16 janeiro, 2012

Museu Nacional de Belas Artes



http://www.cultura.gov.br/site/2012/01/11/museu-nacional-de-belas-artes-5/




O Museu Nacional de Belas Artes completou 75 anos nesta sexta-feira, 13 de janeiro

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), administrado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), vinculado ao Ministério da Cultura, completou nesta sexta-feira, 13, 75 anos de criação.

Localizada no Rio de Janeiro, a instituição conta com um acervo de cerca de 70 mil itens, distribuídos em um espaço de 13 mil m², incluindo pinturas, esculturas e arte sobre papel, além de outras coleções, dentre elas, arte decorativa, arte popular brasileira e estrangeira, arte africana e arte indígena.

Criado pela lei nº 378, de 13 de janeiro de 1937, o MNBA foi inaugurado em 19 de agosto do ano seguinte com a presença do então presidente Getúlio Vargas. O museu se volta para a aquisição, conservação, pesquisa e divulgação de obras de arte que evidenciem a evolução da produção artística brasileira e estrangeira.

Desde sua criação, a instituição instalou-se no edifício da Escola Nacional de Belas Artes, na Avenida Rio Branco, nº 199, no centro do Rio. O autor do projeto foi o arquiteto espanhol Adolfo Morales de los Rios, que tomou como modelo o Museu do Louvre, em Paris, mas durante a construção, o desenho seria alterado, possivelmente por Rodolfo Bernardelli, então diretor da escola, e mais tarde Archimedes Memoria acrescentou outras mudanças. O resultado foi uma construção eclética, com fachadas em diferentes estilos. A fachada principal é inspirada na Renascença francesa, com frontões, colunatas e relevos em terracota, representando as grandes civilizações da antiguidade.

Acervo

O Museu Nacional de Belas Artes é a instituição do Brasil que possui a maior e mais importante coleção de arte brasileira do século XIX. Através de suas galerias e corredores, o visitante pode ter um panorama completa da história das artes plásticas no Brasil desde seu início, até a contemporaneidade.

O acervo do museu teve origem na pequena coleção de quadros trazidos ao Brasil por Joachim Lebreton (1760-1819), chefe da Missão Artística Francesa, que chegou ao país em1816. Aessas obras foram acrescentadas outras pertencentes à coleção de Dom João VI, a fim de formar a Pinacoteca da Academia Imperial de Belas Artes.

Doações por parte de colecionadores e artistas e o fato de os alunos da Escola Nacional de Belas Artes, subsidiados pelo Governo, em seus estudos na Europa, enviarem obrigatoriamente certo número de trabalhos para o Brasil, contribuíram para o enriquecimento da coleção.

Além desses, ficaram no museu as obras premiadas nas Exposições Gerais de Belas Artes, promovidas pela Academia Imperial, e no Salão Nacional de Belas Artes, realizado pela Escola. Não menos significativo foi o mecenato realizado por ilustres personagens, como os Barões de São Joaquim, Luís Resende, Guilherme Guinle, entre muitos outros que doaram coleções completas de artistas notáveis.

O MNBA/Ibram/MinC conta com seção de conservação e restauro, setor de educação, biblioteca/mediateca Araújo Porto Alegre, além de espaços para exposições.

Acesse o site do MNBA

(Texto: Marcos Agostinho, Ascom/MinC)
(Foto: Divulgação)
(Fonte: MNBA)

Endereço do MNBA
Av. Rio Branco, 199 - Centro (Cinelândia), Rio de Janeiro, RJ - Cep: 20.040-008

Telefone: (21) 2219-8474 - Fax: (21) 2262-6067

Visitação:
Terça a sexta-feira das 10 às 18hs; Sábados, domingos e feriados das 12 às 17 horas.
Vídeo com Carmem Miranda cantando Chica Chica Boom Chic



Autoria do vídeo:TheHDfever

CARMEN MIRANDA

Autoria do texto: http://www.museudatv.com.br/


BIOGRAFIA DE CARMEN MIRANDA -MUSEU DA TELEVISÃO BRASILEIRA


O nome completo da cantora Carmem Miranda era Maria do Carmo Miranda da Cunha. Ela nasceu em Portugal, em Marco de Canaveses, em 9 de fevereiro de 1909. E faleceu em Los Angeles, Estados Unidos, em 5 de agosto de 1955.
É considerada a cantora mais importante do Brasil , embora sendo de nacionalidade portuguesa.
Sua carreira artística deu-se nas décadas de 30, 40 e 50. Era filha de José Maria Pinto da Cunha e de Maria Emília Miranda da Cunha. E irmã da também cantora Aurora Miranda. Mudou-se de Portugal para a cidade do Rio de Janeiro, aos 14 anos. Começou sua vida profissional como balconista de loja de produtos masculinos. Mas foi ter aulas de música com o professor Josué de Barros, pois gostava de cantar.
Antes dos 20 anos, Carmem começou a cantar em clubes e em emissoras de rádio. Em 1929, gravou seu primeiro disco ,pela Companhia Brunswick. Meses depois gravou pela RCA Victor. Já no ano seguinte, 1930, gravou: “ Taí”, que foi enorme sucesso e que em verdade se chama: “ Pra Você Gostar de Mim”.
A cantora estourou. Começou a ser chamada para participar de programas musicais das emissoras de rádio, para festas, para festivais. Acertou com a RCA de gravar músicas carnavalescas. E foi o que aconteceu em toda a década de 30. Fez então parcerias com os grandes cantores da época. Cantou com Francisco Alves,Mário Reis, Almirante, Lamartini, Noel Rosa e outros.
Também Carmem Miranda fez excursões por muitas cidades e até por outros países. Esteve ba Argentina e mais países da América do Sul, além de fazer muitos estados do Brasil.
Em cinema: Em 1933 Carmem Miranda estreou no cinema, numa comédia musical, sob a direção de Adhemar Gonzaga e Humberto Mauro. Em 1934, foi eleita: “ Rainha do Rádio”, ou melhor do “ Broadcasting Carioca”, como se dizia na época. O famoso apresentador de rádio César Ladeira, deu-lhe então a alcunha de: “ Pequena Notável”. Em 1935, fez o filme: “ Alô, Alô Brasil”. Em seguida assinou com a Gravadora Odeon e com a Rádio Tupi. Em 1937, voltou para a Rádio Mayrink Veiga. Em 36, fez o filme: “ Alô, Alô, Carnaval”. Em 1939, fez: “ Banana da Terra”, seu último filme feito no Brasil.
Curiosidade: Foi em 1938, que a cantora Carmem Miranda usou pela primeira vez o traje de baiana, dando o significado cultural a sua imagem. Bem m ais tarde colocou o tabuleiro de frutas, na cabeça, com o que ficou conhecida internacionalmente.
Em 1939, a cantora foi para os Estados Unidos. Levou para acompanhá-la o famoso grupo musical: Bando da Lua. Eles participaram de musicais da Broadway, de programas de rádio e logo gravaram pela Decca Reccords. Em 1949, Carmem assinou com a “Twentieth Century- Fox Production” .
Atuou então no filme: “ Serenata Topical”, ao lado dos importantes atores americanos: Betty Grable e Don Ameche. Nessa comédia musical, Carmem cantava. E por isso continuou cantando em casas noturnas e hotéis.
No mesmo ano, retornou ao Brasil, mas foi criticada, chamada de “americanizada”. Gravou até uma música que dizia: “Disseram que voltei americanizada, mas na hora da comida, gosto mesmo é de camarão ensopadinho com chuchu”.
Na volta aos Estados Unidos fez inúmeros filmes. Fez: “ Uma Noite no Rio”; “Weekend in Havana”;” Minha Secretária Brasileira”;” Entre a Loura e a Morena”; “Alegria, Rapazes”;” Quatro Moças Num Jipe”; “ Serenata Boêmia”;” Sonhos de Estrela”;” Se Eu Fosse Feliz”;” Copacabana”; “ O
Príncipe Encantado”;” Morrendo de Medo” e outros.Foram ao todo 13 filmes.
Com tudo isso, Carmem Miranda foi aclamada como grande estrela. Nunca antes, nem depois, uma artista do Brasil ganhou tanta fama internacional, como ela.
Atuou em muitos programas da televisão americana.
Entre 1954 e 1955, Carmem Miranda, já doente, esteve no Brasil para repouso. Mas voltou aos Estados Unidos e morreu, em Beverly Hills, de ataque cardíaco. Foi enterrada no Brasil, no Rio de Janeiro. Estava com 54 anos, ao falecer.

