogo naval e aeronaval, promovendo o combate em terra, alicerçado em seus próprios meios, os quais incluem blindados, artilharia de campanha, artilharia antiaérea, engenharia de combate e equipamentos de comunicação e de guerra eletrônica.
Entre as instituições mais tradicionais do País, o Corpo de Fuzileiros Navais é facilmente reconhecido por seu uniforme vermelho garança, usado em datas especiais, e o característico gorro de fita. Respeitados pela população, que admira o garbo de seus integrantes e as evoluções de suas famosas bandas marcial e sinfônica, os Fuzileiros Navais, marinheiros de terra e soldados do mar, constituem exemplo de profissionalismo e dedicação à Pátria e à Marinha do Brasil há 200 anos. Sua presença nos três ambientes, terra, mar e ar, originou o lema “ADSUMUS”, que significa “aqui estamos”.


Visite a página da Marinha do Brasil! É linda! http://www.mar.mil.br/


14 de março Dia Nacional da Poesia
Cecília Meireles


Canteiros

Quando penso em você
Fecho os olhos de saudades
Tenho tido muita coisa
Menos a felicidade Correm os meus dedos longos
Em versos tristes que invento
Nem aquilo a que me entrego
Já me dá contentamento Pode ser até manhã
Cedo claro, feito o dia
Mas nada do que me dizem
me faz sentir alegria Eu só queria ter no mato
Um gosto de framboesa
Pra correr entre os canteiros E esconder minha tristeza
E eu ainda sou tão moço pra tanta tristeza ...
Eu só queria ter no mato
Um gosto de framboesa...

Ou Isto ou Aquilo

Ou se tem chuva e não se tem sol
ou se tem sol e não se tem chuva! Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!
Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares.
É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!
Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.
Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo...
e vivo escolhendo o dia inteiro!
Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranqüilo.
Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.


Cora Coralina



Imagem: Tela Cora Coralina de Ary Salles

Assim eu vejo a vida

A vida tem duas faces:
Positiva e negativa
O passado foi duro
mas deixou o seu legado
Saber viver é a grande sabedoria
Que eu possa dignificar
Minha condição de mulher,
Aceitar suas limitações
E me fazer pedra de segurança
dos valores que vão desmoronando.
Nasci em tempos rudes
Aceitei contradições
lutas e pedras
como lições de vida
e delas me sirvo
Aprendi a viver.


Vinícius de Moraes

Fonte da foto: http://www.imagensgratis.com.br

Soneto de Fidelidade

De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

17 março, 2011


O Brasil está preparado para as mudanças climáticas?




Plano Nacional sobre Mudança do Clima-PNMC


Fonte: Texto e foto- Portal Brasil http://www.brasil.gov.br/ e Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia-IPAM http://www.ipam.org.br

O fenômeno das mudanças do clima hoje em curso tem afetado a Terra de diversas formas, obrigando governos e sociedades a criarem estratégias para fazer frente a seus efeitos muitas vezes devastadores.

O Brasil atua em diversas frentes para combater e evitar o problema, com uma especial atenção ao combate ao desmatamento ilegal – uma das principais fontes de emissões de gases do efeito estufa no País. Para enfrentar o desafio, o governo brasileiro tem ampliado as políticas de monitoramento e fiscalização do desmatamento, além de incentivar atividades ligadas ao desenvolvimento sustentável.

Como resultado dessas políticas, o Brasil registrou em 2009 o menor índice de desmatamento da Amazônia dos últimos 20 anos, calculado em cerca de 7,400 km2. A taxa é cerca de 75% menor do que o desmatamento registrado na região em 2004.
Para o Brasil, o desafio de combater o aumento das emissões vai além do combate ao desmatamento da Amazônia, mas envolve todos os setores da sociedade. Assim, com o objetivo de enfrentar o problema com compromissos claros, foi lançado em 1º de dezembro 2008 o Plano Nacional sobre Mudança do Clima-PNMC.

Elaborado conjuntamente por 17 ministérios, o documento apresenta diversas medidas nacionais de comprometimento do País com uma trajetória clara de redução de emissões de gases de efeito estufa. Com o Plano, o Brasil assumiu pela primeira vez metas voluntárias de redução de desmatamento, o que o levou a uma posição de destaque global.

O Plano é coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e sujeito a atualizações anuais.

O PNMC tem como objetivo geral incentivar o desenvolvimento de ações e colaborar com o esforço mundial de combate às mudanças climáticas. O Plano ainda pretende criar condições internas para enfrentar as conseqüências sociais e econômicas das mudanças climáticas e define as ações e medidas que visam à mitigação, bem como a adaptação à mudança do clima.
O Plano inclui metas para a redução do desmatamento para a região Amazônica, bem como outras medidas nas áreas de produção de energia elétrica, carvão, biodisel, álcool, estímulo a fontes renováveis e a ampliação de iniciativas de reciclagem. Em relação às metas para as taxas de desmatamento na Amazônia Brasileira, o governo propôs reduzí-las em 72% até 2017.

O PNMC também prevê o aumento do número de árvores plantadas no País, o estímulo a políticas de incentivo para uso de energias limpas, a promoção da prática da reciclagem e o incentivo ao uso de automóveis que emitam menos gases de efeito estufa.

O documento congrega ainda ações voltadas ao diagnóstico dos impactos das mudanças do clima, como estudos, aperfeiçoamento de sistemas de monitoramento e estímulo à realização de inventários de emissões do setor privado.

Objetivos do Plano Nacional sobre Mudança do Clima

- identificar, planejar e coordenar as ações para mitigar as emissões e adaptar a sociedade aos impactos das alterações climáticas;
- incentivar a eficiência no desempenho dos vários setores da economia;
- manter elevada a participação de fontes renováveis de energia na matriz energética nacional;
- promover o aumento sustentável da participação de biocombustíveis na matriz de transportes nacional;
- buscar a redução sustentada das taxas de desflorestamento ilegal, até que se atinja o desmatamento zero;
- eliminar a perda líquida da área de cobertura florestal no Brasil até 2015;
- fortalecer ações intersetoriais voltadas à diminuição das vulnerabilidades das populações;
- identificar os impactos ambientais decorrentes da mudança do clima e fomentar o desenvolvimento de pesquisas científicas.


