Beijinhos da Palhacinha Marronzinha!
Seja bem-vindo ao Rio de Janeiro! Este blog é amigo e alegre como o Brasil. Tem por finalidades incentivar à leitura, divulgar informações úteis, conhecermos e valorizarmos nossos escritores,a cultura nacional e todos os estados brasileiros. Temos postagens com a participação das personagens: Palhacinha Marronzinha,da Bruxinha Madame Bene Amitié e Apuana a Indiazinha Brasileira.
18 março, 2012
http://www.itaucultural.org.br
Biografia
Tatiana Belinky Gouveia (Petrogrado, atual São Petersburgo, Rússia 1919). Autora de histórias e poemas infantis, tradutora e roteirista de televisão. Após viver cerca de nove anos em Riga, Letônia, chega ao Brasil, em setembro de 1929, com os pais e dois irmãos mais novos. Fixam-se em São Paulo. Estuda no Mackenzie até 1937, quando conclui o Curso Comercial e começa a trabalhar como secretária bilíngue e taquígrafa. Ingressa na Faculdade de Filosofia São Bento, mas não conclui o curso. Em 1940, casa-se com o médico psiquiatra Júlio Gouveia (1914-1989). Alguns meses depois, quando morre seu pai em um acidente aéreo, assume seus negócios, atuando durante seis anos como representante de produtores de celulose junto a fábricas de papel, até que se restabeleçam as condições econômicas da família. De 1948 a 1951, a convite de uma sociedade beneficente presidida por amigos e com o apoio da Prefeitura, o casal adapta peças infantis e as encena em apresentações gratuitas em teatros de toda a cidade de São Paulo. O sucesso do projeto resultará em convite da TV Paulista para que o teatro infantil seja levado à televisão. Em texto adaptado por Júlio, encenam "A pílula falante" e "O casamento de Emília", de Reinações de Narizinho (1931), de Monteiro Lobato (1882 - 1948). Em 1952, chamado para realizar programa semanal, o casal irá para a TV Tupi. Inicialmente levam ao ar Fábulas Animadas, adaptações, feitas por Tatiana, de contos de fada e histórias fantásticas. Em seguida, criam O Sítio do Picapau Amarelo, série inspirada na obra homônima de Lobato, com cerca de 350 episódios, e que entre 1968 e 1969 será montada para a TV Bandeirantes. Ao deixar a televisão, a autora assume o setor infanto-juvenil da Comissão Estadual de Teatro. De 1972 a 1979, atua como colunista, escrevendo crítica de teatro e de literatura infantil em jornais paulistas, como Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo, Jornal da Tarde e Gazeta de Pinheiros. Publica, em 1984, Teatro da Juventude, que reúne suas adaptações. A convite de uma editora, lança suas primeiras obras autorais em 1985: A Operação Tio Onofre e Medroso! Medroso!. Dominando os idiomas inglês, russo, alemão, e iídiche, passa também a traduzir obras de Anton Tchekhov (1860 - 1904), irmãos Jacob (1785 - 1863) e Wilhem Grimm (1786 - 1859), entre outros, e a adaptar livremente clássicos da literatura, como Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll (1832 - 1898).
Comentário crítico
Em obra composta por mais de 120 títulos, entre traduções, adaptações, memórias, poesia e prosa, Tatiana Belinky propõe aos leitores infanto-juvenis reflexões a respeito da natureza humana - frequentemente, com humor, e sempre empregando recursos que chamam atenção para a própria linguagem.
Autoria do texto:Leia a biografia completa de Tatiana Belink em:http://www.itaucultural.org.br
Música Brincar de Viver-Autor Guilherme Arantes e Jon Lucien-Cantora Maria Bethânia
Vamos aprender a cantar a música Brincar de Viver
Brincar de Viver
Quem me chamou
Quem vai querer voltar pro ninho
E redescobrir seu lugar
Pra retornar
E enfrentar o dia-a-dia
Reaprender a sonhar
Você verá que é mesmo assim, que a história não tem fim
Continua sempre que você responde sim à sua imaginação
A arte de sorrir cada vez que o mundo diz não
Você verá que a emoção começa agora
Agora é brincar de viver
E não esquecer, ninguém é o centro do universo
Que assim é maior o prazer
Você verá que é mesmo assim, que a história não tem fim
Continua sempre que você responde sim à sua imaginação
A arte de sorrir cada vez que o mundo diz não
E eu desejo amar todos que eu cruzar pelo meu caminho
Como eu sou feliz, eu quero ver feliz
Quem andar comigo, vem
Lá - lá - lá- lá - lá...
Você verá que é mesmo assim, que a história não tem fim
Continua sempre que você responde sim à sua imaginação
A arte de sorrir cada vez que o mundo diz não.
Lá - lá - lá- lá - lá...

Mesmo que...
Canísio Mayer
Mesmo que...
Muitos prefiram lamentar o passado, eu prefiro viver intensamente o presente.
Muitos prefiram provocar tempestades, eu prefiro o discernimento na sabedoria.
Muitos prefiram falar mal dos outros, eu prefiro a coerência comigo mesmo.
Muitos prefiram a solidão, eu prefiro olhar nos olhos de todos os que me rodeiam.
Mesmo que...
Muitos escolham a raiva, eu prefiro a tolerância.
Muitos alimentem rancores, eu prefiro um olhar prospectivo.
Muitos vivam na nostalgia, eu prefiro o sonho.
Muitos considerem o outro como ameaça, eu prefiro estender a mão.
Mesmo que...
Muitos prefiram o medo, eu abraço a coragem.
Muitos se percam nos egoísmos, eu busco superar-me.
Muitos desanimem facilmente, eu prefiro aprender com as quedas.
Muitos desacreditem no amor, eu prefiro proclamá-lo aos quatro ventos.
Pois a vida me ensinou...
A passar do choro à humildade,
do perdão à verdade,
da solidão à singularidade,
do compromisso ao sentido da vida.
Na dinâmica da vida, aprendi...
A sair do meu mundo fechado para a alegria de viver.
A cuidar da semente para abrigar-me no aconchego da árvore.
A cultivar plantas e a inebriar-me no perfume das flores.
A olhar para o alto e deixar iluminar os passos na terra.
Sim, ao olhar para o milagre do viver, aprendemos que...
Quem semeia bom humor encontra esperança.
Quem planta justiça colhe paz.
Quem semeia verdade encontra confiança.
Quem semeia amor encontra gratidão.
MAYER, Canísio. Dinâmicas de Grupos e Textos Criativos. Petrópolis: Vozes, 2007.
16 março, 2012
Oi, amigos e amigas, hoje dou algumas sugestões de alguns livros do amadíssimo Ziraldo, mas leiam todos os livros dele. São super-divertidos e a gente aprende uma porção de coisas legais! Eu volto com mais sugestões de livros do Ziraldo. Beijinhos.
O Menino Maluquinho
O Bichinho da Maçã
O Joelho Juvenal