http://www.brasil.gov.br/oqueobrasiltem/html/antonio-cassio-dos-santos-1

O que o Brasil tem



Uma coleção com depoimentos de empresários nacionais e estrangeiros de diversos setores ao lado de ambientalistas cria um grande painel sobre como o Brasil, por diferentes razões, tem diferenciais fundamentais nas questões comerciais e sustentáveis que estão na pauta do dia entre todos os Países do mundo.


Grande mercado potencial interno

Presidente da Mapfre Seguros no Brasil, Antonio Cássio dos Santos, diz que a maior atuação da empresa fora da Espanha é no Brasil





http://www.brasil.gov.br/oqueobrasiltem/html




O que o Brasil tem


Uma coleção com depoimentos de empresários nacionais e estrangeiros de diversos setores ao lado de ambientalistas cria um grande painel sobre como o Brasil, por diferentes razões, tem diferenciais fundamentais nas questões comerciais e sustentáveis que estão na pauta do dia entre todos os Países do mundo.

O vice-presidente do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ), Cláudio Pádua, afirma que o Brasil é um dos dez países que mais produz trabalhos científicos sobre ecologia


Bom dia meu amado Brasil! Bom dia para todos os corações do mundo!


Bom dia para os irmãos e irmãs de pátria. Para os visitantes do nosso lindo país e para os que vieram a trabalho, para fazer investimentos ou para estudar. Sejam todos bem vindos!


Muita paz, otimismo e alegria.


Bom dia!!!
Mensagem de hoje:




Tá Escrito


Música do Grupo Revelação


Quem cultiva a semente do amor
Segue em frente não se apavora
Se na vida encontrar dissabor
Vai saber esperar sua hora

As vezes a felicidade demora a chegar
Aí é que a gente não pode deixar de sonhar
Guerreiro não foge da luta, não pode correr
Ninguém vai poder atrasar quem nasceu pra vencer

É dia de sol mas o tempo pode fechar
A chuva só vem quando tem que molhar
Na vida é preciso aprender, se colhe tem que plantar
É Deus quem aponta a estrela que tem que brilhar

Erga essa cabeça, mete o pé e vai na fé
Manda essa tristeza embora
Basta acreditar que um novo dia vai raiar
Sua hora vai chegar

15 janeiro, 2012

Prêmio Faz Diferença- O Globo


Personalidade 2011 vencedor: • Miguel Nicolelis, neurocientista da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, e do Instituto Internacional de Neurociência de Natal (IINN), no Rio Grande do Norte.



Texto de: Roberta Jansen - roberta.jansen@oglobo.com.br


O dia 12 de junho de 2014 promete ser histórico para o Brasil. A abertura de uma Copa do Mundo em território nacional - a a desde 1950 - será como um sonho transformado em realidade para 190 milhões de torcedores.
Fanático por futebol e neurocientista da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, e do Instituto Internacional de Neurociência de Natal (IINN), no Rio Grande do Norte, Miguel Nicolelis quer transformar um outro sonho em realidade neste mesmo dia. Quer que o pontapé inicial da partida de abertura, no estádio do Itaquerão, em São Paulo, seja dado por uma criança paraplégica - o maior gol já marcado pela ciência nacional.
- É uma oportunidade única para mostrar que o Brasil é mais que o país do futebol, para mostrar o alcance da ciência brasileira, uma questão de soberania nacional. A ciência faz parte da construção da democracia das nações modernas deste século, quando as sociedades serão chamadas para tomar decisões sobre o planeta e nossa espécie - defende Nicolelis, quase sem tomar fôlego, empolgado com a perspectiva. - Hoje, somos uma grande economia que produz commodities, mas este é o momento da guinada; precisamos entrar na era da economia do conhecimento, ampliar a nossa base científica e disseminar esse conhecimento na população.
Para realizar seu sonho, Nicolelis trabalha há mais de dez anos com afinco e uma maneira muito peculiar de encarar obstáculos: superando-os, um a um, sempre com propostas inusitadas, mesmo para os seus pares.
- Ele é um visionário que sabe pensar diferente e executar o que idealiza; desenvolveu uma maneira completamente distinta de lidar com o sistema nervoso e, ao mesmo tempo, sabe fazer as coisas acontecerem - resume a neurocientista Suzana Herculano-Houzel, da UFRJ. - Essa história da Copa do Mundo, claro, não depende só dele, mas ele é extraordinariamente competente e entende o que é preciso fazer para chegar lá.
O grupo de pesquisa de Nicolelis nos EUA é um dos mais avançados do mundo num campo inovador de pesquisa, conhecido pelo pouco amigável nome de interface cérebro-máquina. Resumidamente, o objetivo dessa linha de estudos é conseguir mover membros virtuais (externos ao corpo) apenas com a força da mente. O feito é possível por meio de um chip implantado no cérebro, capaz de decodificar a atividade elétrica gerada pela intenção do movimento. Esta intenção, por sua vez, é traduzida na forma de comandos digitais. São esses comandos que vão gerar movimento nos membros externos. A tecnologia ajudaria paraplégicos e tetraplégicos a retomarem os movimentos com a ajuda de próteses comandadas pelo cérebro.
- Ele fez o contrário do que todos os neurocientistas costumavam fazer, que era registrar a atividade dos neurônios para entender como eles representam o mundo externo - ex-plica Suzana. - Nicolelis colheu informação da atividade dos neurônios para mover coisas no mundo externo.
A criança que dará o pontapé inicial da Copa do Mundo estará vestida com o protótipo do que o grupo do cientista chama de prótese inteligente - uma estrutura metálica articulada em pontos-chaves dos membros paralisados, que, num futuro um pouco mais distante, poderá estar disponível para todos que tenham lesões paralisantes. Nicolelis garante que o exoesqueleto não seria nada parecido a um "robocop"; é, na verdade, um material extremamente leve.
- Será como um aparelho de reabilitação, uma prótese de corpo inteiro, que permitirá ao paciente realizar os movimentos - revela Nicolelis. - Enquanto a pessoa usá-lo, voltará a ter autonomia.