Prazo Compromissos

Até 2015 - aumentar a reciclagem de resíduos sólidos urbanos em 20%;
Até 2020 - reduzir em 80% o índice de desmatamento anual na Amazônia;
- ampliar em 11% ao ano o consumo interno de etanol;
- dobrar a área de florestas plantadas no Brasil para 11 milhões de hectares, sendo 2 milhões de hectares com uso de espécies nativas;
- trocar 1 milhão de geladeiras antigas por ano;
- reduzir as perdas não técnicas na distribuição de energia elétrica à taxa de 1000 GWh por ano;
Até 2030 - aumentar a oferta de energia elétrica de cogeração, principalmente a bagaço de cana-de-açúcar, para 11,4% da oferta total de eletricidade

O Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) é uma organização ambiental não-governamental fundada em 1995 com a missão de contribuir para um processo de desenvolvimento da Amazônia que atenda às aspirações sociais e econômicas da população.


http://www.ipam.org.br





Conheça a Fiocruz – Fundação Oswaldo Cruz


Fonte da foto: http://flickr.com/photos/carlosmonte/111758615


A história da Fundação Oswaldo Cruz

A historia da Fundação Oswaldo Cruz começa em 25 de maio de 1900, com a criação do Instituto Soroterápico Federal. Inaugurado com o objetivo de fabricar soros e vacinas contra a peste bubônica, o Instituto tem como primeiro diretor geral o Barão de Pedro Afonso e como diretor técnico o jovem bacteriologista Oswaldo Cruz. O local escolhido para construção do prédio central, chamado futuramente de Pavilhão Mourisco, foi a região da antiga Fazenda de Manguinhos, na zona norte da cidade do Rio de Janeiro.

Em 1902, Oswaldo Cruz assumiu a direção geral do Instituto, ampliando suas atividades, que passaram a incluir a pesquisa básica aplicada e a formação de recursos humanos, deixando de se restringir à fabricação de soro antipestoso.

Em 1903, Oswaldo Cruz foi nomeado Diretor Geral de Saúde Pública, cargo que corresponde atualmente ao de Ministro da Saúde. Utilizando o Instituto Soroterápico Federal como base de apoio técnico-científico, deflagrou memoráveis campanhas de saneamento, especialmente na cidade do Rio de Janeiro, que na época foi assolada por surtos e epidemias de peste bubônica, febre amarela e varíola. Em poucos meses, com o extermínio dos ratos, cujas pulgas transmitiam a doença, a incidência de peste bubônica diminuiu. Assim, mesmo enfrentando uma oposição cerrada, inclusive um levante popular - a Revolta da Vacina, em 1904 -, o sanitarista obteve sucesso, recebendo a medalha de ouro na Exposição de Berlim, anexa ao XIV Congresso Internacional de Higiene e Demografia, em Berlim, em setembro de 1907.

Nasce o Instituto Oswaldo Cruz

Em 1908, o Instituto Soroterápico Federal foi rebatizado como Instituto Oswaldo Cruz. Nesse ano, as campanhas de saneamento capitaneadas pelo sanitarista passaram a atingir o interior do País, o que colaborou de forma decisiva para o desenvolvimento nacional. O levantamento pioneiro sobre as condições de vida das populações do interior, realizados pelos cientistas de Manguinhos, fundamentou debates acirrados e resultou na criação do Departamento Nacional de Saúde Pública, em 1920.

Após a Revolução de 30, o Instituto foi transferido para o recém-criado Ministério da Educação e Saúde Pública. Embora beneficiado com maior aporte de recursos federais, Manguinhos perdeu autonomia, parte de seu pessoal, e se tornou mais vulnerável às interferências políticas externas.

Nas décadas de 50 e 60, o Instituto defendeu o movimento para a criação do Ministério da Ciência e a transferência do setor de pesquisa para o novo órgão. No entanto, o Ministério da Educação e Saúde Publica dava mais prioridade para a produção de vacinas. Esta polêmica culminou no Massacre de Manguinhos, em 1970, com a cassação dos direitos políticos e aposentadoria de dez renomados pesquisadores da instituição.

Em 1970, foi instituída a Fundação Oswaldo Cruz, congregando inicialmente o então Instituto Oswaldo Cruz, a Fundação de Recursos Humanos para a Saúde (posteriormente Escola Nacional de Saúde Publica, ENSP) e o Instituto Fernandes Figueira (IFF). As demais unidades que hoje compõem a Fiocruz foram incorporadas ao longo dos anos. Em 1985, eles foram reintegrados.
Fonte do texto:
http://www.fiocruz.br/




Desastres naturais: a relação entre tragédias e mudanças climáticas


Na última matéria sobre desastres socioambientais, a relação entre as tragédias e as mudanças climáticas globais. Especialistas analisam a postura do Estado diante dessas alterações e dizem como ele deve se preparar para proteger as camadas mais vulneráveis da população. A reportagem é de Verônica Lima.

A cidade de Blumenau está cerca de 60 quilômetros do litoral catarinense. Mas, na avaliação do coordenador do Centro de Operações do Sistema de Alerta da Bacia do Itajaí, Hélio dos Santos Silva, a cidade pode vir a ter praia um dia.

"Na verdade, existe toda uma dinâmica do mar no litoral catarinense, por exemplo, que está mudando tudo. E, com a possibildiade que nós temos das mudanças climáticas, possivelmente, se o nível do mar, na nossa região, subir, digamos 1,5 metro, daqui a cem anos, certamente Blumenau vai ter praia."

A previsão soa apocalíptica, mas, segundo Hélio, existe projeto para deslocar o centro de Blumenau para uma região um pouco mais alta. A estratégia não visa a protegê-la do avanço do mar, mas das cheias dos rios. Em 2008, uma quantidade extraordinária de chuva causou enchentes e deslizamentos em morros e encostas.

"Alguns estudos meteorológicos mostram isso, que as chuvas estão sendo eventos cada vez mais catastróficos, ou seja, com quantidades de chuvas maiores e um pouco mais duradouras. Aquela chuva de final de tarde que durava 40 minutos, hoje, dura duas horas. Então causa realmente problema na estrutura urbana, nas casas. Porque as ruas, a tubulação das ruas, por exemplo, não foram dimensionadas para esse total de água. Então, com certeza, vai gerar inundação."

Assim como Hélio dos Santos, Igor Ferraz, pesquisador do Ipea, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, também não pode garantir que as enchentes que têm ocorrido recentemente no Brasil sejam resultado de mudanças climáticas globais, mas acredita que os gestores devam incluir essa possibilidade na discussão sobre políticas públicas de prevenção e enfrentamento de inundações.

"Então, no mínimo, o que se esperaria é que a dimensão das mudanças climáticas fosse encarada como uma variável, como um fator na gestão urbana, na gestão da mitigação dos impactos das enchentes. Mas isso pouco é levantado, ou seja, as pessoas não percebem esses eventos climáticos que ocorrem como tendo uma relação com mudanças climáticas. Isso acaba sendo um problema porque, caso essas mudanças climáticas se tornem mais frequentes, isso vai ser acentuado."