Uma Professora Muito Maluquinha

Ziraldo Alves Pinto nasceu no dia 24 de outubro de 1932, em Caratinga, Minas Gerais. Começou sua carreira nos anos 50 em jornais e revistas de expressão, como Jornal do Brasil, O Cruzeiro, Folha de Minas, etc. Além de pintor, é cartazista, jornalista, teatrólogo, chargista, caricaturista e escritor.
A fama começou a vir nos anos 60, com o lançamento da primeira revista em quadrinhos brasileira feita por um só autor: A Turma do Pererê. Durante a Ditadura Militar (1964-1984) fundou com outros humoristas O Pasquim - um jornal não-conformista que fez escola, e até hoje nos deixa saudades. Seus quadrinhos para adultos, especialmente The Supermãe e Mineirinho - o Comequieto, também contam com uma legião de admiradores.
Em 1969 Ziraldo publicou o seu primeiro livro infantil, FLICTS, que conquistou fãs em todo o mundo. A partir de 1979 concentrou-se na produção de livros para crianças, e em 1980 lançou O Menino Maluquinho, um dos maiores fenômenos editoriais no Brasil de todos os tempos. O livro já foi adaptado com grande sucesso para teatro, quadrinhos, ópera infantil, videogame, Internet e cinema. Uma seqüência do filme deve ser lançada em breve!
Os trabalhos de Ziraldo já foram traduzidos para diversos idiomas, como inglês, espanhol, alemão, francês, italiano e basco, e representam o talento e o humor brasileiros no mundo. Estão até expostos em museu! Ziraldo ilustrou o primeiro livro infantil brasileiro com versão integral on-line, em uma iniciativa pioneira. Conheça mais detalhes sobre a sua biografia e visite a sua galeria de fotos!
O Editor