Autoria do texto: http://oglobo.globo.com/projetos/fazdiferenca/personalidade.asp

Prêmio faz diferença – homenagem a quem trabalhou por um país melhor

http://oglobo.globo.com/projetos/fazdiferenca/



Determinação, coragem de mudar, talento, visão de futuro, solidariedade. Qualidades como essas marcam os vencedores do Prêmio Faz Diferença do GLOBO desde a primeira edição, há nove anos. O prêmio, com apoio da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), é uma homenagem do jornal aos brasileiros que mais contribuíram - através de seu trabalho, de suas iniciativas ou de seu exemplo - para transformar o Brasil num país melhor.
Para chegar aos vencedores deste ano, jornalistas de cada uma das editorias do GLOBO indicaram três personalidades ou empresas que se destacaram ao longo de 2011, nas páginas do jornal. Além disso, a Firjan indicou três empresas na categoria Economia/Desenvolvimento do Rio, num reconhecimento àquelas que conseguiram aliar visão de negócios, respeito a funcionários e meio ambiente, além de ênfase em projetos sociais.
Foram selecionados candidatos para 17 categorias: País; Rio; Economia; Economia/Desenvolvimento do Rio; Mundo (brasileiros ou instituições brasileiras que fizeram diferença fora do país); Esportes; Prosa & Verso (literatura brasileira); Revista da TV; Razão Social (empresas ou projetos que se destacaram por sua responsabilidade social no país); Ciência/História; Revista O GLOBO; Ela (moda brasileira); Segundo Caderno/Cinema; Segundo Caderno/Teatro; Segundo Caderno/Música; Educação; e Saúde.
Os indicados de cada categoria foram escolhidos por um júri, composto por votos de jornalistas do GLOBO; do vencedor na edição anterior; e pela votação popular, através do site do GLOBO, de 1 a 23 de dezembro.
Além dessas categorias, O GLOBO premia, mais uma vez, a Personalidade do Ano, escolhida por um júri especial, formado por jornalistas do jornal e um representante da Firjan.
A cerimônia de premiação será realizada em março


Autoria do texto:http://oglobo.globo.com/projetos/fazdiferenca/

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) inaugurou um hotsite para destacar sua participação na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), marcada para junho de 2012 no Rio de Janeiro (RJ).
Além de trazer informações genéricas sobre a conferência, o hotsite dá ênfase ao pilar ambiental da Rio+20, que também se baseia em outros dois: econômico e social. Nele, o visitante encontra detalhes sobre o processo preparatório, uma agenda com as principais reuniões previstas até junho, vídeos, documentos, publicações e notícias - tanto as produzidas pela Assessoria de Comunicação do MMA quanto as publicadas pela imprensa nacional.
Visite: o hotsite do Rio + 20 http://hotsite.mma.gov.br/rio20/a-conferencia/

A Conferência
http://hotsite.mma.gov.br/rio20/a-conferencia/


Garantir o compromisso político internacional para o desenvolvimento sustentável. Este é o principal objetivo da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que será realizada na cidade do Rio de Janeiro em junho de 2012. Também chamado de Rio+20, o encontro marca o vigésimo aniversário da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, que ocorreu na capital carioca em 1992, e os dez anos da Cimeira Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável, realizada em Joanesburgo (África do Sul) em 2002.
Baseada em três pilares – econômico, social e ambiental –, a Rio+20 tratará basicamente de dois temas: a ‘economia verde’ no contexto da erradicação da pobreza e a estrutura de governança para o desenvolvimento sustentável no âmbito das Nações Unidas. Espera-se uma conferência do mais alto nível possível, com a participação de chefes de Estado, de Governo e de representantes de mais de 150 países. O resultado deve ser um documento com foco político.
A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável está sendo organizada em conformidade com a Resolução 64/236 da Assembleia Geral da ONU, de março de 2010. E, além de renovar o compromisso mundial em torno da sustentabilidade, o evento será uma oportunidade de avaliar o progresso alcançado nos últimos 20 anos, as lacunas ainda existentes na implementação dos acordos internacionais e os desafios novos e emergentes.

O Rio + 20 e o Meio Ambiente
Embora a Rio+20 não seja um evento sobre meio ambiente, e sim sobre sobre desenvolvimento sustentável, o tema é um de seus pilares. Por isso, o MMA participará de todos os debates e negociações que ocorrerão durante a reunião, assim como já vem atuando de forma ativa no processo preparatório da conferência.
O MMA acredita que a transição a uma ‘economia verde’ implica uma mudança nos atuais padrões de produção e consumo, o que significa retrabalhar a agenda econômica do País, visando à sustentabilidade mas sem comprometer o crescimento.
O Brasil já vem fazendo muita coisa para pautar suas políticas e estratégias de desenvolvimento na sustentabilidade. E tais iniciativas não são exclusividade do MMA. O desenvolvimento sustentável, hoje, está na pauta dos diversos agentes econômicos e sociais. São diferentes ações, muitas delas em diferentes graus ou estágios de implementação.
Para a ministra Izabella Teixeira, o País tem todas as condições de liderar uma mudança, em nível mundial, para economias mais verdes. Segundo ela, a Rio+20 será uma excelente oportunidade para se demonstrar isso – apesar de ser uma conferência da ONU, como país-sede o Brasil preside o evento e terá papel fundamental nas negociações e acordos que serão costurados no encontro.
A Rio+20 também será uma oportunidade de os países-membros das Nações Unidas fazerem um balanço dos últimos vinte anos, desde a Rio 92. No entanto, para a ministra, “a conferência não deve se tornar uma arena de acusações, ainda que deva discutir abertamente as falhas enfrentadas hoje, em relação ao que foi decidido em 1992”.
Renovar o compromisso político assumido à época é essencial. O Brasil espera que a Rio+20 possa reavivar o que em 1992 ficou conhecido como o “espírito do Rio” – uma forte mobilização política que possibilitou a adoção de importantes acordos multilaterais na área do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável.

http://hotsite.mma.gov.br/rio20/a-conferencia/


Rio + 20
Conferência

A Rio+20 ocorre 20 anos depois da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, conhecida como Rio 92, e tem como principal objetivo garantir o compromisso político internacional para o desenvolvimento sustentável.
Baseada nos pilares econômico, social e ambiental, a Rio+20 tratará basicamente de dois temas: a “economia verde” no contexto da erradicação da pobreza e a estrutura de governança para o desenvolvimento sustentável no âmbito das Nações Unidas. É esperada a participação de chefes de Estado, de governo e de representantes de mais de 150 países. O resultado deve ser um documento com foco político.
Para a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, como sede o Brasil desempenhará papel fundamental nas negociações e acordos que serão costurados no encontro. Segundo ela, o País tem todas as condições de liderar uma mudança, em nível mundial, para economias mais “verdes”.
Além de renovar o compromisso mundial em torno da sustentabilidade, a Rio+20 também será uma oportunidade de os países-membros da ONU avaliarem o progresso alcançado nos últimos 20 anos, as lacunas ainda existentes na implementação dos acordos internacionais e os desafios novos e emergentes.


Fonte Ministério do Meio Ambiente
http://www.brasil.gov.br/noticias/arquivos/2011/09/08/ministerio-do-meio-ambiente-lanca-pagina-na-internet-sobre-rio-20/print

VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS
http://drauziovarella.com.br


Parte da Entrevista com o tema: Consequências médicas da violência, feita entre Dr. Drauzio Varela e a Dra. Júlia Greve que é médica fisiatra. Trabalha no Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo.