Igor Ferraz explica que o debate em torno das mudanças climáticas está focado apenas na amenização do problema, como a redução de emissões de gases do efeito estufa. Mas, segundo ele, seria preciso desenvolver políticas de adaptação para preparar a sociedade para enfrentar as mudanças, caso elas ocorram. E isso significa criar condições para proteger a parcela mais vulnerável da população, que, segundo o conceito de Justiça Climática, sofre mais com os efeitos dos desastres ambientais.

"Você tem que pensar em possibilidades de melhores serviços públicos, de você garantir a essa sociedade de menor renda que a gestão urbana seja promovida, que as moradias em locais irregulares, que vão sofrer mais com as mudanças climáticas, sejam canceladas, ou seja, no final das contas, as políticas públicas vão ter que enfocar principalmente os grupos mais vulneráveis a essas mudanças."

Essa proteção dos mais frágeis, segundo o pesquisador Igor Ferraz, seria, portanto, uma ação de justiça climática. Esse conceito alerta para a percepção de que, global e localmente, aqueles países e indivíduos que mais contribuem para as mudanças climáticas, que mais emitem poluentes, que mais geram resíduos sólidos são geralmente os que têm maior nível de renda e, portanto, sofreriam menos com os efeitos por terem mais condições financeiras de se adaptar. E aqueles que poluem menos, porque têm nível de renda e consumo menor, são os que mais sofreriam com os efeitos das mudanças climáticas.

Eduardo Mendiondo, professor de engenharia ambiental da Universidade de São Paulo, concorda que o Estado tem que se preparar para um futuro de mudanças globais climáticas.

"O Estado tem que introduzir palavras-chave: tem que criar cidades resilientes ao clima. Cidades, urbanizações, assentamentos que tenham capacidade de absorver os impactos naturais, os fenômenos naturais, a partir de uma infraestrutura que possa ter algum impacto negativo, mas que possa ter uma alta recuperação. Hoje nós não temos isso."

Independentemente de as enchentes e queimadas estarem associadas às mudanças climáticas, os especialistas ouvidos nesta reportagem especial acreditam que o Brasil precisa se preparar melhor para prevenir e enfrentar esses desastres.

Mapeamentos de riscos e sistemas de alerta e evacuação de áreas precisam ser implantados. Moradores e gestores precisam ser conscientizados dos riscos de ocupar áreas impróprias. Construções resistentes e serviços públicos devem ser pensados de modo a proteger as parcelas mais vulneráveis da população. Tudo isso feito de forma firme e coordenada entre as diversas esferas de governo.

Mas a transformação pode começar com iniciativas individuais. No Banco de Tecnologias Sociais, da Fundação Banco do Brasil, podem ser encontradas diversas soluções para alguns dos problemas associados à ocorrência de enchentes e queimadas. Entre elas, técnicas para reduzir o desmatamento, para facilitar a contenção do solo, para manejo de plantações e para armazenamento e reaproveitamento de água. O banco traz informações detalhadas sobre cada técnica e está disponível no endereço eletrônico www.tecnologiasocial.org.br.

De Brasília
Verônica Lima
Fonte: http://www.camara.gov.br/internet/radiocamara
Nosso Exército Brasileiro
Força de paz no Haiti

A Missão das Nações Unidas para a estabilização no Haiti ou Minustah (sigla derivada do francês: Mission des Nations Unies pour la stabilisation en Haïti), é uma missão de paz criada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas em 30 de abril de 2004, por meio da resolução 1542, para restaurar a ordem no Haiti, após um período de insurgência e a deposição do presidente Jean-Bertrand Aristide. Os objetivos da missão são principalmente:

1.Estabilizar o país.
2.Pacificar e desarmar grupos guerrilheiros e rebeldes.
3.Promover eleições livres e informadas.
4.Formar o desenvolvimento institucional e econômico do Haiti.

A missão está no país desde junho de 2004 e era chefiada pelo diplomata tunisiano Hédi Annabi, que faleceu em 12 de janeiro, durante o terremoto de 2010. A sua morte foi confirmada no dia seguinte pelo presidente René Préval.
Em outubro de 2010, o Conselho de Segurança da ONU decidiu ampliar o mandato da Minustah até 15 de outubro de 2011 e reafirmou seu compromisso de ajudar na reconstrução do país, após o terremoto de janeiro de 2010.

http://pt.wikipedia.org/wiki

Fonte da foto: http://inblogs.com.br


Fonte: http://noticias.digi.com.br

O Haiti ocupa o terço oeste da Ilha Hispaniola - segunda maior ilha das Grandes Antilhas - no Mar do Caribe. O País possui superfície de 27.750 km² e foi o primeiro país de maioria negra a conquistar a libertação dos escravos, em 1794, e a independência, em 1804. Entretanto, é o país mais pobre da América Central. Considerando que a situação no Haiti ainda constitui ameaça para a paz internacional e a segurança na região, o Conselho de Segurança decidiu estabelecer a Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH), que assumiu a autoridade exercida pela Força Multinacional Interina em 01 de junho de 2004.
No ano de 2004, foi realizada, na Academia de Polícia do Haiti, a solenidade de instalação do MINUSTAH. Naquela oportunidade, ficou caracterizada a efetiva presença das tropas brasileiras, sob a égide das Organizações das Nações Unidas, em solo haitiano. No âmbito dos países contribuintes com tropas para missões dessa natureza, o Brasil ocupa a 16ª posição, revelando ser efetiva a cooperação nacional no esforço global direcionado à manutenção da paz e da segurança mundial. Cabe ressaltar que a participação do Exército Brasileiro no Haiti constitui um capítulo especial na história da Força Terrestre, empregando o maior efetivo de tropas desde sua participação na 2ª Guerra Mundial.
O sucesso da participação brasileira deve-se a eficiência em superar as dificuldades logísticas e adaptar-se às peculiaridades do ambiente operacional.

Fonte: http://www.cms.eb.mil.br/ Comando Militar do Sul


por carlosaugusto80


Japão
Terra do Sol Nascente

O Japão vai superar toda esta dor em novos dias repletos de luz!

O forte terremoto de magnitude 8,9 que atingiu no dia 11 de março a costa nordeste do Japão, segundo o Serviço Geológico dos EUA (USGS), gerando um tsunami (onda gigante com potencial destrutivo) de até dez metros de altura que varreu a costa do país.
Até o momento há 5.178 mortos e 8.606 desaparecidos, conforme o último boletim da polícia, divulgado nesta quinta-feira.