Um dos importantes temas abordados neste livro:
O papel do brincar
As fontes do conhecimento infantil são múltiplas, mas é no ato de brincar que a criança, de forma privilegiada, apropria-se da realidade imediata, atribuindo-lhe significado. As brincadeiras permitem que a criança desenvolva imaginação, afetos, competências cognitivas e interativas, à medida que tem a oportunidade de vivenciar diferentes papéis.
Outra importante função da atividade lúdica é a elaboração de conflitos e ansiedades, e a criança demonstra ativamente, enquanto brinca, o que sofre passivamente. Brincando, as crianças constroem seu próprio mundo, resignificam e reelaboram os acontecimentos que deram origem a vivências e sentimentos.
A brincadeira, como eixo da proposta educativa, é um conceito bastante utilizado. Friedrich Froebel (Alemanha, 1782-1852), criador do jardim de infância, defendia o uso pedagógico de jogos e brinquedos organizados e sutilmente dirigidos pelo professor. Durante as décadas subseqüentes, vários educadores alertaram para a importância do lúdico na Educação.
Brincar favorece a auto-estima da criança e a interação com seus pares, propiciando situações de aprendizagem que desafiam suas capacidades cognitivas. Por meio do jogo simbólico, elas aprendem a agir, têm a curiosidade estimulada, adquirem iniciativa e exercitam sua autonomia. Os brinquedos são ferramentas e parceiros silenciosos que desafiam a criança, possibilitam descobertas e a compreensão de que o mundo está cheio de possibilidades e de oportunidades para a expansão da criatividade.
A criança deve brincar em todos os espaços da creche/pré-escola, inclusive na brinquedoteca, quando a instituição dispuser de uma. No entanto, é necessária sensibilidade por parte dos professores para acolherem suas iniciativas. Quando despreparados, tendem a interferir demais nas brincadeiras, dirigindo a atividade.
Brinquedoteca
É um espaço preparado para estimular a exploração lúdica, onde a criança brinca livremente, descobre coisas novas, supera desafios, toma decisões, desenvolve e exercita suas capacidades – motoras, emocionais, cognitivas e interativas. Dispostos em cantos temáticos, os brinquedos estimulam a livre expressão da criança, permitindo a concretização do imaginário, o desenvolvimento da linguagem, a interação social e a estruturação da personalidade.
Segundo a Associação Brasileira de Brinquedotecas, as primeiras unidades implantadas no Brasil surgiram no início dos anos 1980.
Atualmente, a Associação reúne cerca de 400 brinquedotecas – a maioria em instituições e creches. Mas, para os especialistas, elas nem sempre cumprem sua finalidade pedagógica. Para tanto, é imprescindível que as crianças tenham acesso à sala dos brinquedos, disponham de tempo e liberdade para escolher com o que brincar.
Livros Infantis
O reconhecimento da literatura infantil como elemento formador da consciência cultural das sociedades é relativamente recente. Bem antes de aprender a ler, a criança observa e “sente” a história. Enquanto escuta o adulto lendo para ela, vai desenvolvendo um elo emocional com o leitor, com os personagens e o livro, desenvolvendo gosto pela leitura.
Entre 1 e 2 anos de idade, a criança observa mais a entonação e as mímicas faciais do contador de histórias do que propriamente seu conteúdo. As histórias devem ser contadas com vivacidade, ritmo e entonação. Precisam ser curtas, com apenas uma gravura em cada página. Os livros de pano ou plástico são adequados, pois há o impulso de pegar o livro e levá-lo à boca.
Para a faixa etária entre 3 e 6 anos, os livros devem ser muito ilustrados, com textos breves que podem ser lidos ou dramatizados pelos adultos para que as crianças percebam a inter-relação entre o mundo real que a cerca e o mundo da palavra. É a nomeação das coisas que proporciona o convívio inteligente, afetivo e profundo com a realidade circundante. Nessa idade, as crianças gostam de ouvir várias vezes a mesma história. É a fase do “conte outra vez”.
Materiais Pedagógicos
São o conjunto de objetos e brinquedos que, junto com as condições do ambiente físico e os recursos humanos, constituem os componentes fundamentais para o desenvolvimento de uma Educação Infantil de qualidade.
Autoria do texto: Livro Fontes para a Educação Infantil-Unesco
Outros temas disponíveis em: http://www.fonteseducaçãoinfantil.org.br
15 março, 2012
http://portal.mec.gov.br
Os pais e responsáveis têm o direito de acompanhar a educação de seus filhos. Participar ativamente da vida escolar das crianças interfere positivamente na qualidade do ensino. Veja algumas recomendações que podem melhorar a relação ensino-aprendizagem e garantir o sucesso de seu filho na escola:
1. Aspectos que os familiares podem verificar diretamente na creche ou na pré-escola
• A instituição tem autorização de funcionamento expedida pela Secretaria Municipal de Educação?
• O alvará sanitário está afixado em lugar visível?
• A instituição tem proposta pedagógica em forma de documento?
• Reuniões e entrevistas com familiares são realizadas em horários adequados à participação das famílias?
• Há reuniões com familiares pelo menos três vezes por ano?
• Os familiares recebem relatórios sobre as vivências, produções e aprendizagens pelo menos duas vezes ao ano?
• A instituição permite a entrada dos familiares em qualquer horário?
• Existe local adequado para receber os pais ou familiares? E para aleitamento materno?
• As professoras têm, no mínimo, a formação em nível médio, Magistério?
• Há no mínimo uma professora para cada agrupamento de:
• 6 a 8 crianças de 0 a 2 anos?
• 15 crianças de 3 anos?
• 20 crianças de 4 até 6 anos?
• As salas de atividades e demais ambientes internos e externos são agradáveis, limpos, ventilados e tranquilos, com acústica que permite uma boa comunicação?
• O lixo é retirado diariamente dos ambientes internos e externos?
• A instituição protege todos os pontos potencialmente perigosos do prédio para garantir a circulação segura das crianças e evitar acidentes?
• A instituição tem procedimentos preestabelecidos que devem ser tomados em caso de acidentes?
2. O que os familiares podem verificar com a criança sobre o atendimento na educação infantil
• Pergunte qual é o nome das professoras e de outros funcionários.
• Pergunte o nome dos amiguinhos mais próximos.
• Pergunte à criança o que ela mais gostou de fazer naquele dia.
• Incentive à criança a contar e a narrar situações vividas na instituição:
• que músicas cantou ou ouviu;
• quais brincadeiras aconteceram;
• que pinturas, desenhos, esculturas ela fez;
• qual livro a professora leu;
• que história a professora contou;
• o que ela está aprendendo, entre outras.
3. O que os familiares podem observar diretamente na criança sobre o atendimento na educação infantil
• Observe o comportamento da criança quando ela chega na instituição (alegria, timidez ou choro).
• Observe diária e atentamente enquanto estiver conversando com a criança, seu olhar, seus gestos, sua fala suas reações podem ajudar a avaliar o estado físico e emocional.
• Observe as reações da criança ao ver seus colegas, isso pode demonstrar como está a relação com a turma.
• Observe as produções e o material que ela traz da instituição.
Dúvidas mais frequentes
1. O que é educação infantil?
A Educação Infantil, primeira etapa da Educação Básica, é oferecida em creches e préescolas,
as quais se caracterizam como espaços institucionais não domésticos que constituem
estabelecimentos educacionais públicos ou privados que educam e cuidam de crianças de 0 a 5
anos de idade no período diurno, em jornada integral ou parcial, regulados e supervisionados por
órgão competente do sistema de ensino e submetidos a controle social.
2. Quem são as crianças que têm direito à educação infantil?
A educação infantil é um direito humano e social de todas as crianças até seis anos de
idade, sem distinção alguma decorrente de origem geográfica, caracteres do fenótipo (cor da
pele, traços de rosto e cabelo), da etnia, nacionalidade, sexo, de deficiência física ou mental,
nível socioeconômico ou classe social. Também não está atrelada à situação trabalhista dos pais,
nem ao nível de instrução, religião, opinião política ou orientação sexual.
3. Quais são os estabelecimentos que ofertam educação infantil?
A educação infantil no Brasil é ofertada em creches, pré-escolas, escolas, centros ou
núcleos de educação infantil, independentemente da denominação ou do nome fantasia que adotem.
As instituições de educação infantil podem ser públicas ou privadas.
As públicas são criadas ou incorporadas, mantidas e administradas pelo poder público
federal, estadual, distrital ou municipal (LDB, art. 19, inciso I).
As instituições privadas são mantidas e administradas por pessoas físicas ou jurídicas de
direito privado (LDB, art. 19, inciso II) e se organizam em dois grupos: as particulares com fins
lucrativos e as comunitárias, confessionais e filantrópicas sem fins lucrativos definidas da
seguinte forma:
• instituições comunitárias: são instituídas por grupos de pessoas físicas ou por uma ou
mais pessoas jurídicas, inclusive cooperativas de professores e alunos, que incluam em sua
entidade mantenedora representantes da comunidade (LDB, art. 20, inciso II);
• instituições confessionais: são instituídas por grupos de pessoas físicas ou por uma ou
mais pessoas jurídicas que atendem à orientação confessional e ideologia específicas e ao
disposto no inciso anterior (LDB, art. 20, inciso III);
• instituições filantrópicas: são instituídas por grupos de pessoas físicas ou por uma ou
mais pessoas jurídicas, de direito privado, e possuem o Certificado de Entidade Beneficente de
Assistência Social (Cebas).
Todas as instituições de educação infantil localizadas em um município, tanto as públicas quanto as privadas, integram o respectivo sistema de ensino estadual, distrital ou municipal (LDB, art. 18, incisos I e II).