Acredita-se haver três grupos de crianças que correm risco maior de se tornarem violentas no futuro:

Discute-se muito sobre a possibilidade de algumas pessoas estarem mais sujeitas a desenvolver comportamentos violentos. O assunto é polêmico. Sob o ponto de vista estritamente científico, porém, acredita-se haver três grupos de crianças que correm risco maior de se tornarem violentas no futuro:
a) crianças que sofreram abusos ou que não receberam carinho dos pais na primeira infância;
b) adolescentes criados sem limites nem princípios morais e éticos;
c) adolescentes que conviveram e/ou convivem com adolescentes e adultos violentos.
Atos de violência chocam no momento que acontecem. Depois, caem no esquecimento ou são substituídos por outras ocorrências trágicas e raramente se ouve falar a respeito das consequências médicas e das sequelas, muitas vezes irreversíveis, que acometem as vítimas dessa epidemia contagiosa que se alastra principalmente nos grandes centros urbanos.

Drauzio E em relação às crianças pequenas?
Julia Greve – Em relação às crianças pequenas, evidentemente o número é menor, mas mesmo assim é assustador. É enorme a quantidade de crianças atingidas por bala perdida, por violência doméstica ou agressão interpessoal, porque elas moram em ambientes onde são comuns os acertos de conta entre gangues comprometidas com o tráfico de drogas.
Mais grave, ainda, é o caso de crianças de 10, 12 anos vítimas de atos violentos não por acaso, mas porque estavam pessoalmente envolvidas com o processo de violência desde muito cedo. Não foi uma bala perdida que as atingiu. Elas faziam parte do grupo envolvido na confusão.

Drauzio – No caso específico da violência doméstica contra crianças, sua impressão é que o número de casos está aumentando?
Julia Greve – Não conheço estatística segura sobre o assunto, mas tenho a impressão de que há um aumento significativo desses casos. Aparentemente, o fato de ter crescido o número de separações e existirem famílias compostas por pais e mães que não são os de sangue tem pesado no universo da violência doméstica contra criança.
Na verdade, alguns estudos mostram dados alarmantes e crescentes em relação a esse tipo de violência. Apesar de nas classes sociais mais baixas os casos serem mais expostos, o problema não é exclusivo dessa camada social, só que nas outras ocorre de forma mais camuflada.

Drauzio – Com que ferimentos essas crianças costumam chegar ao pronto-socorro?
Julia Greve
– As crianças com síndrome de espancamento chegam geralmente com lesões ósseas, com fraturas múltiplas. Percebe-se, ainda, a existência de calos ósseos indicativos de fraturas anteriores em fase de cicatrização. Em relação à violência doméstica, são mais lesões musculoesqueléticas do que lesões neurológicas.

Sob o ponto de vista físico, essas fraturas costumam não deixar sequelas, embora as sequelas psicológicas, sabe-se lá quais serão. Traumas de crânio são mais raros em crianças espancadas, mas ocorrem quando elas são arremessadas pelos adultos.

Drauzio – Quem costuma ser o autor desse tipo de violência?

Julia Greve
– Os familiares mais próximos.


Leia na íntegra esta importante entrevista sobre as consequências médicas da violência urbana em http://drauziovarella.com.br/wiki-saude/consequencias-medicas-da-violencia-urbana/
Nossos Grandes Autores



Antonio Callado


Biografia ( arquivo da Academia Brasileira de Letras-http://www.academia.org.br)

Quarto ocupante da Cadeira 8, eleito em 17 de março de 1994, na sucessão de Austregésilo de Athayde e recebido pelo Acadêmico Antonio Houaiss em 12 de julho de 1994.

Antonio Callado (A. Carlos C.), jornalista, romancista, biógrafo e teatrólogo, nasceu em Niterói, RJ, em 26 de janeiro de 1917, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 28 de janeiro de 1997.

Ingressou na Faculdade de Direito em 1936 e, no ano seguinte, começou a trabalhar, como repórter e cronista, em O Correio da Manhã. Iniciava aí uma carreira jornalística que lhe proporcionou muitas viagens e contato com alguns dos temas de sua obra.

Diplomou-se em Direito em 1939. Durante a Segunda Guerra Mundial, em 1941, foi contratado pela BBC de Londres como redator, lá trabalhando até maio de 1947. Em um período intermediário, de novembro de 1944 a outubro de 1945, trabalhou também no serviço brasileiro da Radio-Diffusion Française, em Paris (a sede do Serviço ficava nos Champs-Elysées e seu chefe era o escritor Roger Breuil). Em 1943, casou-se com a inglesa Jean M. Watson, com quem teve três filhos. Casou-se, em 1977, com a professora e jornalista Ana Arruda Callado.

Ao retornar ao Brasil voltou a trabalhar no Correio da Manhã e também passou a colaborar em O Globo. Foi redator-chefe do Correio da Manhã de 1954 a 1960, quando foi contratado pela Enciclopédia Britânica para chefiar a seção de uma nova enciclopédia, a Barsa, publicada em 1963. Foi em seguida redator do Jornal do Brasil, que o enviou, em 1968, ao Vietnã em guerra. Em 1974 esteve como Visiting Scholar em Corpus Christi College, Universidade de Cambridge, Inglaterra. Passou o segundo semestre de 1981 lecionando, como Visiting Professor, na Columbia University, Nova York. Aposentou-se como jornalista em 1975, mas continuou a colaborar na imprensa. Em abril de 1992 tornou-se colunista da Folha de S. Paulo.

Além das atividades jornalísticas, dedicou-se sempre à literatura. Ainda jovem pôde ler, na biblioteca do pai, os autores europeus que mais tarde marcariam seu trabalho, sobretudo franceses e ingleses, como Proust e Joyce, ao lado de alguns brasileiros, como Machado de Assis e José de Alencar. Nos seus dois primeiros romances, Assunção de Salviano (1954) e A madona de cedro (1957), persiste uma nítida preocupação religiosa a informar e até mesmo a condicionar o transcurso da aventura e a temática. Mas o encontro entre o escritor e os principais temas de sua obra deu-se através do jornalismo, que o levou, além dos anos passados na Europa, a lugares como Bogotá, Washington, Xingu e Havana, que enriqueceram a sua bibliografia com livros de reportagem e obras literárias engajadas com as grandes questões de seu tempo. Entre os mais importantes, estão Quarup (1967), Bar Don Juan (1971), Reflexos do baile (1976), Sempreviva (1981), que apresentam um retrato do Brasil durante o regime militar, do ponto de vista dos opositores. Seu engajamento lhe custou duas prisões: uma em 1964, logo após o golpe militar, e outra em 1968, após o fechamento do Congresso com o AI-5.

Teatrólogo, reuniu quatro de suas peças no volume A Revolta da Cachaça, em 1983. Uma delas, Pedro Mico, encenada em muitas ocasiões, foi transformada em filme que teve como ator principal o ex-jogador de futebol Pelé. Em março de 1987 participou, em Paris, do Salon du Livre, a convite do Ministério da Cultura da França. Em novembro de 1990 representou o Brasil na semana “De Gaulle en son siècle”, comemorativa do centenário do General Charles de Gaulle.

Em 1958 recebeu, na Embaixada da Itália no Rio de Janeiro, a medalha da Ordem do Mérito da República Italiana. Em 1982 foi à Alemanha, como vencedor do Prêmio Goethe, do Goethe Institut do Rio de Janeiro, com o romance Sempreviva. Em setembro de 1985 recebeu, pelo conjunto de suas obras, o Prêmio Brasília de Literatura, da Fundação Cultural do Distrito Federal. Em outubro de 1985 recebeu, na Embaixada da França em Brasília, a Medalha das Artes e das Letras, das mãos do Ministro da Cultura Jack Lang; em maio de 1986, o prêmio Golfinho de Ouro, de Literatura, outorgado pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro; em 1989, o troféu Juca Pato, da União Brasileira dos Escritores, por ter sido eleito “Intelectual do Ano”.