O número de feridos chega a 2.285, e mais de 88 mil residências e prédios foram destruídos, de acordo com o levantamento. Em Ishinomaki, na província de Miyagi, as autoridades locais apontam para mais de 10 mil desaparecidos
Quase uma semana após a catástrofe, os socorristas advertem que é cada vez mais difícil encontrar sobreviventes.
A operação realizada na manhã desta quinta-feira (noite de quarta no Brasil) para tentar resfriar os reatores da usina de Fukushima, no Japão, não surtiram os efeitos esperados, segundo a empresa Tokyo Electric Power (Tepco), responsável pela operação no complexo nuclear. Os níveis de radiação seguem altos.

Helicópteros da Marinha japonesa foram usados para lançarem água sobre os reatores 3 e 4. Em quatro ações, mais de 7 mil litros de água foram usados, de acordo com o governo japonês.

Na tarde de quinta-feira (noite de quarta no Brasil), a Tokyo Electric Power (Tepco), operadora da central nuclear de Fukushima, informou que concentra seus esforços em restaurar o fornecimento de energia para reativar as bombas d'água do sistemas de resfriamento dos reatores da usina.

A crise nuclear no Japão teve origem no corte de energia após o tsunami de sexta-feira passada, que paralisou, inclusive, os geradores de emergência da usina de Fukushima 1, derrubando o sistema de refrigeração dos reatores atômicos. A queda no sistema de resfriamento provocou a evaporação da água e o risco de exposição do material radioativo nos reatores. Quatro explosões e dois incêndios já ocorreram na usina, em meio a crescentes níveis de radiação.

A TEPCO está reparando as linhas de energia da Tohoku Electric Power Co., que abastecem a região, para ligá-las ao sistema de transmissão elétrica em Fukushima.
Em Tokio os Japoneses sofrem com o frio, com a falta de alimentos, energia elétrica e combustíveis.

Fonte das informações Jornal da Globo 17/03/2011 06h00min


Flor de Lótus

Fonte desta foto: muraldosescritores.ning.com


Sejamos de qualquer crença ou correntes filosóficas, que enviemos nossas orações e vibrações positivas para o Japão.
O Japão está enfrentando um momento muito triste com milhares de perdas humanas e materiais. Depois do terremoto e do imenso Tsunami, com o vazamento das usinas nucleares, aumentaram mais ainda o sofrimento dos japoneses. Que Deus em sua infinita misericórdia, ampare o Japão e os países próximos que correm o risco de sofrerem com esta radioatividade.
As autoridades japonesas decretaram estado de emergência e todos os esforços estão sendo feitos pelos engenheiros japoneses.
Tenho certeza de que o Japão vai superar todas essas dificuldades, como já superou no passado outras tragédias.
Os japoneses não se deixam abater. São verdadeiros guerreiros! Característica de uma nação com sabedoria milenar, onde valores como nacionalismo, união, disciplina, força interior e renascimento são cultivados desde a infância. É importante também considerarmos o fato de que no Japão, os governantes se interessam em investir em tecnologias que façam com que haja no país,uma boa adaptação às suas características geológicas. Os prédios são construídos de forma a suportarem os frequentes tremores e a população recebe treinamentos de como se comportar quando há terremotos.
O Japão está situado no imenso continente asiático, ocupa uma área de 377.801 quilômetros quadrados e abriga cerca de 126,9 milhões de habitantes. Seu território está localizado em uma das áreas mais sísmicas do planeta (no limite da placa tectônica Euroasiática), numa zona de convergência de placas tectônicas, com o nome de “Círculo do Fogo do Oceano Pacífico”.
A instabilidade tectônica é consequência de uma zona de convergência que envolve as placas do Pacífico, Euroasiática Oriental, Norte-Americana e das Filipinas. O encontro desses blocos que compõem a camada sólida externa da Terra é responsável por constantes terremotos, tsunamis, além de intensa atividade vulcânica na região.
Dois em cada dez terremotos no mundo com magnitude superior a 6 graus na escala Richter atingem o país, portanto, os terremotos e tsunamis são fenômenos relativamente comuns no Japão.
O Japão sempre aprende e cria soluções, com os problemas que enfrenta. Mesmo com um terremoto de tamanha magnitude, o Tsuname e com estes vazamentos nucleares. Creio que como a flor de lótus, um dos mais importantes símbolos da tradição japonesa, o Japão renascerá das águas e da lama e com os raios de sol de novos dias, vai superar a dor, irá desabrochar e crescer mais forte e mais belo!


Conhecendo um pouco sobre o Japão


O Japão (em japonês: 日本, Nihon ou Nippon; oficialmente 日本国, Nippon-koku (ajuda•info) ou Nihon koku), é um país insular da Ásia Oriental. Localizado no Oceano Pacífico, a leste do Mar do Japão, da República Popular da China, da Coreia do Norte, da Coreia do Sul e da Rússia, se estendendo do Mar de Okhotsk, no norte, ao Mar da China Oriental e Taiwan, ao sul. Os caracteres que compõem seu nome significam "origem do Sol", razão pela qual o Japão é às vezes identificado como a "Terra do Sol Nascente".
O país é um arquipélago de 6.852 ilhas, cujas quatro maiores são Honshu, Hokkaido, Kyushu e Shikoku, representando em conjunto 97% da área terrestre nacional. A maior parte das ilhas é montanhosa, com muitos vulcões como, por exemplo, o pico mais alto japonês, o Monte Fuji. O Japão possui a décima maior população do mundo, com cerca de 128 milhões de habitantes. A Região Metropolitana de Tóquio, que inclui a capital de facto de Tóquio e várias prefeituras adjacentes, é a maior área metropolitana do mundo, com mais de 30 milhões de habitantes.

Fonte Wikipédia- http://pt.wikipedia.org/



Lei Maria da Penha em resumo


Fonte do texto:http://planetasustentavel.abril.com.br/

Criada em 2006, a lei protege as mulheres da violência doméstica e representa um avanço na legislação brasileira. Entre as inovações legais está a impossibilidade de a vítima retirar a queixa de agressão, a menos que isso seja feito perante o juiz, em audiência marcada exclusivamente com este fim.

Por Thays Prado



Durante todo o século 20, convivemos com o Código Civil elaborado por Dom Pedro II e pelo jurista Augusto Teixeira de Freitas, ainda no século 19, e que entrou em vigor em 1917. Entre outras coisas, o documento considerava o homem como o chefe de família e os escravos como bens móveis; o adultério feminino era entendido como crime e as filhas poderiam ser deserdadas, caso fossem “ingratas” com o pai – um instrumento para cercear a liberdade e a sexualidade femininas. Apenas em 2002 esse Código Civil foi revogado e substituído por outro, em conformidade com a Constituição do país, de 1988, que, em seu artigo 226, no parágrafo 8º, prima pela não violência familiar, sem fazer distinção entre direitos de homens e mulheres.