Opinião de telespectadora
Parabéns a Rede Globo por nos oferecer mais uma novela de excelente qualidade.
Muito cativada pela novela A Vida da Gente, me senti triste quando ela acabou. Por toda a sensibilidade dos textos e magníficas interpretações dos nossos queridos atores brasileiros, que expressaram em A Vida da Gente ricos diálogos e belíssimas cenas com as naturais e diversificadas questões emocionais e morais do nosso comportamento humano. Que bom que podemos rever esta linda novela no site da Globo. Felizmente não tive muito tempo para lamentar o término de A Vida da Gente, pois a Novela Amor Eterno Amor é também MARAVILHOSA! A autora Elizabeth Jhin nos presenteia com o exemplo do forte amor que une pais e filhos, sentimento capaz de superar a distância e o tempo e também com outros temas de altíssimo nível moral que permite infinitas possibilidades de conhecimentos científicos e filosóficos das questões espirituais. Pelo que já nos foi apresentado, os temas fluem independente de crenças ou contextos religiosos e como todas as novelas da Globo, mantem profundo respeito com todas as correntes religiosas e formas de pensamentos.
No Brasil e em diversos países o conhecimento espiritual está despertando interesse de todas as camadas sociais. Os cidadãos, assim como os cientistas, intelectuais e filósofos já descobriram que há uma inteligência suprema e muito amor sustentando todo o universo. Estudiosos já comprovaram que é essencial para uma melhor qualidade de vida de todos os seres humanos e para a preservação de nosso planeta, que nos conectemos com esta força extraordinária que é Deus, em todas as suas manifestações espirituais. A Globo sendo uma rede que procura acompanhar a evolução científica, não iria mesmo ficar de fora.
A autora Elizabeth Jhin está ainda nos apresentando seus personagens e as características de cada personalidade, por isso temos que aguardar para apreciarmos todos. Porém, alguns já me conquistaram e aqui traço como telespectadora meus sentimentos com relação a eles e minhas respeitosas, mas, bem-humoradas expectativas pessoais:
Verbena, a mãe do Carlos/Rodrigo

Personagem Verbena- Atriz Ana Lúcia Torre- Excelente interpretação, quanta emoção que é capaz de nos transmitir em seus dialógos e em todas as suas expressões faciais, principalmente em seus olhos. Magnífica!!! Será que Verbena tem mesmo de morrer?? Lanço neste momento a campanha: Não morra Verbena !!!
Personagem Zé da Carmem

Personagem Zé da Carmem- O ator Pedro Paulo Rangel é sempre maravilhoso. Sempre brilha! Atua com a mesma facilidade que respira. Seu personagem é generoso e também hilário. Me divirto muito com o Zé.
Personagem Virgílio

Personagem Virgílio- Osmar Prado é um dos maiores atores do Brasil! Seu personagem Virgílio é egoísta, mas também muito atormentado. Quem sabe até traga intimamente uma possibilidade de renovação de caráter, dentro do contexto moral e espiritual que a novela aborda.
Amo este ator e gostaria de vê-lo em outros capítulos. Fica aqui mais esta campanha: Vírgílio pode mudar!!! Queremos Osmar Prado!!! Queremos Osmar Prado!!! ( Pensem, se o Virgílio mudasse, com o tempo formaria um lindo casal com a Verbena, não acham? )rsrsrsrs

Personagem Pedro-Ator André Gonçalves-
André Gonçalves nos mostra em cada novela o desenvolvimento de sua maturidade como ator e sua imensa felicidade em atuar. Independente do personagem que faça. Na novela Amor Eterno Amor, parece um pinto no lixo de tão feliz rsrsrsrs. Magnífico!
Ele se joga literalmente de corpo e alma no personagem, se solta... passeia... Jamais perde a espontaneidade, a alegria, a gratidão pela oportunidade recebida. É como se nos dissesse: Eu amo atuar e dou o que trago de melhor dentro de mim. Aplausos para André Gonçalves e para seu personagem Pedro!
Personagem Carlos/Rodrigo

Personagem Carlos/Rodrigo - Ator Gabriel Braga Nunes- Gente o que é aquilo? Pergunto, o que é aquele homem gentil, generoso, lindo e ainda domador de búfalos e onças? rsrsrsrs
Brincadeiras à parte, o ator Gabriel Braga é também excelente e seu personagem Carlos/Rodrigo está perfeito. Desde o primeiro capítulo Gabriel já expressou-se com segurança e total incorporação de seu personagem. Talento que o ator já demonstrou nas novelas anteriores. Estejam certos de que Gabriel Braga ainda nos trará muitas emoções como Rodrigo na novela Amor Eterno Amor.
Aguardem que farei outros comentários sobre os personagens e sobre os capítulos desta ótima novela. Vamos assitir Amor Eterno Amor.
Fotos:http://tvg.globo.com/novelas/amor-eterno-amor/personagens/
14 março, 2012
O Dia Nacional da Poesia, não por acaso, coincide com a comemoração do nascimento do grande escritor baiano Castro Alves. Poeta do Romantismo, foi autor de belíssimas obras, como o “Navio Negreiro” e “Espumas Flutuantes”. Sua arte era movida pelo amor e pela luta por liberdade e justiça.
O que é poesia
Para outros, a arte literária nem sempre recria. É o caso de Aristóteles, filósofo grego que afirmava que “a arte literária é mimese (imitação); é a arte que imita pela palavra”.
Declamando ou escrevendo, fazer poesia é expressar-se de forma a combinar palavras, mexer com o seu significado, utilizar a estrutura da mensagem. Isto é a função poética.
A poesia sempre se encontra dentro de um contexto cultural e histórico. Os vários estilos poéticos, as fases de cada autor, os acontecimentos da época e tantas outras interferências muitas vezes se misturam à obra e lhe dão novos significados.
Poeta Casimiro de Abreu
Poesia
Deus
Eu me lembro! eu me lembro! - Era pequeno
E brincava na praia; o mar bramia
E erguendo o dorso altivo, sacudia
A branca escuma para o céu sereno
E eu disse a minha mãe nesse momento:
"Que dura orquestra! Que furor insano!
"Que pode haver maior que o oceano,
"Ou que seja mais forte do que o vento?!"
Minha mãe a sorrir olhou p'r'os céus
E respondeu: - Um Ser que nós não vemos
"É maior do que o mar que nós tememos,
"Mais forte que o tufão! Meu filho, é - Deus!"