Era membro da ABL e da The Corpus Association, do Corpus Christi College, Cambridge (Inglaterra).

Autoria do texto:Academia Brasileira de Letras- http://www.academia.org.br>

Palhacinha Marronzinha-personagem da Biblioteca Infantil Grandes Autores


Viva sempre com alegria e otimismo. Auxilie, seja pacífico, generoso e gentil com todos.
Faça a sua parte na construção de um mundo mais feliz.
Sirlene C. Costa


Mensagem de hoje


Solidariedade


“Vivemos num mundo amedrontado pela violência e desestabilizado pela excludência social, que clama por uma reconstrução. Uma reconstrução que vai depender do idealismo dos jovens. De seu talento. De suas convicções. De seu trabalho. De sua solidariedade.”


“Vivemos num mundo carente de fraternidade. De justiça. De afeto. De dignidade. De ética. De humanidade.”

“Vivemos num mundo em que, a preocupante realidade do hoje é o amanhã com que sonhamos ontem. E a realidade esperançosa do amanhã será o ontem que estamos sonhando hoje. Um amanhã a ser erguido pela nova geração. Pela força de sua energia. Pelo vigor de suas crenças. Pelo calor de sua inconformidade.”

“Vivemos num mundo que clama por essa tarefa desafiadora da juventude. Uma tarefa para atenuar injustiças. Para aperfeiçoar a convivência. Para afugentar as trevas. Para eliminar a miséria, a fome e a exclusão.”

"Vivemos num mundo a ser reconstruído pela juventude para concretização de velhos sonhos. Sonhos, não apenas da conquista material, mas da conquista de valores éticos, morais e humanos.”


Autoria: Adolfo Martins (Presidente da Folha Dirigida) Partes do texto Solidariedade do livro Solidariedade escreva a sua parte-UNESCO-Folha Dirigida

14 janeiro, 2012



Ouvir para compreender



Da mesma forma que a riqueza da natureza está em sua biodiversidade, a riqueza da humanidade está em suas múltiplas culturas. As diferentes histórias dos povos articulam saberes, experiências, modos de ver e de sentir o mundo pela tradição oral ou escrita, pela arte, pela espiritualidade, pela ciência. Seria impossível compilar a trajetória de todas as culturas porque muitas já desapareceram completamente. Outras deixaram fragmentos de suas atividades e aspirações por meio dos quais nos comunicam um repertório de informações. Povos pré-históricos, por exemplo, ‘falam” conosco em suas pinturas feitas nas cavernas: contam sobre suas estratégias de caça, seus alimentos, suas crenças e sua organização social.
Comunicar, transmitir vivências e habilidades é uma característica da condição humana _ o que permite a cada geração apresentar novos desafios. Somos curiosos e criativos _ quando não estamos atrás de respostas para nossas dúvidas levantamos nossas dúvidas para responder.
Entretanto, compreender o passado e mesmo o que está a nossa volta requer de nossa parte uma abertura, uma disposição para estabelecer pontes de ligação e nos aproximarmos dos outros, sejam eles pessoas, culturas, animais ou a própria natureza. Tudo e todas as coisas, pela simples presença, estão “expressando”, “comunicando” algo que podemos compreender se estamos receptivos. Se estamos disponíveis ao diálogo, que não precisa ser constituído por palavras. Em certas ocasiões, olhares, gestos, toques e até silêncios são mais eloqüentes que discursos!
Às vezes acreditamos já saber o que os outros têm para nos dizer. E com isso perdemos a magnífica oportunidade de aprender experimentar coisas novas. Os preconceitos, a intolerância, os fanatismos, as supostas “certezas” são os maiores entraves para estabelecer linhas de comunicação e relacionamentos cofiáveis, onde a reciprocidade e o respeito mútuo semeiam o terreno do entendimento. Culturas diferentes, crenças diferentes, modos de pensar diferentes, valores diferentes não são necessariamente fonte de divisão, muito menos de confronto. Afirmar a própria identidade pela negação dos outros empobrece e compromete o desenvolvimento pessoal. Com essa atitude, em vez de valorizar a originalidade, as diferenças que todos temos a oferecer, gastamos nossa energia em confrontos com tudo aquilo que é diferente.
Cada um de nós dispõe de uma “janela” para ver e sentir o mundo. E tudo aquilo que percebemos vem “carregado” da nossa história particular e única. Isso é o que nos torna singulares.
Porém, às vezes nossa “janela” fica estreita demais, não percebemos realmente o que acontece. Estamos tão ocupados com nós mesmos que somos incapazes de entender as pessoas...
Ampliar a percepção, abrir espaços novos de conhecimento e compromisso com a realidade são instrumentos essenciais para democratizar nossas relações, tanto no plano mundial quanto no doméstico, com outros povos e também com outras espécies. A arrogância originada da percepção estreita das coisas deu origem a atrocidades e barbáries como a escravatura e a exploração predatória da natureza. Quando a percepção sintoniza apenas interesses particulares, desarticulados das necessidades coletivas, ou seja, do bem comum, existe confronto e desentendimento. Frutos da violação dos direitos fundamentais, que promovem igualdade de oportunidade para todos.

Autoria do texto: Livro Paz como se faz? Semeando cultua de paz nas escolas-Lia Diskin e Laura Gorresio Roizman –UNESCO-Governo do Estado do RJ

Conheça a página da Represenação da UNESCO no Brasil:
http://www.unesco.org/new/pt/brasilia
/
Bom dia meu amado Brasil. Bom dia para os brasileiros e para os estrangeiros que escolheram esta Pátria Mãe para morar ou trabalhar. Bom dia para todos os corações do mundo!





Mensagem de hoje:

"Em um diálogo não há a tentativa de fazer prevalecer um ponto de vista particular, mas a de ampliar a compreensão de todos os envolvidos."

David Bohm

11 janeiro, 2012

Mensagem de hoje



Nossa vida mental


“Pensamentos sadios determinam equilíbrio.”


“Quando estamos pensando, imaginando, desejando ou agindo, seja no Mundo Físico ou no Mundo Espiritual, nossa mente está sintonizada com todos aqueles que pensam, imaginam, desejam ou agem como nós, da mesma forma que a fonte está comandada pela nascente.
Daí a grande necessidade de constante renovação para o bem, orando e vigiando, trabalhando e servindo, aprendendo e amando, para que a nossa vida mental ou vida íntima se ilumine e se aperfeiçoe, se realmente desejamos a companhia dos bons, dos sábios e dos justos, através do intercâmbio mental.”




Autor destas mensagens: Professor Ruy Gibim-( Presidente do Grupo de Estudos Psíquicos Profª Anália Franco de Araraquara. Parte do texto publicado na Revista Internacional de Espiritismo nº 3-Matão-abril de 2004)

10 janeiro, 2012

Camorim-Rio de Janeiro

Continuação do nosso Projeto-Camorim-Conhecer para amar e preservar


Álbum de fotos tiradas pela Tia Sirlene


Imagens do Parque Estadual Maciço da Pedra Branca com a Bandeira Nacional




Maciço da Pedra Branca-Camorim-Rio de Janeiro


Estrada do Camorim


Árvores da Estrada do Camorim
















Capela Histórica -São Gonçalo do Amarante


Mostre que existe um herói dentro de você. Doe sangue.


http://www.hemorio.rj.gov.br

Por Ascom do Hemorio

Instituto estimula doação de sangue em nova campanha, esperando coletar 2 mil bolsas de sangue

Apesar das constantes campanhas, ainda existe um número insuficiente de doadores de sangue para atender a demanda dos hospitais. Para cada 100 brasileiros, somente 2 doam sangue com regularidade. De acordo com dados do Ministério da Saúde e da Organização Mundial de Saúde, o Brasil precisaria ter entre 3% e 5% da população brasileira adotando a prática.