No entanto, normalmente, são as mulheres as vítimas da violência em casa. Por isso, em 2005, um projeto de lei que visava à proteção das mulheres no âmbito doméstico foi aprovado na Câmara dos Deputados e, em julho do ano seguinte, no Senado. Surgia assim, a lei 11.340/06, batizada de Maria da Penha, em homenagem à farmacêutica bioquímica que ficou paraplégica por causa de um tiro nas costas dado pelo próprio marido e se tornou um ícone da luta contra a violência doméstica e a impunidade dos agressores.

Atualmente, sua constitucionalidade vem sendo questionada por alguns juristas que são contra a distinção de tratamento entre homens e mulheres em relação à violência. A advogada e professora da USP, Eunice Prudente, defensora da lei Maria da Penha, diz que as estatísticas são claras ao demonstrar que é a mulher quem deve ser protegida.

Foram muitos os avanços legais trazidos pela Lei Maria da Penha, entre eles:

- a definição do que é violência doméstica, incluindo não apenas as agressões físicas e sexuais, como também as psicológicas, morais e patrimoniais;

- reforça que todas as mulheres, independentemente de sua orientação sexual são protegidas pela lei, o que significa que mulheres também podem ser enquadradas – e punidas – como agressoras;

- não há mais a opção de os agressores pagarem a pena somente com cestas básicas ou multas. A pena é de três meses a três anos de prisão e pode ser aumentada em 1/3 se a violência for cometida contra mulheres com deficiência;

- ao contrário do que acontecia antigamente, não é mais a mulher quem entrega a intimação judicial ao agressor;

- a vítima é informada sobre todo o processo que envolve o agressor, especialmente sobre sua prisão e soltura;

- a mulher deve estar acompanhada por advogado e tem direito a defensor público;

- podem ser concedidas medidas de proteção como a suspensão do porte de armas do agressor, o afastamento do lar e uma distância mínima em relação à vítima e aos filhos;

- permite prisão em flagrante;

- no inquérito policial constam os depoimentos da vítima, do agressor, de testemunhas, além das provas da agressão;

- a prisão preventiva pode ser decretada se houver riscos de a mulher ser novamente agredida e o agressor é obrigado a comparecer a programas de recuperação e reeducação.

Violência Doméstica Contra a Mulher

Este é o número nacional para denúncias de violência contra as mulheres. Você pode fazer suas ligações de qualquer lugar, a qualquer hora.








Deam - Delegacia Especial de Atendimento a Mulher
DPAM - Divisão de Polícia de Atendimento à Mulher

Delegacia:
016ª DP – Barra da Tijuca
Praça Des.Araujo Jorge, s/nº

Delegado Titular:
Fernando Cesar Magalhaes Reis
fernandocesar@pcivil.rj.gov.br



Telefones:
Plantão:2333-6364 / 6306/ 6305
Fax: 2333-6366
Hosp. Lourenço Jorge: 2332-7418



Delegacia:
042ª DP - Recreio
Av. Teotônio Vilela, s/n - Recreio dos Bandeirantes

Delegado Titular:
Carolina Salomão Albuquerque
csalbuquerque@pcivil.rj.gov.br


Telefones:
Plantão: 2332-8039 / 9967/ 8036/6499




Delegacia:
041ª DP – Tanque
Rua Henriqueta, 197

Delegado Titular:
Fernando A Paes de A Albuquerque

Telefones:
Plantão: 2332-2516/ 2332-2514/ 2519/7584
Fax: 3392-7396


Delegacia:
032ª DP – Taquara
Rua Profª Francisca Piragibe, 80

Delegado Titular:
Murilo Silva Montanha
murilomontanha@pcivil.rj.gov.br

Telefones:
Plantão: 2333-6520/ 2333-6523 6521/6525
Fax: 2333-6530



Delegacia:
DGPC - Depart. Geral de Polícia da Capital
Rua da Relação, 42 - 11º Andar - Centro


Delegado Titular:
Ricardo Dominguez Pereira
ricardodominguez@pcivil.rj.gov.br


Telefones:
2332-9901/ 9902/9685/
Fax:2332-9685

Outras delegacias disque: 2332-9901



15 março, 2011







Conselho Estadual dos Direitos da Mulher-CEDIM

Fale conosco:
http://www.cedim.rj.gov.br/



O Conselho Estadual dos Direitos da Mulher – CEDIM/RJ é um órgão de assessoramento na implementação de políticas públicas, vinculado à Subsecretaria de Defesa e Promoção de Direitos Humanos, da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos.
Foi criado através do Decreto 9.906 de 6/5/87 e, posteriormente, pela Lei Estadual nº. 2.837 de 19/01/97 com a atribuição de assessorar, formular, monitorar e implementar as políticas de gênero voltadas para a valorização e a promoção da população feminina.
O CEDIM estabelece parcerias e articula-se com os movimentos organizados da sociedade civil e com os órgãos públicos federais, estaduais e municipais, atuando na proposição e monitoramento de políticas específicas nas áreas de saúde, educação, cultura, prevenção e combate à violência, trabalho, esporte e lazer e comunicação.
O movimento de mulheres está presente na estrutura do CEDIM através de seu Conselho Deliberativo, cujas integrantes são representativas dos diferentes segmentos da sociedade civil.

Fonte do texto: http://www.cedim.rj.gov.br/


Endereço: Conselho Estadual dos Direitos da Mulher-CEDIM
Rua Camerino, 51 - Centro, Rio de Janeiro - RJ, 20080-011 (21) 2299-1996
Rua Regente Feijó, 15 – Centro, Rio de Janeiro – Telefone (21) 2299-2120

08 março, 2011


Biblioteca Infantil Grandes Autores
8 de março dia Internacional da Mulher


http://www.ibge.gov.br/home/



O que dizem as Estatísticas do IBGE sobre a Mulher?

Em 1975, a ONU oficializou o 8 de março como o Dia Internacional da Mulher. A fixação da data é o reconhecimento e o coroamento de um longo processo de lutas, organização e conscientização das mulheres, mas também de toda a sociedade, na maior parte do mundo.
Ao longo dos anos, muitas têm sido as vitórias das mulheres. Conquistaram direitos como o de frequentar escolas, votar e se candidatar a cargos políticos, praticar esportes e representar o país em competições esportivas, entre outros. Também foram criadas delegacias de proteção à mulher e campanhas direcionadas à saúde da mulher (como a sobre o câncer de mama).
Hoje o Brasil tem mais mulheres que homens. Elas ocupam cada vez mais espaço no mercado de trabalho. E, para se ter uma ideia, já são responsáveis por 24,9% dos domicílios brasileiros.