Casimiro de Abreu (1839-1860) Nasceu na Fazenda Indaiaçu, Rio de Janeiro, filho de um rico comerciante português e de uma brasileira. Em 1853, interrompeu os estudos e viajou a Portugal para se dedicar aos negócios junto ao pai. Lá, fez certo sucesso com uma peça teatral, quando tinha apenas 17 anos. Precoce, fez amizade com grandes nomes do Romantismo português. De volta ao Brasil, publicou o seu único livro de poesias, As Primaveras, às custas do apoio financeiro paterno. Morreu aos 21 anos vítima de tuberculose.
Canção do Exílio
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar — sozinho, à noite —
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu'inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Gonçalves Dias (1823-1864)-Nasceu em Caxias, no Maranhão, filho de pai português e mãe mestiça de índios e negros. Estudou em Portugal e, de volta ao Brasil, em 1847, publicou o livro Primeiros cantos, conquistando a admiração de Dom Pedro II e um cargo público. Em 1962, foi à Europa tratar sua tuberculose. Durante a viagem de retorno, o navio naufragou. Salvaram-se todos menos o poeta. Alguns versos de A Canção do Exílio fazem parte do Hino Nacional brasileiro
Autoria e fonte dos textos e poesias: Livro Na Boca do Povo-Poesias da Memória Brasileira-Coleção Palavra da Gente Vol. 4-Ministério da Educação
13 março, 2012
Eu sei, mas não devia
Eu sei mas não devia. Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez paga mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
Ouça o lindo texto Eu sei mas não devia de Marina Colasanti, narrado na voz do ator Juca de Oliveira
.
Autoria do video: fernandespirre
Afirma que, em literatura, seu interesse e sua busca se voltam “para aquela coisa intemporal chamada inconsciente”.
Prêmios
• Minha Ilha Maravilha (2007) - Ed. Ática
• Acontece na cidade (2005) - Ed. Ática
• Fino sangue (2005)
• O homem que não parava de crescer (2005)
• 23 histórias de um viajante (2005)
• Uma estrada junto ao rio (2005)
• A morada do ser (1978, 2004)
• Fragatas para terras distantes (2004)
• A moça tecelã (2004)
• Aventuras de pinóquio – histórias de uma marionete (2002)
• A casa das palavras (2002) - Ed. Ática
• Penélope manda lembranças (2001) - Ed. Ática
• A amizade abana o rabo (2001)
• Esse amor de todos nós (2000)
• Ana Z., aonde vai você? (1999) - Ed. Ática
• Gargantas abertas (1998)
• O leopardo é um animal delicado (1998)
• Histórias de amor (série “Para gostar de ler” vol. 22) (1997) - Ed. Ática
• Longe como o meu querer (1997) - Ed. Ática
• Eu sei mas não devia (1995)
• Um amor sem palavras (1995)
• Rota de colisão (1993)
• De mulheres, sobre tudo (1993)
• Entre a espada e a rosa (1992)
• Cada bicho seu capricho (1992)
• Intimidade pública (1990)
• A mão na massa (1990)
• Será que tem asas? (1989)
• Ofélia, a ovelha (1989)
• O menino que achou uma estrela (1988)
• Aqui entre nós (1988)
• Um amigo para sempre (1988)
• Contos de amor rasgado (1986)
• O verde brilha no poço (1986)
• E por falar em amor (1985)
• Lobo e o carneiro no sonho da menina (1985)
• A menina arco iris (1984)
• Doze reis e a moça no labirinto do vento (1978)
• Uma idéia toda azul (1978)
11 março, 2012
Eu adoooro ler!A biblioteca é sempre um lugar interessante e divertido. Encontramos tudo de bom numa biblioteca. Livros com historias infantis, sobre o nosso amadíssimo Brasil, sobre meio ambiente, ecologia, matérias escolares, romances, poesias, músicas e muitos outros assuntos super-legais.
Aproveitem a biblioteca de sua escola e as bibliotecas públicas de seu bairro.
Quem lê é muiiiiiito mais feliz!

Nosso amor chegou a um ponto que já não conseguia viver sem ela, mas era um amor proibido. Meus pais não acreditavam, fui repreendido na escola e passamos a nos encontrar escondidos, até que não deu mais.
Fiquei louco. Eu a queria, mas não a tinha. Eu não podia permitir que me afastassem dela. Eu a amava. Bati com o carro, quebrei tudo dentro de casa e quase matei minha irmã. Estava louco, precisando dela.
Hoje tenho 39 anos, estou internado num hospital e vou morrer sem ter a companhia amorosa de meus pais e de meus amigos. Por ela, afastei de mim todos que me queriam bem. Satisfeita, ela me abandonou quando viu meu fim.
Seu nome é cocaína, seu apelido é crack. Meu amor, minha vida, minha destruição e minha morte, devo tudo a ela.
Autor desconhecido.
08 março, 2012