O Hemorio, hemocentro coordenador do estado do Rio de Janeiro lançou a campanha com o tema "Mostre que existe um herói dentro de você"

Os atores Fernanda Rodrigues e Raoni Carneiro foram os padrinhos da Semana do Doador 2011. A dupla, que é casada na vida real, faz questão de ressaltar a importância do ato solidário.

- Não existe generosidade maior do que doar sangue. Uma única doação é capaz de salvar até três vidas. Para todos aqueles que praticam esta ação de amor ao próximo, deixo um simples e sincero muito obrigado, em nome de vidas que são salvas todos os dias por tantos heróis anônimos que costumam fazer da doação, um hábito - declarou Fernanda.

Redes sociais ampliam divulgação

Os jovens tem sido o alvo principal das ações de campanha de doação de sangue, desde que o Ministério da Saúde lançou a nova portaria, em julho, permitindo com que menores de idade com 16 e 17 anos pudessem doar sangue, com a autorização dos pais ou responsáveis legais. Nesse sentido, o hemocentro incrementou o uso das redes sociais como tática para ampliação do tema.

- Esta nova geração precisa estar consciente e bem informada sobre a doação de sangue. O desafio atual é interagir com as pessoas, romper a distância. Por esta razão, estamos investindo no uso das redes sociais como uma estratégia de relacionamento e divulgação sobre o assunto, o que contribui para a captação de novos doadores – explicou a diretora geral do Hemorio, Clarisse Lobo.

Com a proximidade do Carnaval, aumenta a preocupação dos hemocentros em todo o país em não deixar faltar sangue em seus estoques. Historicamente, há uma queda de aproximadamente 35% das doações entre dezembro e fevereiro, época em que as pessoas costumam sair de férias. No Carnaval, a queda chega a 50%. A situação se complica, pois, justamente nesse período, ocorrem mais acidentes de trânsito e nas estradas - situações em que os hospitais mais precisam de sangue.

Serviço:

Para ser um candidato à doação de sangue é necessário ter entre 16 e 68 anos incompletos, pesar mais de 50 quilos, estar em boas condições de saúde e trazer um documento oficial de identidade com foto (RG, carteira de motorista ou carteira de trabalho). Não é necessário estar em jejum. O doador somente deve evitar alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação e a ingestão de bebidas alcoólicas doze horas antes. Jovens com 16 e 17 anos precisam trazer uma autorização dos pais ou responsáveis legais, cujo modelo encontra-se no site do Hemorio (www.hemorio.rj.gov.br) para download.

O Hemorio é o hemocentro coordenador do Estado do Rio de Janeiro, que abastece com sangue e derivados cerca de 180 unidades de saúde, entre emergências, maternidades e Unidades de Tratamento Intensivo e funciona todos os dias, inclusive sábados, domingos e feriados das 7 às 18 horas e fica na Rua Frei Caneca, 08 – Centro, ao lado do Campo de Santana e do Hospital Municipal Souza Aguiar.

Para mais informações, o voluntário pode ligar para o Disque-sangue, através do telefone 0800 282 0708, que funciona de segunda à sexta, das 7 às 18 horas. Através deste número, o voluntário esclarece dúvidas relacionadas à doação de sangue e verifica os horários de funcionamento e endereços das outras 26 unidades de coleta distribuídos no Rio de Janeiro.

Fonte do texto: http://www.rj.gov.br/web/imprensa





Autoria do texto: http://www.hemorio.rj.gov.br/


A doação de sangue é um ato voluntário e altruísta que SALVA VIDAS.


O Hemorio funciona todos os dias, inclusive sábados, domingos e feriados das 7 às 18 horas e fica na Rua Frei Caneca, 08 – Centro, ao lado do Campo de Santana e do Hospital Municipal Souza Aguiar.

Doar sangue é seguro e quem doa uma vez, não é obrigado a doar sempre. No entanto, é muito importante que pessoas saudáveis doem regularmente. Se você quer ser um doador voluntário de sangue, leia abaixo algumas orientações antes de decidir pela sua doação

Uma informação importante é que a doação não é um meio para se testar para AIDS ou outro agente infeccioso, pois há um período entre a infecção e a sua identificação pelos exames laboratoriais, chamado de Janela Imunológica, que pode variar de semanas a meses dependendo do tipo de agente infeccioso. Durante o período de janela imunológíca os testes laboratoriais revelam-se negativos e o agente infeccioso pode ser transmitido através da transfusão de sangue.
Portanto, se você estiver em dúvida se pode ou não doar sangue, leia mais os textos a seguir ou ligue para o DISQUE SANGUE - 0800-2820708. Da sinceridade e consciência do doador pode depender a saúde de quem receberá a transfusão de sangue.

Você pode participar doando sangue e/ou divulgando a importância da doação de sangue.


Como doar
Há 03 principais tipos de doação :de sangue total, por aférese e doação autóloga.


Doação de Sangue Total: é a doação habitual, onde até 450 ml de sangue são coletados em uma bolsa produzida com materiais e soluções que permitem a preservação do sangue. Os homens podem doar de 2 em 2 meses, até 4 vezes ao ano e as mulheres podem doar de 3 em 3 meses até 3 vezes ao ano.

• COMO É FEITA UMA DOAÇÃO DE SANGUE TOTAL ?

1- Cadastro: O doador, portando um documento oficial com foto, é cadastrado e recebe um questionário para ser respondido. Esse questionário tem o objetivo de avaliar se há alguma situação ou doença que impeça a doação de sangue, portanto as respostas devem ser sinceras e qualquer dúvida deve ser esclarecida na próxima etapa - a triagem clínica.


2- Triagem clínica: O doador é entrevistado e examinado por profissional de saúde , em local que garanta a privacidade e o sigilo das informações. Esse profissional verifica as respostas do questionário e avalia pessoas com alto risco de transmitir doenças pelo sangue. O doador deve ser consciente de que as suas respostas são muito importantes para garantir a sua integridade física, bem como a de quem vai receber o seu sangue. A segurança do paciente que recebe transfusão começa com o doador.


3- Coleta de sangue: A coleta de sangue dura no máximo 10 minutos. Todo o material utilizado é estéril e descartável Não há risco de contrair doenças doando sangue.


4- Lanche - após a doação o doador recebe um lanche e informações sobre os cuidados básicos que devem ser tomados após a coleta do sangue.

• TODAS AS PESSOAS PODEM DOAR SANGUE ?

Há critérios que permitem ou que impedem uma doação de sangue, que são determinados por Normas Técnicas do Ministério da Saúde, e visam à proteção ao doador e a segurança de quem vai receber o sangue
• REQUISITOS BÁSICOS PARA DOAR SANGUE

- Portar documento oficial de identidade com foto (identidade, carteira de trabalho certificado de reservista ou carteira do conselho profissional)
- Estar bem de saúde
- Ter entre 16 (*) e 68 anos (incompletos) – (*) jovens com 16 e 17 anos podem doar com autorização dos pais e / ou responsáveis legais. O modelo de autorização pode ser adquirido no site do Hemorio
- Pesar no mínimo 50 Kg
- Não estar em jejum. Evitar apenas alimentos gordurosos nas 3 horas que antecedem a doação.