Visitem o portal do IBGE!
http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/datas/mulher/home.html



Biblioteca Infantil Grandes Autores- 8 de março - Dia Internacional da Mulher


Singela homenagem da Biblioteca Infantil Grandes Autores a algumas mulheres entre tantas outras, que nos são exemplos de sentimentos nobres, de fibra, de fé, de amor ao próximo e de talento. Mulheres que iluminaram suas vidas enquanto encarnadas e que estarão sempre vivas em nosso coração por terem sido tão especiais. Como aquelas que ainda estão neste orbe, fazendo brilhar sua luz interior. Muitas mesmo enfrentando imensas dificuldades , não se deixam abater, não desistem de seus sonhos, não fogem da luta... Trouxeram no espírito uma enorme força. Força tamanha que marcam suas trajetórias terrenas como mulheres que fazem a grande diferença, na construção de um mundo mais justo e mais evoluído.
Hoje entregamos flores de carinho para estes Seres Humanos maravilhosos que nos deixaram uma linda história e outras que estão escrevendo imprescindíveis páginas, com ações edificantes. Que expressam toda a inteligência, sensibilidade e emoção da natureza feminina. Nas artes, na ciência, na educação, nos esportes ou na filantropia. Mulheres que não devem ser esquecidas e que merecem toda nossa gratidão e respeito.



Homenagem ao Dia Internacional da Mulher - Madre Teresa de Calcutá- Amor e Fraternidade


26 de Agosto de 1910 — 5 de Setembro de 1997



Agnes Gonxha Bojaxhiu, conhecida como Madre Teresa de Calcutá foi uma missionária católica albanesa, nascida na República da Macedônia e naturalizada indiana. Fundou a congregação Missionárias da Caridade, sua maravilhosa Obra deu surgimento à casas religiosas assistenciais por toda a Índia e depois no exterior. Seu trabalho obteve repercussão mundial. Considerada, por muitos a missionária do século XX, Dedicou toda a sua vida em amor ao próximo e ao amparo material e principlamente espiritual, levando a palavra cristã de fé e esperança aos desesperançosos, pobres e doentes. Foi beatificada pelo Papa João Paulo II em 2003.
Frases de Madre Teresa:

“ Não devemos permitir que alguém saia da nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz.”

“O dever é uma coisa muito pessoal; decorre da necessidade de se entrar em ação, e não da necessidade de insistir com os outros para que façam qualquer coisa.
Quando Madre Teresa recebeu o Prêmio Nobel, perguntaram-lhe: - O que podemos fazer a fim de promover a paz mundial? " Ela respondeu: - "Voltem para seus lares e amem suas famílias.”



Homenagem ao dia Internacioanal da mulher-Maria Montessori- Grande Educadora
A pedagoga italiana que revolucionou o sistema educacional em todo o mundo


31 de agosto de 1870-6 de maio de 1952



Maria Montessori pedagoga, educadora, médica e feminista. Em 1896, foi a primeira mulher a se formar em medicina na Itália.

Frases de Maria Montessori:
“A educação é um processo natural levado a cabo espontaneamente pelo ser humano e se adquire não ouvindo palavras, mas com experiências com o meio ambiente.”

“A mulher do futuro terá direitos iguais, assim como deveres iguais (...) A vida em família como a conhecemos poderá mudar, mas é absurdo pensar que o feminismo destruirá o sentimento materno. A nova mulher se casará e terá filhos por sua livre escolha, não porque o casamento e a maternidade lhe sejam forçados.” (Em declaração a “Nova Mulher”, em 1899.)



Fonte: Livro Maria Montessori de Michael Pollard-Editora Globo



Homenagem ao Dia Internacioal da Mulher-Irmã Dulce- Amor e Fraternidade


Salvador, 26 de maio de 1914 — Salvador, 13 de março de 1992-Fraternidade


Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes melhor conhecida como Irmã Dulce, o Anjo bom da Bahia, foi uma religiosa católica brasileira. Ela notabilizou-se por suas obras de caridade e de assistência aos pobres e aos necessitados. Irmã Dulce. Aos 13 anos, depois de visitar áreas carentes, acompanhada por uma tia, começou a manifestar o desejo de se dedicar à vida religiosa. Com o consentimento da família e o apoio da irmã Dulcinha, foi transformando a casa da família num centro de atendimento a pessoas necessitadas. Ela começou a ajudar mendigos, enfermos e desvalidos. Nessa mesma idade, foi recusada pelo Convento do Desterro por ser jovem demais, voltando a estudar depois de se formar, entrou na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição (Smic), localizada em Sergipe. Após seis meses de noviciado, tomou o hábito de freira. No dia 15 de agosto de 1934, fez sua profissão de fé e voltou à Bahia.
Desde então, dedicou toda a sua vida à caridade. Começou sua obra ocupando um barracão abandonado para abrigar mendigos. Chegou a receber a visita do Papa João Paulo II, quando esse esteve no Brasil, em virtude de seu trabalho com idosos, doentes, pobres, crianças e jovens carentes. Entre os diversos estabelecimentos que a Irmã Dulce fundou estão o Hospital Santo Antônio, capaz de atender setecentos pacientes e duzentas casas ambulatoriais; e o Centro Educacional Santo Antônio (CESA), instalado em Simões Filho, que abriga mais de trezentas crianças de 3 a 17 anos. No Centro, os jovens têm acesso a cursos profissionalizantes. Irmã Dulce fundou também o “Círculo Operário da Bahia”, que, além de escola de ofícios, proporcionava atividades culturais e recreativas.
No dia 27 de outubro de 2010, foi anunciada pelo cardeal arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, Dom Geraldo Majella Agnelo, em coletiva de imprensa realizada na sede das Obras Sociais Irmã Dulce (Osid) a beatificação, última etapa antes da canonização, da religiosa Irmã Dulce, tornando-a a primeira beata da Bahia. O anúncio foi sucedido pelo decreto em 10 de dezembro de 2010 e aconteceu após o reconhecimento de um milagre pela intercessão da religiosa na recuperação de uma mulher sergipana, que havia sido desenganada pelos médicos após sofrer uma hemorragia durante o parto.
O Anjo Bom da Bahia morreu em seu quarto, aos setenta e sete anos, às 16:45 do dia 13 de março de 1992,
A cerimônia de beatificação de Irmã Dulce foi marcada para o dia 22 de maio de 2011, em Salvador, de acordo com a arquidiocese da capital baiana. A missa na qual será realizado o rito de beatificação vai ocorrer no Parque de Exposição da cidade. O horário ainda não foi definido.