http://www.ibge.gov.br/home
O que dizem as Estatísticas do IBGE sobre a Mulher?
Em 1975, a ONU oficializou o 8 de março como o Dia Internacional da Mulher. A fixação da data é o reconhecimento e o coroamento de um longo processo de lutas, organização e conscientização das mulheres, mas também de toda a sociedade, na maior parte do mundo.
Ao longo dos anos, muitas têm sido as vitórias das mulheres. Conquistaram direitos como o de frequentar escolas, votar e se candidatar a cargos políticos, praticar esportes e representar o país em competições esportivas, entre outros. Também foram criadas delegacias de proteção à mulher e campanhas direcionadas à saúde da mulher (como a sobre o câncer de mama).
Hoje o Brasil tem mais mulheres que homens. Elas ocupam cada vez mais espaço no mercado de trabalho. E, para se ter uma ideia, já são responsáveis por 24,9% dos domicílios brasileiros.
Visitem o portal do IBGE!
http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/datas/mulher/home.html
8 de março - Dia Internacional da Mulher
Singela homenagem da Biblioteca Infantil Grandes Autores a algumas mulheres entre tantas outras, que nos são exemplos de sentimentos nobres, de fibra, de fé, de amor ao próximo e de talento. Mulheres que iluminaram suas vidas enquanto encarnadas e que estarão sempre vivas em nosso coração por terem sido tão especiais. Como aquelas que ainda estão neste orbe, fazendo brilhar sua luz interior. Muitas delas, mesmo enfrentando imensas dificuldades , não se deixam abater, não desistem de seus sonhos, não fogem da luta... Trouxeram no espírito uma enorme força. Força tamanha que marcam suas trajetórias terrenas como mulheres que fazem a grande diferença, na construção de um mundo mais justo e mais evoluído.
Hoje entregamos flores de carinho para estes Seres Humanos maravilhosos que nos deixaram uma linda história e outras que estão escrevendo imprescindíveis páginas, com ações edificantes. Que expressam toda a inteligência, sensibilidade e emoção da natureza feminina. Nas artes, na ciência, na educação, nos esportes ou na filantropia. Mulheres que não devem ser esquecidas e que merecem toda nossa gratidão e respeito.
Homenagem ao Dia Internacional da Mulher - Madre Teresa de Calcutá- Amor e Fraternidade

26 de Agosto de 1910 — 5 de Setembro de 1997
Agnes Gonxha Bojaxhiu, conhecida como Madre Teresa de Calcutá foi uma missionária católica albanesa, nascida na República da Macedônia e naturalizada indiana. Fundou a congregação Missionárias da Caridade, sua maravilhosa Obra deu surgimento à casas religiosas assistenciais por toda a Índia e depois no exterior. Seu trabalho obteve repercussão mundial. Considerada, por muitos a missionária do século XX, Dedicou toda a sua vida em amor ao próximo e ao amparo material e principlamente espiritual, levando a palavra cristã de fé e esperança aos desesperançosos, pobres e doentes. Foi beatificada pelo Papa João Paulo II em 2003.
Frases de Madre Teresa:
“ Não devemos permitir que alguém saia da nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz.”
“O dever é uma coisa muito pessoal; decorre da necessidade de se entrar em ação, e não da necessidade de insistir com os outros para que façam qualquer coisa.
Quando Madre Teresa recebeu o Prêmio Nobel, perguntaram-lhe: - O que podemos fazer a fim de promover a paz mundial? " Ela respondeu: - "Voltem para seus lares e amem suas famílias.”
Homenagem ao dia Internacioanal da mulher-Maria Montessori- Grande Educadora
A pedagoga italiana que revolucionou o sistema educacional em todo o mundo

31 de agosto de 1870-6 de maio de 1952
Maria Montessori pedagoga, educadora, médica e feminista. Em 1896, foi a primeira mulher a se formar em medicina na Itália.
Frases de Maria Montessori:
“A educação é um processo natural levado a cabo espontaneamente pelo ser humano e se adquire não ouvindo palavras, mas com experiências com o meio ambiente.”
“A mulher do futuro terá direitos iguais, assim como deveres iguais (...) A vida em família como a conhecemos poderá mudar, mas é absurdo pensar que o feminismo destruirá o sentimento materno. A nova mulher se casará e terá filhos por sua livre escolha, não porque o casamento e a maternidade lhe sejam forçados.” (Em declaração a “Nova Mulher”, em 1899.)
Fonte: Livro Maria Montessori de Michael Pollard-Editora Globo
Homenagem ao Dia Internacioal da Mulher-Irmã Dulce- Amor e Fraternidade