• ALGUMAS SITUAÇÕES QUE IMPEDEM PROVISORIAMENTE A DOAÇÃO DE SANGUE:

- Febre - acima de 37°C
- Gripe ou resfriado
- Gravidez atual (90 dias após o parto normal e de 180 dias após a cesariana)
- Amamentação (até 1 ano após o parto)
- Uso de alguns medicamentos
- Anemia
- Cirurgias
- Extração dentária 72 horas
- Tatuagem: 01 ano sem doar
- Vacinação: o tempo de impedimento varia de acordo com o tipo de vacina
- Transfusão de sangue: impedimento por 01 ano


Maiores esclarecimentos serão fornecidos durante a entrevista clínica que precede a doação.
Saiba mais sobre os critérios de doação na home page

http://www.anvisa.gov.br/sangue/legis/resolucoes.htm - Resolução RDC 153 de 14/06/2004


O HEMORIO dispõe de folhetos para divulgação e esclarecimentos sobre doação de sangue, para obtê-los contacte doasangue@hemorio.rj.gov.br ou Tel: (21) 2332-8629


• O QUE É FEITO COM O SANGUE APÓS A DOAÇÃO?

1 -Fracionamento: A bolsa de sangue total é centrifugada e separada em 03 componentes:
Concentrado de hemácias
Concentrado de plaquetas
Plasma
2- Exames laboratoriais: são realizados exames para determinação do Grupo sanguíneo e para detecção de doenças transmissíveis pelo sangue.
3- Liberação da bolsa - após a realização dos exames laboratoriais, a bolsa de sangue é liberada para transfusão.
4- Transfusão - o sangue é utilizado principalmente nas grandes emergências (acidentes de trânsito, por armas, hemorragias agudas etc), nas cirurgias e em pacientes com doenças oncológicas e hematológicas.
O HEMORIO distribui sangue para mais de 200 hospitais públicos e conveniados com o SUS do Estado do Rio de Janeiro.


Paticipe! Seja um doador!

Mensagem de hoje:

Observemos atentamente os sinais divinos.
A todo momento, Deus nos envia por diversas fontes, Suas belíssimas lições de força, amor e solidariedade.

Sirlene C. Costa

Ministros responsáveis por coordenar ações do governo para combate às chuvas e enchentes concedem entrevista coletiva no Palácio do Planalto e anunciam criação de força nacional. Foto: Ichiro Guerra/PR

O governo federal vai criar uma força-tarefa, composta por 35 geólogos e 15 hidrólogos, para atuar nas áreas de risco dos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, afetados pelas chuvas.

A decisão foi tomada hoje (9) pela presidenta Dilma Rousseff em reunião com seis ministros no Palácio do Planalto. A força-tarefa vai trabalhar na identificação das áreas sujeitas a deslizamentos e inundações, de onde as famílias devem ser removidas pela Defesa Civil.

“Evitar mortes é nossa prioridade número um”, disse a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, em entrevista coletiva após a reunião.

A presidenta também determinou que os centros de operação e monitoramento permaneçam nos estados até fim de março para atuar nas ações de prevenção e reconstrução das cidades mais afetadas pelas chuvas. E além da antecipação do pagamento do Bolsa Família, o governo também deverá liberar recursos do FGTS para os moradores dos municípios em situação de calamidade.
Segundo o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante, o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemanden) prevê fortes chuvas na região serrana do Rio de Janeiro, em Belo Horizonte e Outro Preto, em Minas Gerais, em Vitória, no Espírito Santo, e na região Serrana do Rio de Janeiro. O ministro lembrou que, em dezembro, a chuva em Minas Gerais bateu recorde histórico.

“Vamos fazer um mapeamento in loco para identificar as áreas mais vulneráveis e ajudar a Defesa Civil na remoção das famílias”, explicou Mercadante, acrescentando que 2,5 milhões pessoas foram atingidas pelos chuvas.

O Exército, informou o ministro interino da Defesa, general Enzo Peri, está trabalhando diretamente com os agentes da Defesa Civil na remoção das famílias e no transporte de alimentos. Uma ponte móvel já foi instalada e há condições para montagem imediata de um hospital de campanha para atender eventuais vítimas.
Já o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que 800 quilos de medicamentos serão enviados para as áreas mais atingidas, somando 12,8 toneladas o total já encaminhado pelo governo. Além disso, a Força Nacional do SUS, com dois mil profissionais cadastrados, vai trabalhar nas unidades de saúde.
Na entrevista coletiva, o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, fez um alerta para as condições das rodovias federais. Segundo ele, são 37 trechos afetados em 16 rodoviais localizadas em cinco estados. Segundo o ministro, cinco trechos ainda estão totalmente interditados e 18 estão parcialmente liberados. Minas Gerais é o estado com maior número de interdições: dez rodovias no estado apresentam problemas em decorrência das chuvas.
“As próximas 48 horas ainda são de apreensão”, afirmou o ministro.
Sapucaia -- No início da entrevista, o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, transmitiu, em nome da presidenta Dilma, solidariedade às famílias das vítimas do deslizamento na cidade de Sapucaia, no norte do Rio de Janeiro.
“Vamos enviar esforços para resgatar as vítimas e oferecer apoio aos familiares.”

Autoria do texto:http://blog.planalto.gov.br/index.php?s=enchentes+no+Rio&btn_sub.x=14&btn_sub.y=3

Conheça o Blog do Planalto, participe e opine! O Brasil é de todos os Brasileiros.
http://blog.planalto.gov.com.br


10/01/2012 06h42 - Atualizado em 10/01/2012 07h10

Autoria do texto: http://g1.globo.com Globo Rural


Enchentes no RJ deixam desalojados moradores de comunidades rurais
Agricultores se mudam pra barracas para escapar da água.
As cidades mais afetadas são Itaperuna e Cardoso Moreira.


As enchentes estão causando problemas às comunidades rurais do norte e do nordeste no Rio de Janeiro. Quatro famílias tiveram de se mudar às pressas para a igreja de Santa Rita, em Cardoso Moreira. Nos bancos foram colocados móveis e eletrodomésticos.
As cerca de 350 famílias que moram nos locais atingidos pelas enchentes estão sendo transferidas para locais seguros. O Exército, com a ajuda de bombeiros e da Defesa Civil, montou barracas na parte mais alta da cidade.
A população de Três Vendas segue uma rotina de vigia e de lamentação. O empresário José Salvador, de Rio das Ostras, levou água mineral para a doação. “Eu trouxe de espontânea vontade para dar contribuição”, diz.
No final de semana choveu na região noroeste do estado o volume esperado para dez dias. Por isso, o nível da água na comunidade voltou a subir. Segundo a Defesa Civil, a previsão para os próximos dias não é nada animadora. A situação pode piorar.
A situação em Itaperuna também é bastante preocupante porque o rio Muriaé continua subindo rapidamente. A última medição, feita na manhã desta terça-feira (10), marcou quatro metros acima do nível normal. A cidade vive a segunda enchente violenta em apenas oito dias
.