Fontes do texto: http://pt.wikipedia.org/wiki/Irm%C3%A3_Dulce


http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/12/




Homenagem ao Dia Internacional da Mulher-Rachel de Queiroz-Grande Escritora



A primeira mulher a entrar na Academia Brasileira de Letras e uma das escritoras mais apreciadas pela literatura.
A cearense Rachel de Queiroz ainda não tinha completado 20 anos quando surpreendeu críticos e leitores contando o sofrimento do sertanejo. Era "O Quinze", referência à grande seca que devastou o Nordeste em 1915.
A obra crescia. O sucesso, também. Eram crônicas, peças, romances. A linguagem encantava.
“Rachel foi uma grande escritora, natural, escorreita, límpida. A frase da Rachel era perfeita”, disse Murilo Melo Filho, membro da Academia Brasileira de Letras.
Rachel de Queiroz foi uma autora premiada de romances e peças teatrais que gostava de dizer que era jornalista. Uma mulher à frente de seu tempo, independente, ousada, que se tornou a primeira a entrar para a Academia Brasileira de Letras, em 1977. Uma escritora que nos ajuda a entender o Brasil, um país que ganhou nova vida adaptado para a televisão.
A entrada para a ABL foi manchete em todos os jornais e revistas. Apesar da fama e do aplauso, Rachel continuava modesta. “Eu nunca fiquei satisfeita com o meu texto”.
Cem anos depois, ainda atual. “A Rachel é essa voz, uma voz que diz: 'Olha! Nós sofremos, mas nós podemos vencer os problemas da vida'”, afirmou o membro da ABL, Evanildo Bechara.


Fonte do texto: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2010/11/rachel-de-queiroz-


Homenagem ao Dia Internacional da Mulher-Cora Coralina-Poetisa


Cora Coralina, pseudônimo de Ana Lins do Guimarães Peixoto Brêtas, 20/08/1889 — 10/04/1985, é a grande poetisa do Estado de Goiás.


Se achava mais doceira do que escritora. Considerava os doces cristalizados de caju, abóbora, figo e laranja, que encantavam os vizinhos e amigos, obras melhores do que os poemas escritos em folhas de caderno. Só em 1965, aos 75 anos, ela conseguiu realizar o sonho de publicar o primeiro livro, Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais. Ana Lins dos Guimarães Peixoto Brêtas viveu por muito tempo de sua produção de doces, até ficar conhecida como Cora Coralina, a primeira mulher a ganhar o Prêmio Juca Pato, em 1983, com o livro Vintém de Cobre – Meias Confissões de Aninha.

Nascida em Goiás, Cora tornou-se doceira para sustentar os quatro filhos depois que o marido, o advogado paulista Cantídio Brêtas, morreu, em 1934. “Mamãe foi uma mulher à frente do seu tempo”, diz a filha caçula, Vicência Brêtas Tahan, autora do livro biográfico Cora Coragem Cora Poesia. “Dona de uma mente aberta, sempre nos passou a lição de coragem e otimismo.” Aos 70 anos, decidiu aprender datilografia para preparar suas poesias e enviá-las aos editores. Cora, que começou a escrever poemas e contos aos 14 anos, cursou apenas até a terceira série do primário. Nos últimos anos de vida, quando sua obra foi reconhecida, participou de conferências, homenagens e programas de televisão, e não perdeu a doçura da alma de escritora e confeiteira.



Fonte do Texto: http://pensador.uol.com.br/autor/Cora_Coralina/biografia/



Frases de Cora Coralina:



“ Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.”

“ O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no fim terás o que colher.”

“ Poeta, não é somente o que escreve.
É
aquele que sente a poesia, se extasia sensível ao achado de uma rima à autenticidade de um verso.”




Homenagem ao Dia Internacional da Mulher –Marta

Fonte da foto: http://www.correiodoestado.com.br


Simplesmente a melhor jogadora de futebol do mundo



Marta Vieira da Silva, mais conhecida como Marta (Dois Riachos, 19 de fevereiro de 1986), é uma futebolista brasileira que atua como atacante. Atualmente, joga pelo Western New York Flash.
Marta já foi escolhida como melhor futebolista do mundo por cinco vezes consecutivas, um recorde entre mulheres e homens. Foi considerada pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009.
Após as grandes exibições recentes e, principalmente, nos Jogos Pan-americanos de 2007, Marta chegou a ser comparada a Pelé, sendo chamada pelo mesmo de o "Pelé de Saias". A alagoana declarou que se emocionou ao saber que o rei do futebol acompanhou os jogos da seleção feminina. Além disso, entrou na calçada da fama do Maracanã, sendo a primeira e, até agora, a única mulher a deixar a marca dos pés neste local.


Fonte: Wikipédia http://pt.wikipedia.org/wiki/Marta_(futebolista)




Homenagem ao Dia Internacional da Mulher- Presidenta do Brasil Dilma Rousseff



Dilma Vana Rousseff (Belo Horizonte, 14 de dezembro de 1947) é uma economista e política brasileira, filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT), e a atual presidente da República Federativa do Brasil. Durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, assumiu a chefia do Ministério de Minas e Energia, e posteriormente, da Casa Civil. Em 2010, foi escolhida pelo PT para se candidatar à Presidência da República na eleição presidencial, sendo que o resultado de segundo turno, em 31 de outubro, tornou Dilma a primeira mulher a ser eleita para o posto de chefe de Estado e de governo, em toda a história do Brasil(...)
Em 2002, participou da equipe que formulou o plano de governo de Luiz Inácio Lula da Silva para a área energética. Posteriormente, nesse mesmo ano, foi escolhida para ocupar o Ministério de Minas e Energia, onde permaneceu até 2005, quando foi nomeada ministra-chefe da Casa Civil, em substituição a José Dirceu, que renunciara ao cargo após o chamado escândalo do mensalão.
Em 2009, foi incluída entre os 100 brasileiros mais influentes do ano, pela revista Época e, em novembro do ano seguinte, a revista Forbes classificou-a como a 16ª pessoa mais poderosa do mundo.