Salvador, 26 de maio de 1914 — Salvador, 13 de março de 1992-Fraternidade
Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes melhor conhecida como Irmã Dulce, o Anjo bom da Bahia, foi uma religiosa católica brasileira. Ela notabilizou-se por suas obras de caridade e de assistência aos pobres e aos necessitados. Irmã Dulce. Aos 13 anos, depois de visitar áreas carentes, acompanhada por uma tia, começou a manifestar o desejo de se dedicar à vida religiosa. Com o consentimento da família e o apoio da irmã Dulcinha, foi transformando a casa da família num centro de atendimento a pessoas necessitadas. Ela começou a ajudar mendigos, enfermos e desvalidos. Nessa mesma idade, foi recusada pelo Convento do Desterro por ser jovem demais, voltando a estudar depois de se formar, entrou na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição (Smic), localizada em Sergipe. Após seis meses de noviciado, tomou o hábito de freira. No dia 15 de agosto de 1934, fez sua profissão de fé e voltou à Bahia.
Desde então, dedicou toda a sua vida à caridade. Começou sua obra ocupando um barracão abandonado para abrigar mendigos. Chegou a receber a visita do Papa João Paulo II, quando esse esteve no Brasil, em virtude de seu trabalho com idosos, doentes, pobres, crianças e jovens carentes. Entre os diversos estabelecimentos que a Irmã Dulce fundou estão o Hospital Santo Antônio, capaz de atender setecentos pacientes e duzentas casas ambulatoriais; e o Centro Educacional Santo Antônio (CESA), instalado em Simões Filho, que abriga mais de trezentas crianças de 3 a 17 anos. No Centro, os jovens têm acesso a cursos profissionalizantes. Irmã Dulce fundou também o “Círculo Operário da Bahia”, que, além de escola de ofícios, proporcionava atividades culturais e recreativas.
No dia 27 de outubro de 2010, foi anunciada pelo cardeal arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, Dom Geraldo Majella Agnelo, em coletiva de imprensa realizada na sede das Obras Sociais Irmã Dulce (Osid) a beatificação, última etapa antes da canonização, da religiosa Irmã Dulce, tornando-a a primeira beata da Bahia. O anúncio foi sucedido pelo decreto em 10 de dezembro de 2010 e aconteceu após o reconhecimento de um milagre pela intercessão da religiosa na recuperação de uma mulher sergipana, que havia sido desenganada pelos médicos após sofrer uma hemorragia durante o parto.
O Anjo Bom da Bahia morreu em seu quarto, aos setenta e sete anos, às 16:45 do dia 13 de março de 1992,
A cerimônia de beatificação de Irmã Dulce foi marcada para o dia 22 de maio de 2011, em Salvador, de acordo com a arquidiocese da capital baiana. A missa na qual será realizado o rito de beatificação vai ocorrer no Parque de Exposição da cidade. O horário ainda não foi definido.
Fontes do texto: http://pt.wikipedia.org/wiki/Irm%C3%A3_Dulce
http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/12/
Homenagem ao Dia Internacional da Mulher-Rachel de Queiroz-Grande Escritora
A primeira mulher a entrar na Academia Brasileira de Letras e uma das escritoras mais apreciadas pela literatura.A cearense Rachel de Queiroz ainda não tinha completado 20 anos quando surpreendeu críticos e leitores contando o sofrimento do sertanejo. Era "O Quinze", referência à grande seca que devastou o Nordeste em 1915.
A obra crescia. O sucesso, também. Eram crônicas, peças, romances. A linguagem encantava.
“Rachel foi uma grande escritora, natural, escorreita, límpida. A frase da Rachel era perfeita”, disse Murilo Melo Filho, membro da Academia Brasileira de Letras.
Rachel de Queiroz foi uma autora premiada de romances e peças teatrais que gostava de dizer que era jornalista. Uma mulher à frente de seu tempo, independente, ousada, que se tornou a primeira a entrar para a Academia Brasileira de Letras, em 1977. Uma escritora que nos ajuda a entender o Brasil, um país que ganhou nova vida adaptado para a televisão.
A entrada para a ABL foi manchete em todos os jornais e revistas. Apesar da fama e do aplauso, Rachel continuava modesta. “Eu nunca fiquei satisfeita com o meu texto”.
Cem anos depois, ainda atual. “A Rachel é essa voz, uma voz que diz: 'Olha! Nós sofremos, mas nós podemos vencer os problemas da vida'”, afirmou o membro da ABL, Evanildo Bechara.
Fonte do texto: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2010/11/rachel-de-queiroz-
Homenagem ao Dia Internacional da Mulher-Cora Coralina-Poetisa

Cora Coralina, pseudônimo de Ana Lins do Guimarães Peixoto Brêtas, 20/08/1889 — 10/04/1985, é a grande poetisa do Estado de Goiás.
Se achava mais doceira do que escritora. Considerava os doces cristalizados de caju, abóbora, figo e laranja, que encantavam os vizinhos e amigos, obras melhores do que os poemas escritos em folhas de caderno. Só em 1965, aos 75 anos, ela conseguiu realizar o sonho de publicar o primeiro livro, Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais. Ana Lins dos Guimarães Peixoto Brêtas viveu por muito tempo de sua produção de doces, até ficar conhecida como Cora Coralina, a primeira mulher a ganhar o Prêmio Juca Pato, em 1983, com o livro Vintém de Cobre – Meias Confissões de Aninha.
Nascida em Goiás, Cora tornou-se doceira para sustentar os quatro filhos depois que o marido, o advogado paulista Cantídio Brêtas, morreu, em 1934. “Mamãe foi uma mulher à frente do seu tempo”, diz a filha caçula, Vicência Brêtas Tahan, autora do livro biográfico Cora Coragem Cora Poesia. “Dona de uma mente aberta, sempre nos passou a lição de coragem e otimismo.” Aos 70 anos, decidiu aprender datilografia para preparar suas poesias e enviá-las aos editores. Cora, que começou a escrever poemas e contos aos 14 anos, cursou apenas até a terceira série do primário. Nos últimos anos de vida, quando sua obra foi reconhecida, participou de conferências, homenagens e programas de televisão, e não perdeu a doçura da alma de escritora e confeiteira.
Fonte do Texto: http://pensador.uol.com.br/autor/Cora_Coralina/biografia/
Frases de Cora Coralina:
“ Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.”
“ O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no fim terás o que colher.”
“ Poeta, não é somente o que escreve. É
aquele que sente a poesia, se extasia sensível ao achado de uma rima à autenticidade de um verso.”
Homenagem ao Dia Internacional da Mulher –Marta
Fonte da foto: http://www.correiodoestado.com.br/
Simplesmente a melhor jogadora de futebol do mundo

Marta Vieira da Silva, mais conhecida como Marta (Dois Riachos, 19 de fevereiro de 1986), é uma futebolista brasileira que atua como atacante. Atualmente, joga pelo Western New York Flash.
Marta já foi escolhida como melhor futebolista do mundo por cinco vezes consecutivas, um recorde entre mulheres e homens. Foi considerada pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009.
Após as grandes exibições recentes e, principalmente, nos Jogos Pan-americanos de 2007, Marta chegou a ser comparada a Pelé, sendo chamada pelo mesmo de o "Pelé de Saias". A alagoana declarou que se emocionou ao saber que o rei do futebol acompanhou os jogos da seleção feminina. Além disso, entrou na calçada da fama do Maracanã, sendo a primeira e, até agora, a única mulher a deixar a marca dos pés neste local.
Fonte: Wikipédia http://pt.wikipedia.org/wiki/Marta_(futebolista)
Homenagem ao Dia Internacional da Mulher- Presidenta do Brasil Dilma Rousseff