Leia tudo sobre as enchentes no Rio e outras notícias sobre o Brasil em:
http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2012/01/enchentes-no-rj-deixam-desalojados-moradores-de-comunidades-rurais.html

Carlos Drummond de Andrade


Os dias escuros

Amanheceu um dia sem luz – mais um – e há um grande silêncio na rua. Chego à janela e não vejo as figuras habituais dos primeiros trabalhadores. A cidade, ensopada de chuva, parece que desistiu de viver. Só a chuva mantém constante seu movimento entre monótono e nervoso. É hora de escrever, e não sinto a menor vontade de fazê-lo. Não que falte assunto. O assunto aí está, molhando, ensopando os morros, as casas, as pistas, as pessoas, a alma de todos nós. Barracos que se desmancham como armações de baralho e, por baixo de seus restos, mortos, mortos, mortos. Sobreviventes mariscando na lama, à pesquisa de mortos e de pobres objetos amassados. Depósito de gente no chão das escolas, e toda essa gente precisando de colchão, roupa de corpo, comida, medicamento. O calhau solto que fez parar a adutora. Ruas que deixam de ser ruas, porque não dão mais passagem. Carros submersos, aviões e ônibus interestaduais paralisados, corrida a mercearias e supermercados como em dia de revolução. O desabamento que acaba de acontecer e os desabamentos programados para daqui a poucos instantes.
Este, o Rio que tenho diante dos olhos, e, se não saio à rua, nem por isso a imagem é menos ostensiva, pois a televisão traz para dentro de casa a variada pungência de seus horrores.
Sim, é admirável o esforço de todo mundo para enfrentar a calamidade e socorrer as vítimas, esforço que chega a ser perturbador pelo excesso de devotamento desprovido de técnica. Mas se não fosse essa mobilização espontânea do povo, determinada pelo sentimento humano, à revelia do governo incitando-o à ação, que seria desta cidade, tão rica de galas e bens supérfluos, e tão miserável em sua infra-estrutura de submoradia, de subalimentação e de condições primitivas de trabalho? Mobilização que de certo modo supre o eterno despreparo, a clássica desarrumação das agências oficiais, fazendo surgir de improviso, entre a dor, o espanto e a surpresa, uma corrente de afeto solidário, participante, que procura abarcar todos os flagelados.
Chuva e remorso juntam-se nestas horas de pesadelo, a chuva matando e destruindo por um lado, e, por outro, denunciando velhos erros sociais e omissões urbanísticas; e remorso, por que escondê-lo? Pois deve existir um sentimento geral de culpa diante de cidade tão desprotegida de armadura assistencial, tão vazia de meios de defesa da existência humana, que temos o dever de implantar e entretanto não implantamos, enquanto a chuva cai e o bueiro entope e o rio enche e o barraco desaba e a morte se instala, abatendo-se de preferência sobre a mão de obra que dorme nos morros sob a ameaça contínua da natureza; a mão de obra de hoje, esses trabalhadores entregues a si mesmos, e suas crianças que nem tiveram tempo de crescer para cumprimento de um destino anônimo.
No dia escuro, de más notícias esvoaçando, com a esperança de milhões de seres posta num raio de sol que teima em não romper, não há alegria para a crônica, nem lhe resta outro sentido senão o triste registro da fragilidade imensa da rica, poderosa e martirizada cidade do Rio de Janeiro.


Carlos Drummond de Andrade-Correio da Manhã, 14/01/1966

03 janeiro, 2012

Brasil - Conhecer para amar e preservar



Assista este lindo vídeo do Parque Nacional do Pantanal Matogrossense



Autoria do vídeo:FórmulaCultural
BRASIL

Nesta hora de sol puro
palmas paradas
pedras polidas
claridades
faíscas
cintilações
Eu ouço o canto enorme do Brasil!

Eu ouço o tropel dos cavalos de Iguaçu


correndo na ponta das rochas nuas,

empinando-se no ar molhado,

batendo com as patas de água na

manhã de bolhas e pingos verdes;


Eu ouço a tua grave melodia, a tua
bábara e grave melodia, Amazonas,

a melodia da tua onda lenta de óleo

espêsso, que se avoluma e se avoluma,

lambe o barro das barrancas, morde
raízes, puxa ilhas e empurra o oceano mole como um touro picado

de farpas, varas, galhos e folhagens;

Eu ouço a terra que estala no ventre

quente do nordeste, a terra que ferve na planta do pé de bronze do

cangaceiro, a terra que se esboroa e rola em surdas bolas pelas estradas

de Juàzeiro, e quebra-se em crostas

sêcas, esturricadas no Crato chato;

Eu ouço o chiar das caatingas — trilos,

pios, pipios, trinos, assobios,

zumbidos, bicos que picam, bordões

que ressoam retesos, tímpanos que

vibram límpidos, papos que estufam,
asas que zinem, zinem rezinem,

cris-cris, cicios, cismas, cismas longas,

langues — caatingas debaixo do céu!

Eu ouço os arroios que riem, pulando

na garupa dos dourados gulosos,

mexendo com os bagres no limo das

luras e das locas;

Eu ouço as moendas espremendo canas,

o glu-glu do mel escorrendo nas

tachas, o tinir da tigelinhas nas

serigueiras;
e machados que disparam caminhos,
E serras que toram troncos,
E matilhas de “Corta Vento”,

“Rompe-Ferro”, “Faíscas” e

“Tubarões” acuando suçuaranas e maçarocas,
e mangues borbulhando na luz,
e caititus tatalando as queixadas para

os jacarés que dormem no tejuco morno dos igapós...


Eu ouço todo o Brasil cantando,

zumbindo, gritando, vociferando!
Rêdes que balançam,
sereias que apitam,
usinas que rangem, martelam, arfam,

estridulam, ululam e roncam,
tubos que explodem,
guindastes que giram,
rodas que batem,
trilhos que trepidam.
rumor de coxilhas e planaltos,

campainhas, relinchos aboiados e mugidos,

repiques de sinos, estouros de foguetes,

Ouro Preto, Bahia, Congonhas,

Sabará,
vaias de Bôlsas empinando números

como papagaios,
tumulto de ruas que saracoteiam sob arranha-céus,
vozes de tôdas as raças que a maresia

dos portos joga no sertão!

Nesta hora de sol puro eu ouço o Brasil.
Todas as tuas conversas, pátria morena, correm pelo ar...
a conversa dos fazendeiros nos cafèzais,
a conversa dos mineiros nas galerias

de ouro,
a conversa dos operários nos fornos de

aço,
a conversa dos garimpeiros, peneirando

as bateias,
A conversa dos coronéis nas varandas

das roças...


Mas o que eu ouço, antes de tudo, nesta

hora de sol puro
palmas paradas
pedras polidas
claridades
brilhos
faíscas
cintilações


é o canto dos teus berços, Brasil, de

todos êsses teus berços, onde dorme,

com a boca escorrendo leite, moreno,

confiante,

o homem de amanhã!

Poesia de Ronald de Carvalho-1893-1925
Do livro: Tesouro da Juventude-W.M. Jackson, INC
.
Bom dia, meu amado Brasil!


Bom dia para os brasileiros. Bom dia para os irmãos de pátria que estão trabalhando ou estudando fora do nosso país. Bom dia para todos os turistas que nos visitam. Bom dia para os empresários que escolheram o Brasil para seus investimentos.
Bom dia para todos os corações do mundo! Feliz Ano Novo! Muita paz, sucesso, saúde e amor!



Mensagem de hoje:


Preservar o planeta


O homem não teceu a teia da vida. Ele é apenas um de seus fios. O que quer que faça à teia, ele faz a sim mesmo.

Chefe Seattle