Fonte do texto: http://pt.wikipedia.org/wiki/Dilma_Rousseff




Portal Brasil

Fonte do Texto: http://www.brasil.gov.br/noticias/arquivos/2011/03/9/no-dia-internacional-da-mulher



No Dia Internacional da Mulher, Dilma defende fim da miséria com foco na mulher e na criança



A presidenta Dilma Rousseff divulgou nota oficial terça-feira (8) em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Na nota, a presidenta defendeu a aplicação de políticas públicas para a erradicação da pobreza —uma das principais metas de seu governo —com foco, principalmente, na mulher e na criança. Leia a nota na íntegra a seguir:

Meu objetivo fundamental, como Presidenta da República, é a erradicação da pobreza extrema. No Brasil, a pobreza tem cara: ela é muito feminina, está ligada às mulheres. Quanto mais pobre a família, maior a chance de que ela seja chefiada por uma mulher. Estou convencida de que uma política bem-sucedida de eliminação da miséria deve ser focada na mulher e na criança. Programas como o Minha Casa Minha Vida, o Pronaf Mulher ou o Bolsa Família – que acaba de ser reajustado em até 45,5% e que terá impacto proporcional à quantidade de filhos da família beneficiada – são eficientes porque privilegiam as mulheres.
No Dia Internacional da Mulher, quero ressaltar que a eliminação da discriminação de gênero e a valorização das mulheres e das meninas são estratégias indispensáveis para alcançarmos êxito em nossa luta contra a pobreza.
Com base em iniciativas como a Lei Maria da Penha, temos alcançado progresso no combate à violência contra as mulheres, mas ainda há muito por fazer. Temos o compromisso sagrado de enfrentar essa questão, intensificando e ampliando as medidas adotadas no governo passado.
O Brasil que queremos, e que vamos ter, é um país sem violência. É um país com água, com luz, com saneamento, com educação de qualidade e emprego digno para todos. É um país rico, em que as mulheres e os homens têm as mesmas oportunidades e privilégios, contribuindo juntos para o desenvolvimento e o criando seus filhos com dignidade e com orgulho."

Dilma Rousseff
Presidenta da República Federativa do Brasil

04 março, 2011


Fundação da Cidade do Rio de Janeiro
O Rio de Janeiro foi fundado em 01 de março de 1565.



Gravura reproduzida óleo sobre tela, A Fundação da Cidade do Rio de Janeiro de Antonio Firmino Monteiro/Assembléia Legislativa, Rio de Janeiro


Enquanto os portugueses iniciavam a colonização, os franceses organizavam uma esquadra para vir ao Brasil, e aqui também construírem uma colônia francesa.
Eles chegaram ao Rio de Janeiro em 1555 e se instalaram em algumas ilhas da Baía de Guanabara.
Ao saber da invasão dos franceses, o rei de Portugal, D. João III, deu ordens ao seu representante no Brasil, o governador-geral Mem de Sá, para que lutasse e expulsasse os franceses. Mandou também soldados e marinheiros comandados pelo sobrinho do governador, Estácio de Sá.
Chovia muito. Era uma quarta-feira, 28 de fevereiro de 1565, quando uma esquadra portuguesa sob o comando de Estácio de Sá entrou na Baía da Guanabara.
No dia seguinte, 1º de março de 1565, a cidade foi fundada. Não era uma cidade, como a gente entende hoje, mas uma pequena vila, situada entre o morro Cara de Cão e o Pão de Açúcar.
Estavam presentes no momento da fundação mais ou menos 150 homens que, trabalhando duro, ergueram às pressas uma cerca de madeira reforçada com areia e pedra. Essa foi a primeira construção da cidade, pois os portugueses estavam cercados por todos os lados pelos franceses e seus aliados, os índios Tamoios.


A cidade recebeu o nome de São Sebastião do Rio de Janeiro.



Em seguida, foram derrubadas árvores, o terreno foi limpo, construíram-se cacimbas, poços, casas de madeira cobertas de palha, fortificações, um mirante e, como não podia faltar, a capela, que era o símbolo da Igreja Católica.
A baía da Guanabara, em 1565 era controlada pelos franceses, apoiados por milhares de índios Tamoios, concentrados desde o morro da Viúva (localizado entre os atuais bairros de Botafogo e Flamengo) até o que atualmente é o bairro da Glória.
Os portugueses estavam concentrados entre os morros Cara de Cão, Pão de Açúcar e Urca, ajudados pelos índios Temiminós.
Depois de dois anos de guerra, em 1567 os franceses foram derrotados e expulsos do Rio de Janeiro.
A batalha mais importante travou-se no dia 20 de janeiro de 1567, quando os portugueses e os índios Temiminós atacaram o forte de Uruçumirim. Nesta batalha, Estácio de Sá foi ferido por uma flecha envenenada, vindo a morrer um mês depois.
No terceiro dia após a batalha de Uruçumirim os franceses foram definitivamente derrotados no taque ao forte de Paranapuã, atual Ilha do Governador.

Fonte do texto: Livro didático: Gente do Rio, Rio da Gente-Editora Brasil

A cidade de São Sebastião

Em 20 de Janeiro de 1567 a cidade foi transferida para o Morro do Descanso, depois denominado Morro do Castelo. No Morro Castelo que não era muito alto, pois tinha 65 metros de altitude, foram viver aproximadamente 200 pessoas entre as quais navegadores, militares, padres e comerciantes.
Não era fácil morar ali. Tudo o que se precisasse como um pouco de farinha, legumes ou potes de barro, tinha que ser comprado lá embaixo na praia. Assim, as pessoas subiam e desciam o morro constantemente.
Com o passar do tempo, a população da cidade foi crescendo. O morro já não comportava tanta gente. Aos poucos os habitantes da Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro foram de mudando para baixo e construindo nas proximidades das enconstas dos morro suas casas de taipa. O novo povoado marca, de fato, o começo da expansão urbana.
Para ocupar a várzea (parte baixa) a população realizou aterros de brejos e lagoas. Havia o incômodo dos mosquitos que se proliferavam nas águas paradas e com a ressaca, o mar inundava parte da cidade.
A única área protegida era a que se estendia entre os morros do Castelo, Santo Antônio, São Bento e Conceição. Neste espaço iniciou-se lentamente a expansão da Cidade.
Fonte do texto: Livro O Município do Rio de Janeiro/Access Editora e outros livros didáticos de nossa biblioteca


Antes de 1565 - Os índios Tamoios habitavam o local onde hoje se assenta a cidade.

De 1565 a 1763 - Rio de Janeiro, simples cidade do litoral sudeste do Brasil.

De 1763 a 1808 - Rio de Janeiro, capital da Colônia e sede do Vice-Reino do Brasil

De 1808 a 1821 - Rio de Janeiro, capital da Colônia e sede do Governo Português.

De 1822 a 1831 - Rio de Janeiro, capital do Primeiro Reinado.

De 1831 a 1840 - Rio de Janeiro, sede da Regência. Em 1834 surge o Município da Corte ou Neutro.

De 1840 a 1889 - Rio de Janeiro, capital do Segundo Reinado.

De 1889 a 1960 - Rio de Janeiro, capital da República. Em 1891 transformou-se em Distrito Federal.

De 1960 a 1975 - Rio de Janeiro, capital do Estado da Guanabara.

De 1975 em diante - Rio de Janeiro, capital do novo Estado do Rio de Janeiro.

Fonte desta cronologia: http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/hrcrono.htm José Luiz Bello