Dilma Vana Rousseff (Belo Horizonte, 14 de dezembro de 1947) é uma economista e política brasileira, filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT), e a atual presidente da República Federativa do Brasil. Durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, assumiu a chefia do Ministério de Minas e Energia, e posteriormente, da Casa Civil. Em 2010, foi escolhida pelo PT para se candidatar à Presidência da República na eleição presidencial, sendo que o resultado de segundo turno, em 31 de outubro, tornou Dilma a primeira mulher a ser eleita para o posto de chefe de Estado e de governo, em toda a história do Brasil(...)
Em 2002, participou da equipe que formulou o plano de governo de Luiz Inácio Lula da Silva para a área energética. Posteriormente, nesse mesmo ano, foi escolhida para ocupar o Ministério de Minas e Energia, onde permaneceu até 2005, quando foi nomeada ministra-chefe da Casa Civil, em substituição a José Dirceu, que renunciara ao cargo após o chamado escândalo do mensalão.
Em 2009, foi incluída entre os 100 brasileiros mais influentes do ano, pela revista Época e, em novembro do ano seguinte, a revista Forbes classificou-a como a 16ª pessoa mais poderosa do mundo.
Fonte do texto: http://pt.wikipedia.org/wiki/Dilma_Rousseff
05 março, 2012

Autoria do vídeo: SissiClips
Composição de Heitor Villa Lobos e parte integrante da peça Bachianas Brasileiras nº 2. A obra se caracteriza por imitar o movimento de uma locomotiva com os instrumentos da orquestra.
Regente: Sir Eugene Goosens
Orquestra Sinfônica de Londres
http://www.museuvillalobos.org.br/villalob/biografi/infancia
Além da cidade do Rio de Janeiro, Villa-Lobos reside com a família em cidades do interior do estado do Rio de Janeiro (Sapucaia) e de Minas Gerais (Cataguazes e Bicas) durante os anos de 1892-1893. Nessas viagens, conhece as modas caipiras e os tocadores de viola, que formam parte do folclore musical brasileiro e que, mais tarde, vem a universalizar-se em suas obras.
Ao retornarem ao Rio de Janeiro, os Villa-Lobos transformam sua casa num ponto de encontro de nomes respeitados da época, que ali se reúnem, todos os sábados, para tocar até altas horas da madrugada. Esse hábito, que dura anos, influi decisivamente na formação musical de Villa-Lobos que, logo cedo, inicia-se na música.
A partir dos seis anos de idade, aprende, com o pai, a tocar clarinete e violoncelo (este último em uma viola especialmente adaptada). Raul Villa-Lobos ainda lhe obriga a exigentes exercícios de percepção musical que incluem o reconhecimento de gênero, estilo, caráter e origem de músicas, de notas musicais e ruídos.
Foi também nessa época, e graças à sua tia Fifina (que lhe apresenta os prelúdios e fugas do "Cravo Bem Temperado"), que Tuhú (seu apelido de infância) fascina-se pela obra de Johann Sebastian Bach, compositor que acaba por servir-lhe de fonte de inspiração para a criação de de um de seus mais importantes ciclos, o das nove "Bachianas Brasileiras.
O ano de 1915 marca o início da apresentação oficial de Villa-Lobos como compositor, com uma série de concertos no Rio de Janeiro. Na época, casado com a pianista Lucília Guimarães, ganha a vida tocando violoncelo nas orquestras dos teatros e cinemas cariocas, ao mesmo tempo em que escreve suas obras. Os jornais publicam críticas contra a modernidade de sua música. Anos mais tarde, o compositor faz questão de explicar:
Autoria do texto http://www.museuvillalobos.br
01 março, 2012
No dia 1º de janeiro de 1502, navegadores portugueses que exploravam o litoral do Brasil, avistaram a Baía de Guanabara. Acreditando que se tratava da foz de um grande rio, deram-lhe o nome de Rio de Janeiro, dando origem ao nome da cidade. Mesmo depois de constatado o equívoco, a denominação foi mantida.
Carioca é o nome dado às pessoas que nascem na cidade do Rio de Janeiro. Por outro lado, aqueles que não nasceram aqui, mas vivem e participam da vida da cidade, também podem se considerar cariocas.
Carioca é também o nome de um rio que em tempos passados corria pela cidade. Hoje, ele está canalizado e corre subterraneamente, escondido embaixo de ruas e edifícios.
Aniversário do Rio será comemorado com bolo de dez metros na Praça Tiradentes
Festa começa às 18h desta quinta (1°) com a presença do prefeito.
Às 17h, na Quinta da Boa Vista, um show marcará a comemoração
Existe uma contradição sobre a data oficial do aniversário do Rio de Janeiro. Alguns dizem que é dia 20 de janeiro e outros dia 1º de março.
A primeira é para homenagear o santo de São Sebastião que foi a homenagem dada por Estácio de Sá ao fundar a cidade com o nome de São Sebastião do Rio de Janeiro. Porém a oficial é mesmo no dia 1º de março, data da fundação
O Rio de Janeiro comemora nesta quinta (1°) seus 447 anos com uma festa às 18h na Praça Tiradentes, Centro do Rio, com direito a um bolo de dez metros de comprimento. O prefeito Eduardo Paes já garantiu presença na festa, que tradicionalmente era realizada na Rua da Carioca, mas que, este ano, foi transferida para a Praça Tiradentes, revitalizada pela prefeitura. A obra incluiu a retirada das grades que cercavam o espaço.
De manhã, para comemorar o aniversário do Rio, teve missa no Cristo Redentor. A cerimônia foi celebrada pelo cardeal Stanislaw Rylko, organizador da Jornada Mundial da Juventude. O arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, também participou.
O aniversário do Rio será comemorado também na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, na Zona Norte da cidade, onde um grande show marcará a comemoração da data. O evento é promovido pela Globo Rio, em parceria com o governo estadual e começa às 17h.
A principal atração será a gravação do DVD de 15 anos da banda Sorriso Maroto. Também se apresentarão a banda Jammil, o Trio Ternura, Gustavo Lima, o grupo Revelação, MC Sapão e o Coral Resgate.
Fonte da notícia: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia












